indicadores de rentabilidade

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No atual cenário de negócios cada vez mais digital, tudo é mensurável. Seja o ROI de uma determinada iniciativa de marketing, a eficácia de um departamento de vendas inteiro ou o custo médio da aquisição de novos clientes, uma coisa é clara: as empresas com um forte programa de análise de indicadores de rentabilidade têm uma vantagem significativa sobre as outras.

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Monitorar o KPI compras é essencial para o gerenciamento eficaz e a melhoria contínua das atividades de compras para o atacado. Essa avaliação fornece um feedback vital ao departamento de compras do distribuidor, bem como aos gestores da organização, para avaliar a eficácia das estratégias de compra.

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painel de vendas

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A realidade da Internet das Coisas na cadeia de abastecimento brasileira

A realidade da Internet das Coisas na cadeia de abastecimento brasileira

 

A Internet das Coisas (ou IoT, do inglês Internet of Things) está inserida de alguma forma nas empresas, mesmo que seja mais no campo teórico do que no prático.

 

Embora o seu uso ainda esteja atrelado ao cotidiano das pessoas, ainda que passe despercebido, as organizações procuram formas de aplicar os benefícios do IoT no dia a dia das demandas administrativas. Uma coisa é fato. O IoT é um caminho sem volta.

 

Se na rotina diária há controles inteligentes que criam listas de compras baseadas na dispensa da geladeira, lâmpadas que acendem e apagam com sensores e até robôs médicos, no meio corporativo há a análise preditiva, transporte inteligente, cliente conectado e lojas completamente automatizadas, sem nenhuma intervenção humana, surgem como os sinais reais em meio às utópicas ideias do universo da Internet das Coisas.

 

 

As diversas tecnologias embarcadas no conceito de IoT revolucionam não só o modelo de compra no mundo e a experiência do cliente. A inovação também ocorre no backoffice e no modo como a cadeia de suprimentos olha para as muitas possibilidades que a Internet das Coisas traz aos negócios.

 

Se comparados com os Estados Unidos e até países como a Estônia, os esforços de IoT no Brasil são poucos, porém seguem a todo vapor com contornos significativos. Por aqui, por exemplo, em um âmbito maior, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) voltou a revisar o Plano Nacional de Internet das Coisas, elaborado em 2017.

 

Num aspecto menor, temos o primeiro supermercado 100% automatizado, em Vitória, no Espírito Santo, que funciona sem nenhum funcionário. Um feito e tanto dentro do cenário tecnológico nacional.

 

 

Internet das Coisas e a tecnologia de RFID

Além do varejo final, outra ponta da cadeia de abastecimento que impulsiona a IoT nos negócios é o setor atacadista distribuidor. Um dos exemplos vindos deste nicho é o uso de etiquetas de RFID (Identificação por Radiofrequência ou Radio-Frequency Identification, em inglês).

 

É interessante olhar o movimento de distribuidores nesta jornada digital ao usarem sistemas de radiofrequência para agilizar processos rotineiros.

 

Atualmente, o RFID já é utilizado em conferências de entrada e saída de mercadorias do armazém, na realização de inventários e no rastreamento de veículos para otimizar frotas a partir do uso do GPS.

 

Se combinado com soluções para força de vendas, a aplicação do RFID na gestão comercial e logística gera um cenário positivo nos negócios das distribuidoras, diminuindo os custos trabalhistas, aumentando a precisão do inventário, minimizando o desperdício de ativos e melhorando o tempo de resposta ao cliente.

 

Atributos que permitem a empresa ter uma vantagem competitiva diferenciada diante da concorrida era da Indústria 4.0.

 

 

Com a Internet das Coisas, os negócios ganham previsibilidade consistente e visão exata de cenário, dando o entendimento necessário sobre o que fazer daqui dois meses, se tudo estiver diferente, por exemplo.

 

Uma tecnologia bem-vinda para o setor de distribuição, que corre contra o tempo para se adequar ao atual cenário disruptivo corporativo. Fiquemos atentos porque ainda virão boas notícias em relação à transformação digital neste mercado.

logística integrada

logística integrada

A logística integrada vem se inserindo, a cada dia que passa, como o caminho natural para a regulamentação das operações de transporte na realidade empresarial.

Com ela, a redução de custos e o maior rendimento dos setores relacionados ao transporte podem ser vistos como mais do que um simples resultado: como uma consequência.

Mas é importante saber que a logística integrada (também conhecida como logística completa ou integral) é muito mais do que uma tática de redução de gastos. Ela perpassa diversos âmbitos de uma estratégia empresarial, e é justamente essa reflexão que queremos trazer aqui.

Quer saber o que é a logística integrada, quais são suas principais características e como o seu empreendimento pode se beneficiar das suas vantagens? Acompanhe.

O que é a logística integrada?

Analisando apenas o termo, já é possível ter uma boa ideia sobre o que, de fato, é a logística integrada, não é?

Ela é a busca pela união dos setores e a criação de cadeias de transporte – suplly chain –  que, de uma forma ou de outra, influenciam no transporte de mercadorias para o seu destino final.

Com o constante acesso à informação e o florescimento de inúmeros negócios que vendem direta ou indiretamente para o consumidor final, as empresas que lidam com o transporte de mercadorias precisam estar sempre à frente das expectativas dos clientes, que, agora, não buscam apenas o produto: eles avaliam toda a experiência da compra.

Já é possível identificar a necessidade da logística integrada apenas nesse ponto. Para os clientes, o processo de entregas deve ser eficaz e trazer vantagens.

A era de esperar por um produto durante semanas chegou ao fim, sendo que, a cada dia que passa, mais e mais empresas conseguem trabalhar com prazos menores. A logística integrada é quem atua por trás dessa extrema eficiência.

Em suma, podemos dizer que a logística integrada diz respeito ao gerenciamento de toda a cadeia logística como uma única entidade, em vez de gerenciamento separado de funções e processos individuais.

A logística integrada para reduzir custos e encantar clientes

Com a união de informações e a integração de processos com soluções de automação, softwares especializados e uma comunicação interna e externa absolutamente eficiente, é possível gerenciar as entregas de ponta a ponta, desde a origem do produto na indústria até o seu destino final, nas mãos do cliente.

Com a metodologia em prática, os custos operacionais são interdependentes, o que aumenta a produtividade e elimina pequenos erros operacionais, que podem se desenrolar em atrasos, multas por quebra de contratos, prejuízos com perdas de produtos, etc.

Além disso, com a logística integrada, é possível – na verdade, fundamental – a criação de cadeias de distribuição englobando fornecedores, distribuidores e pontos de venda em regime de parceria.

Dessa forma, o poder competitivo de todos os envolvidos nessa “aliança” se torna muito maior, e a sua influência, por conseguinte, também.

A gestão de logística integrada

Dentro disso, também precisamos rememorar o conceito de gestão integrada de logística. Ele se refere à utilização de várias fontes e canais para atender a demanda do cliente no tempo. O primeiro passo é antecipar e impedir a demanda do cliente.

Depois disso, os recursos necessários que serão utilizados para atender a necessidade são adquiridos, e variam de recursos humanos, materiais, tecnológicos, entre outros.

A partir daí, todos os esforços são feitos para atender a demanda do cliente em tempo hábil pela participação ativa de todos os recursos. São empregadas diversas operações, como transporte, distribuição física, gerenciamento de estoque etc.

Quais são as principais características da logística integrada?

Algumas atividades estão fortemente relacionadas à logística integrada. São elas:

  • Distribuição física;

  • Gerenciamento de materiais;

  • Engenharia Logística;

  • Logística de negócios;

  • Gestão de logística;

  • Gestão Integrada de Logística;

  • Gerenciamento de distribuição;

  • Gestão da cadeia de abastecimento;

Também podemos destacar as principais operações envolvidas no modelo logístico integrado:

  • Logística de entrada: é referido como suprimento ou fornecimento físico; lida com o relacionamento entre a empresa e seus fornecedores; aborda o fluxo de materiais dos fornecedores para a fábrica ou para as operações de serviço;

  • Conversão/operações: trata da relação logística entre as instalações da firma; aborda como mercadorias e materiais se movem entre as estações de trabalho dentro das operações;

  • Logística de saída: é a relação logística entre a empresa e seus clientes; o movimento do produto finalizado da fábrica (ou do centro de distribuição) para o cliente final.

Que benefícios práticos a logística integrada oferece?

As empresas que inserem processos de logística integrada em seu dia a dia operacional obtêm diversas vantagens. Veja, a seguir, quais são as mais práticas e facilmente detectáveis (por ser alcançadas no curto prazo, mais especificamente):

  • Agilidade dos processos produtivos (para fabricantes e também distribuidores);

  • Processos mais organizados, fluidos e ágeis;

  • Informações mais confiáveis, sempre atualizadas e disponíveis para decisões mais certeiras;

  • Redução geral de custos dos processos logísticos;

  • Redução de desperdícios produtivos;

  • Diminuição significativa do tempo de movimentação de mercadorias;

  • Alinhamento e melhor coordenação de todos os processos;

  • Planejamento mais inteligente e, portanto, mais eficaz;

  • Criação de vantagens competitivas para o negócio como um todo.

→ No vídeo a seguir, entenda como a logística integrada pode reduzir custos operacionais na cadeia de distribuição:

Na prática, como a logística integrada é possível?

A logística integrada age em alguns frontes fundamentais para funcionar corretamente, sendo que eles podem ser diferentes de empresa para empresa por conta da realidade, da complexidade do produto, dos perfis dos consumidores e do negócio (B2B e B2C, por exemplo) etc.

Administração

Essa faceta da logística integrada diz respeito à administração dos processos de produção da mercadoria, bem como a negociação de aquisições, estocagem, a garantia da qualidade, gestão do transporte, dentre outros.

Nesse momento, é de grande importância estabelecer parcerias com os seus fornecedores principais, que, muitas vezes, acabam sendo as indústrias de manufatura. Esse é o primeiro elo na cadeia de distribuição, e deve ser feito com esmero para reduzir custos e aumentar a velocidade da produção e distribuição.

Movimentação

Aqui, se regulam as operações de transportes relacionadas à captação de matéria-prima para a produção pela indústria, seu acondicionamento adequado, o entendimento de rotas e a otimização de todos os processos relacionados ao translado entre os integrantes da suplly chain.

Destino final

É nessa fase que, normalmente, são colhidos os louros da logística integrada. Caso tudo corra bem nas fases anteriores e o trabalho de gestão tenha sido feito satisfatoriamente, o fluxo de entregas será muito mais eficiente e não trará prejuízos.

Mas, ainda assim, há alguns pontos a se considerar no destino final das mercadorias, como o controle da devolução de mercadoria, a correta identificação de prazos, relacionamento com o cliente ou o PDV e a procura de parcerias com transportadoras, que são fundamentais para fechar com chave de ouro o seu sistema de logística integrada.

Quais variáveis tornam viável a logística integrada nas empresas?

Muitas variáveis ​​influenciaram (e seguem influenciando) a avaliação e o crescimento da logística integrada nas organizações nos últimos tempos.

Consciência do consumidor

Uma das mais visíveis é o crescimento da consciência do consumidor e do conceito de marketing. Por exemplo, uma linha de produtos expandida para atender à crescente procura demanda mais seleções.

Esta expansão coloca grande pressão nos canais de distribuição para mover mais produtos e manter os custos baixos, especialmente em transporte e estoque.

Evolução tecnológica

Um segundo fator é a introdução da tecnologia. Nos últimos anos, especialistas em computação e gerentes de logística integrada rapidamente encontraram uma infinidade de aplicativos de computador para logística.

Essas aplicações oferecem ainda mais eficiência no encaminhamento e agendamento de transporte, controle de estoque, layout e design de armazém, e em todos os aspectos da logística integrada.

Na verdade, os computadores e dispositivos, bem como os sistemas, permitem a logística integrada gerenciada para o sistema logístico integrado modal e, em seguida, facilitam análises dos efeitos das mudanças propostas.

 → Ouça o podcast sobre a inserção da Internet das Coisas na cadeia de abastecimento:

Mudanças econômicas

A terceira variável que levou ao crescimento da logística integrada foi a economia mundial nas décadas de 1970 e 1980. A recessão global e o aumento das taxas de juros fizeram com que muitas empresas voltassem a atenção para reduzir a vantagem de custo; muitas empresas foram obrigadas a reavaliar as necessidades gerais de transporte.

Além disso, as taxas de juros crescentes chamaram a atenção para a manutenção de níveis mínimos de estoque por causa do custo de capital.

Novas práticas de gestão

Por fim, também temos que destacar que um fator que afeta a logística integrada é o surgimento de novos métodos e estratégias de gestão. O crescimento da produção just-in-time, gestão de suprimentos, transporte e intercâmbio eletrônico de dados nas décadas de 80 e 90, por exemplo.

Como os fabricantes e distribuidores abraçaram essas novas práticas, o gerenciamento de logística integrada acabou sendo uma consequência. Isso porque elas exigem, entre outras coisas, a otimização do transporte de entrada e saída e um gerenciamento de inventário mais eficiente.

Como implementar a logística integrada no seu negócio?

Por fim, apresentamos, a seguir, algumas dicas para que você possa implementar uma estratégia de logística integrada na sua empresa. Confira!

Melhore a comunicação

De início, é muito importante tornar os fluxos comunicacionais da sua empresa mais eficientes. Sim, estamos falando da comunicação entre os departamentos, mas também dentro da própria equipe diretamente ligada à logística.

Por exemplo, ao garantir que áreas como compras, relacionamento com o cliente e departamento comercial tenham acesso aos dados atualizados de estoque e distribuição, a integração se torna possível. Pense em todos os outros processos que se tornariam mais eficazes por estarem melhor integrados.

Implemente ferramentas tecnológicas

Outro fator fundamental, conforme já pontuamos, é a utilização de sistemas de informação e análise. Ferramentas tecnológicas destinadas à integração dos processos vão tornar o seu negócio mais conectado e, consequentemente, a logística terá uma gestão e uma operação mais integrada.

→ Ouça o podcast sobre como o Data Science tem ajudado as empresas a lidar com o grande volume de dados:

Engaje as equipes na integração

Também não podemos nos esquecer do fator humano (ele, aliás, é a grande chave da logística integrada). É fundamental sensibilizar os profissionais e os times para a importância da logística integrada.

E você pode fazer isso fomentando a cultura de inovação, seja por meio do exemplo dado pelos líderes e também por treinamentos e capacitações patrocinados pela empresa.

Conclusão

Ser capaz de integrar instalações, departamentos e trabalhadores é vital no mundo competitivo de hoje. No entanto, não seremos capazes de alcançar isso sem assumirmos que essa é uma missão estratégica.

Ou seja, precisamos saber qual o tipo de gestão logística queremos praticar; como queremos que nossa logística contribua para o tipo de empresa que somos.

Nós não montaremos a mesma infraestrutura ou teremos os mesmos fornecedores se, por exemplo, quisermos competir pela velocidade de nosso serviço ou fazer isso apenas pela redução de custos.

A maneira pela qual a logística ajuda a definir a competitividade das empresas vem se tornando cada vez mais evidente, de modo que vários dos gigantes do mundo empresarial baseiam parte de sua proposta de valor em suas qualidades logísticas.

Colocar-se nesse nível de planejamento de negócios ajuda a superar a simples ideia de que logística está simplesmente movimentando mercadorias de um ponto para outro.

Isso não é algo que afeta apenas as multinacionais. Empresas de qualquer porte devem elaborar um plano de logística integrada para definir a maneira como desejam atender seus clientes e garantir lucratividade.

Como vimos, a logística integrada é mais sobre uma nova forma de gestão do que a inserção de métodos e ferramentas.

Portanto, colocá-la em prática requer um novo olhar para a forma como os processos logísticos são administrados. Entendendo isso, implementar técnicas e recursos é um passo inevitável e, quando bem coordenado, acertado.

E aí, o que achou da logística integrada? Você está pronto para aplicá-la em seu negócio? Fale conosco agora mesmo para saber como podemos te ajudar!

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