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Em vez de ler, que tal ouvir?

A gestão de frota de caminhões em um atacado distribuidor apresenta um conjunto único de desafios. Os custos de combustível, manutenção, segurança dos motoristas e uso dos veículos estão entre as muitas preocupações que tiram o sono dos gerentes de logística.

Mas há um obstáculo que leva a maiores dores de cabeça do que os outros: a logística de distribuição. Essa atividade é essencial para manter a operação funcionando da maneira mais eficiente e com os menores custos.

Para que você saiba como otimizar a distribuição de caminhões e evitar a ociosidade, vamos conferir uma série de dicas para a eficiência na gestão de frota. Vamos lá? Leia mais

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Em vez de ler, que tal ouvir?

O avanço tecnológico dos últimos anos potencializou a oferta de soluções logísticas para atacado. E isso tem a ver também com a transformação do próprio mercado atacadista, que está cada vez mais sistematizado e orientado por dados.

Com a computação em nuvem, gestores de atacado entenderam que não precisam mais fazer grandes investimentos em infraestrutura de TI. Eles agora podem usufruir de recursos tecnológicos de maneira virtual, sem a necessidade de passar por longos períodos de implantação, entre outras facilidades.

Contudo, a miríade de opções disponíveis pode dificultar a escolha. Afinal, com a grande oferta, separar o joio do trigo também passa a ser algo complexo.

Pensando nisso, resolvemos trazer, neste artigo, uma série de indicações de soluções logísticas visando facilitar as melhores escolhas. Antes, mostramos por que as ferramentas para logística são tão importantes e ambientamos a maturidade desse mercado no Brasil em contraste com a tecnologia.

Continue lendo para ver como é possível escolher e implementar ferramentas que vão transformar a gestão logística do seu empreendimento atacadista! Leia mais

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Em vez de ler, que tal ouvir?

Para muitos atacadistas e distribuidores, a gestão da frota traz à tona uma questão difícil de ser solucionada: a terceirização da frota vale a pena?

As organizações, geralmente, terceirizam a frota em busca do aumento de eficiência, redução de custos e pela possibilidade de focar mais nas atividades principais do negócio.

No entanto, a terceirização pode significar perder visibilidade e controle da frota, e não saber se ela está ou não sendo operada em sua melhor forma.

Existem bons argumentos para ambos os lados: tanto para a terceirização da frota quanto para manter o gerenciamento interno.

Nenhuma solução se adapta a todas as empresas. Em última análise, você precisará analisar sua própria situação e decidir qual curso de ação se adequará melhor às necessidades de sua empresa.

Neste artigo, apresentaremos as vantagens e desvantagens dos dois modelos para que possa fazer isso. Continue lendo conosco! Leia mais

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Em vez de ler, que tal ouvir?

A gestão de transporte é um subconjunto do gerenciamento da cadeia de suprimentos (SCM), lida com planejamento, execução e otimização dos movimentos físicos de mercadorias, e influencia nos custos de entrega.

Por isso, ela precisa ser bem estruturada e permitir fácil administração e otimização das diárias de frotas, entre outras rotinas. E isso deve ser feito com ferramentas tecnológicas e métodos que permitam total controle, evitando surpresas que interfiram negativamente nas finanças do negócio.

É aí que os gestores de logística precisam estar atentos ao mercado de transporte de cargas. Eles devem olhar, por exemplo, para as perspectivas desse setor e sua participação na economia nacional — que tem suas influências no dia a dia da gestão de transporte.

Em 2020, este também foi um segmento bastante afetado pela pandemia, mas que, com as perspectivas de retomada, está bastante otimista para 2021. Obviamente, há preocupações com os impactos na queda da produtividade do país, o que influencia o volume de trabalho e fatores como a alta dos combustíveis — que, por sua vez, reverbera no valor dos fretes, entre outras frentes.

De acordo com o SINDICAMP (Sindicato das Empresas de Transportes e Cargas de Campinas e Região), por exemplo, um novo ciclo de prosperidade deve ser inaugurado entre 2021 e 2022. Com isso, toda a cadeia impactada pelo setor poderá ser beneficiada.

Neste artigo, trazemos uma reflexão acerca de como a gestão de transporte bem realizada evita a elevação dos custos de entrega.

Acompanhe.

O que é gestão de transporte de cargas e por que ela é importante

Comecemos por entender o conceito de gestão de transporte de cargas e sua importância para as empresas.

A gestão de transporte de cargas inclui várias estratégias para aumentar a eficiência do transporte de mercadorias. Ela está intimamente ligada com a gestão logística, que abarca práticas de frete eficiente, incluindo, por exemplo, tipo de veículo, tamanho da remessa, frequência, localização de instalação e atividades relacionadas.

A boa gestão de transporte de cargas geralmente se concentra em aumentar a eficiência logística e, ao mesmo tempo, minimizar os custos envolvidos. Cada vez mais, temas como responsabilidade socioambiental (sustentabilidade, cuidados com o meio ambiente etc.) fazem parte dessa atividade estratégica.

Em termos práticos, diz-se que uma empresa é exemplar em gestão de transporte de cargas quando ela tem capacidade de planejar, executar e otimizar a movimentação física de mercadorias, tanto de entrada quanto de saída; quando consegue garantir que a remessa esteja em conformidade, a documentação adequada está disponível etc.

Outro ponto determinante do sucesso na gestão de transporte de cargas é a capacidade de otimização de processos, com capacidade de gerenciamento automatizada e potencial analítico das lideranças envolvidas.

Trocando em miúdos: empresas que contam com tecnologias que lhes facilitem a captação e produção de dados e que podem transformá-los em informações úteis para decisões estratégicas alcançam competitividade na gestão de transporte de cargas.

→ Leia também: Gestão de transportes 4.0: como fazer na era da transformação digital!

Quais são os principais desafios da gestão de transporte de carga hoje

Como uma área fundamental para as empresas e o mercado em geral, a gestão de transporte tem seus desafios. Confira, a seguir, quais são os mais destacados na atualidade.

Problemas com a infraestrutura

É público e notório que, apesar de ter a maior parte de sua movimentação de cargas por rodovias, o Brasil tem problemas de infraestrutura em diversas regiões. Há trechos das rodovias (federais e estaduais) absolutamente esburacados.

E esses problemas impactam no dia a dia dos transportadores de cargas. Isso vai desde a lentidão na movimentação, até um índice alto de acidentes (como comentamos mais adiante), o que encarece a atividade e causa rupturas e perdas de mercadoria.

Complexidade geográfica

Se olharmos para a realidade geográfica do Brasil, que tem relevos bastante acidentados, também vemos que esse é um desafio da gestão de transporte de cargas.

Não raro, caminhões ficam presos no trânsito intenso das serras, em outros casos, é preciso transitar com lentidão para evitar acidentes. Além disso, conforme o tamanho das cargas, há impedimentos de movimentação em determinadas áreas do país.

Neste sentido, os gestores de transporte precisam apurar mais suas estratégias de roteirização de entregas, por exemplo, definindo o melhor caminho, a melhor rota para atender clientes.

Riscos de acidentes nas estradas

Ainda no âmbito do transporte de cargas por rodovia, um risco grande para os transportadores é o alto índice de acidentes. Na série histórica, somente em 2020 houve uma queda nos acidentes — o que está intimamente ligado à redução da movimentação nas rodovias por conta da pandemia de COVID-19.

Em 2019, 69,2 mil acidentes foram registrados somente nas rodovias federais segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT).

Essa realidade faz com que, dentro da gestão de transportes, seja necessário gerenciar ocorrências, prever e mitigar perdas, calcular prejuízos e, principalmente, trabalhar a prevenção de acidentes.

Altos índices de delinquência

Outro percalço imenso para a movimentação de cargas no Brasil está ligado aos furtos e roubos. Segundo a Confederação Nacional de Transportes (CNT) em seu último levantamento divulgado (2018), foram registrados 22 mil roubos de carga em 2018.

A entidade reconhece que boas iniciativas do Poder Público trazem esperança ao setor, mas alerta que este é um desafio ainda persistente.

Os impactos dos furtos e roubos de cargas também são grandes na produtividade do transporte, fazendo com que as empresas precisem investir muito em métodos e tecnologias de segurança. Também os gastos com seguros são altos, e isso reverbera na precificação dos serviços, nos preços e na lucratividade das organizações.

Dificuldades com previsibilidade

No dia a dia das lideranças de logística de transporte, também há desafios a serem superados. Um dos mais flagrantes é a pouca capacidade analítica, que dificulta ter previsibilidade de cenários futuros.

Para isso, é consenso entre os especialistas que as organizações precisam investir em tecnologias e preparar seus colaboradores para coletar e analisar dados. A gestão de transporte de cargas orientada por dados é uma necessidade, e muitas empresas já trabalham neste sentido.

→ Preparamos um eBook muito completo sobre como otimizar os resultados com a logística de transporte. Baixe agora mesmo!

Qual é a relação entre a gestão de transporte e os custos de entrega

Também é fundamental entender a relação entre a gestão de transporte e os custos de entrega.

Afinal, lá na ponta estão os clientes que querem receber suas mercadorias com máxima eficiência e, também, pressionam por preços competitivos. Ainda nesta esteira, a própria empresa precisa controlar seus custos para garantir lucratividade, sem abrir mão da qualidade percebida pelo mercado.

A saber, os custos de entrega são a somatória de todos os gastos que a empresa tem – desde a retirada da mercadoria de seu armazém até o momento em que o cliente a recebe. Na maioria dos casos, eles são compostos por equipe, energia elétrica, recursos de tecnologia, equipamentos, frete, entre outros.

Muitas empresas não fazem a relação do transporte com o custo de entrega, mas isso é muito importante, pois um transporte caro acaba elevando os gastos com o atendimento do pedido dos clientes.

A própria logística de transporte, quando não realizada de maneira estratégica, com mapeamento de custos para reduzi-los sem perda de qualidade, acaba tornando as entregas mais caras. E esse descuido pode diminuir as margens de lucro ou obrigar a organização a elevar os valores do frete, por exemplo, causando insatisfação no cliente e gerando oportunidades para que a concorrência ganhe espaço.

Muitas vezes, o problema está no modal de transporte escolhido. Quando o perfil da mercadoria não é aderente ao tipo de transporte utilizado, os gastos podem ser grandes. Por exemplo, uma empresa que vende maquinários pesados vai ter muito mais custos se transportar por caminhos do que se o fizer por transporte marítimo — manutenção dos automóveis, preços de frete etc.

A boa gestão de transporte, por outro lado, é aquela que é capaz de aliar a rapidez e a segurança das cargas com um custo mínimo. Não é preciso fazer malabarismos para isso, basta que tudo seja planejado com antecedência — o que permite testes, por exemplo — e mensuração constante de resultados.

→ Ouça: neste episódio do MáximaCast, ajudamos você saber quais são as principais técnicas e atividades para conseguir alcançar essa redução de gastos logísticos, mantendo a eficiência do processo.

MáximaCast · #40 – Redução de custos logísticos – em que ficar de olho

Como fazer melhorias na gestão de transporte para reduzir o custo de entrega

Confira, a seguir, uma série de boas práticas de gestão de transporte que permitem a redução nos custos de entrega.

Escolha o modal de transporte adequado

A escolha do tipo de transporte adequado envolve questões como agilidade, segurança na operação e custos. O equilíbrio destes três fatores pode determinar a garantia de alta qualidade sem elevação dos gastos.

E isso é especialmente importante para as empresas que terceirizam suas operações de transporte, uma vez que os fornecedores podem aproveitar a falta de conhecimento dos gestores para cobrar valores de frete acima do “justo”.

Aqui estão alguns fatores a serem considerados na hora de escolher o melhor modal de transporte de cargas:

  • custos: eles podem variar de acordo com o tipo e a quantidade de mercadorias que precisam ser transportadas. Lembre-se de que o custo do transporte influenciará o custo das mercadorias.
  • confiabilidade e regularidade do serviço: os modais de transporte diferem em confiabilidade e regularidade. Sua decisão sobre qual meio de transporte usar será influenciada pela urgência e velocidade com que você deseja que suas mercadorias sejam entregues. Leve em consideração que os transportes terrestres, marítimos e aéreos são geralmente afetados por condições meteorológicas adversas, como chuvas fortes, neve, nevoeiro e tempestades que podem causar atrasos.
  • segurança: a proteção e a segurança das mercadorias em trânsito também influenciam o modo de transporte a ser usado. O transporte terrestre pode ser preferível ao transporte ferroviário porque suas perdas são geralmente menores. O transporte marítimo expõe as mercadorias aos perigos do mar; portanto, do ponto de vista da segurança, o transporte marítimo é o mais arriscado. Além disso, para proteger as mercadorias em trânsito, certos tipos de embalagens são recomendados, o que pode influenciar os custos. Os produtos também podem exigir instalações especiais, como refrigeração ou medidas especiais de segurança, que devem ser levadas em consideração.
  • características dos bens: o tamanho e o peso das mercadorias também desempenham um papel na decisão de qual modo de transporte usar. Os transportes terrestres e aéreos atendem principalmente a remessas leves e pequenas, enquanto os ferroviários e marítimos atendem a remessas pesadas.

Decidir qual modo de transporte usar também dependerá de quão perigosos, frágeis ou de alto valor são os produtos. Os transportes aéreos e terrestres são geralmente a melhor opção para produtos quebráveis ​​de alto valor.

Garanta boas negociações com transportadoras

Ainda falando de terceirização de transporte, é fundamental conseguir boas negociações com as transportadoras. Antes de contratar um serviço, é aconselhável, por exemplo, abrir uma RFP, ou seja, um convite de apresentação de proposta comercial.

Isso pode ajudar a evitar o fechamento de contrato sem um profundo conhecimento acerca do fornecedor.

Ao avaliar diversos concorrentes, a empresa pode verificar a média de preços praticada e escolher aquele que ofereça melhor custo/benefício. Depois de garantir uma boa escolha, é possível fazer acordos de níveis de serviços (SLAs) que resguardem a empresa em diversas frentes, inclusive nos custos de entrega.

Crie indicadores e métricas para o monitoramento de transporte

Com o tempo, os custos de transporte podem variar, fazendo com que os custos de entrega também oscilem. Eles dependem do tanto de mercadoria enviada, das regiões atendidas, da urgência das entregas, entre outros fatores.

Por isso, é fundamental que os gestores de transportes tenham indicadores e métricas bem definidas para monitoramento. Com parâmetros bem claros, fica mais fácil identificar variações que podem elevar os custos, e o tratamento delas poderá ser feito em tempo hábil.

Insira a tecnologia na sua gestão de transporte

A boa notícia é que, hoje, a gestão de transporte pode ser feita de uma maneira muito mais simples por meio da tecnologia.

Com um bom sistema de gestão logística, por exemplo, é possível controlar questões como consumo de combustível e manutenção de frota, planejamento de cargas e rotas, roteirização de entregas, entre outras.

Ao inserir a tecnologia na gestão de transporte, a empresa garante que seus colaboradores vão seguir processos bem definidos e terão mais tempo para se dedicar a uma atuação mais analítica e estratégica e menos operacional.

→ Neste vídeo, confira algumas dicas de roteirização de entregas:

→ Veja a gravação do episódio 51 do MáximaCast, o podcast da MáximaTech. Neste vídeo, nossos especialistas detalham uma série de dicas para vencer os desafios diários da logística!

Melhore a gestão de transporte de cargas para chegar ao menor custo de entrega → conclusão

Como você viu, a gestão de transporte de cargas é uma disciplina bastante fundamental para o sucesso logístico e do negócio como um todo. Ela está intimamente ligada com a qualidade e os custos das entregas; tem seus desafios, mas, quando realizada com maestria, gera resultados.

A boa notícia é que hoje os líderes e operadores de transporte de cargas podem contar com todo o conhecimento obtido ao longo da história dessa estratégia. E, além disso, podem inserir tecnologias de última geração e seu cotidiano operacional e gerencial.

Com a computação em nuvem, não é mais necessário dispender grandes investimentos em infraestrutura de TI para contar com as melhores aplicações do mercado. Além disso, essa tecnologia permite a mobilidade necessária para uma operação que prevê equipes externas às vezes em longas distâncias.

Que tal, a gestão de transporte da sua empresa contempla o tratamento adequado dos custos de entrega? O que você achou da reflexão que trouxemos neste texto? Deixe seu comentário e até a próxima!

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digitalização da cadeia de suprimentos-2

digitalização da cadeia de suprimentos

Em vez de ler, que tal ouvir?

A sua empresa já começou o processo de digitalização da cadeia de suprimentos? Essa é uma tendência que chegou para ficar. Com o uso de tecnologias de ponta, é possível aumentar drasticamente a eficiência de todas atividades logísticas no atacado distribuidor.

As cadeias de suprimentos são redes complexas, não apenas transações lineares, certo? Por conta disso, o gerenciamento de todos os fluxos de uma cadeia de suprimentos sempre foi um desafio. Entretanto, a facilidade de uso e a eficiência das novas tecnologias de computação em nuvem permitem capturar e analisar qualquer tipo de dados – aumentando o controle dos gestores.

Além disso, as empresas B2B agora esperam o mesmo nível de visibilidade e atualizações de entrega que os consumidores finais. Essas grandes mudanças fazem com que a digitalização da cadeia de suprimentos esteja cada vez mais próxima de ser uma obrigação para as empresas do atacado distribuidor que desejam permanecer competitivas.

De acordo com um estudo C-suite global da IBM de 2019, 84% dos diretores da cadeia de suprimentos afirmaram que a falta de visibilidade em toda a cadeia de suprimentos foi o maior desafio que enfrentaram. Isso levou à ineficiência e ao desperdício. De acordo com um relatório da McKinsey, até 90% do impacto ambiental de uma empresa vem de sua cadeia de suprimentos. Por isso, a digitalização da cadeia de suprimentos gera uma economia significativa para as empresas como resultado da redução de resíduos – e ainda gera benefícios ao meio ambiente.

Já a Gartner prevê que até 2023, pelo menos 50% das grandes empresas globais usarão inteligência artificial, análises avançadas e a internet das coisas nas operações da cadeia de suprimentos. Nesse mesmo ano, mais de 30% dos trabalhadores do depósito serão complementados, e não substituídos, por robôs colaborativos.

Quer entender melhor toda a importância da digitalização da cadeia de suprimentos no atacado distribuidor? Então confira logo a seguir!

O que é a digitalização da cadeia de suprimentos?

A digitalização da cadeia de suprimentos é o movimento em direção a uma sequência completamente integrada de soluções de planejamento e produção que funcionam em conjunto para criar um fluxo de suprimentos mais visível em cada ponto de contato da cadeia de valor. O resultado final é uma rede de suprimentos mais ágil e transparente que pode se adaptar prontamente a uma série de variáveis desconhecidas de todo o setor – como escassez ou excesso de estoque, modificações nos pedidos e disponibilidade de recursos.

Por meio dessa digitalização da cadeia de suprimentos, as empresas podem ter custos operacionais e de produção mais baixos, prazos de entrega acelerados e recursos aprimorados de relatórios e análise de dados – que podem alimentar melhores programas de planejamento e produção.

Para atingir esses objetivos, as empresas devem alavancar uma estratégia de integração abrangente que elimina aplicativos multi-suite e incorpora soluções de planejamento e relatórios em um único módulo que seja acessível e compartilhável em toda a cadeia de valor da empresa.

A proposta de valor de uma cadeia de suprimentos digitalizada reside na quebra de silos entre organizações e barreiras de colaboração – dois obstáculos principais que as empresas devem superar ao lidar com uma infinidade de parceiros, fornecedores e centros de produção ou instalações em diferentes locais.

Além disso, o surgimento de big data, computação em nuvem e outras plataformas de armazenamento e gerenciamento de dados significa que as empresas terão maiores recursos de coleta de dados, relatórios e análises. Isso quer dizer que as empresas podem revisar e compartilhar grandes quantidades de dados em tempo real para criar melhores estratégias de planejamento de demanda.

-> Confira neste episódio do MáximaCast como a Indústria 4.0 impacta na sociedade e na cadeia de suprimentos brasileira:

Como a digitalização da cadeia de suprimentos funciona na prática?

Agora que já entendemos melhor o conceito da digitalização da cadeia de suprimentos, podemos compreender como isso funciona na prática, certo?

Para isso, vamos analisar os principais pontos que fazem parte deste processo:

  • Integração holística de soluções de cadeia de suprimentos. Como as nuances da cadeia de suprimentos são vastas e variadas, as empresas costumam ter uma série de soluções diferentes de planejamento, produção e gerenciamento de dados implantadas simultaneamente. A criação de uma estratégia de cadeia de suprimentos digital requer uma abordagem de ponta a ponta que coloca cada aplicativo sob o mesmo guarda-chuva. O que é importante aqui é a palavra holística, pois as empresas devem ver as soluções de planejamento, produção e gerenciamento de dados como parte do mesmo jogo, e não como funções díspares.

  • Conexão de fontes de dados. A Internet das Coisas (IoT) se tornou uma força no gerenciamento da cadeia de suprimentos nos últimos anos como uma forma não apenas de conectar sistemas e soluções, mas também de promover análises e gerenciamento de dados mais precisos, responsivos e acessíveis. Por meio da IoT, a digitalização da cadeia de suprimentos conecta vários métodos de coleta, classificação e avaliação de dados para ajudar planejadores e gerentes a criar previsões mais precisas de demanda para estratégias de planejamento mais eficazes. A conexão de fontes de dados também ajuda os gerentes a criar cenários e simulações hipotéticas aprimoradas.

  • Comunicação e colaboração aprimoradas. A digitalização da cadeia de suprimentos é um movimento crítico para a eliminação de silos de comunicação em uma organização. Isso significa que os principais participantes do fluxo de fornecimento terão maior capacidade de compartilhar dados, colaborar em iniciativas importantes e trabalhar em conjunto para garantir fluxos de trabalho suaves e livres de gargalos ou interrupções. Como uma cadeia de suprimentos digitalizada é baseada em parte em um hub central de armazenamento de dados com vários pontos de acesso, já se foram os dias em que aqueles dentro do fluxo de suprimentos tinham que esperar dias ou semanas para revisar conjuntos de dados e comunicar os resultados desses dados.

Quais os benefícios da digitalização da cadeia de suprimentos?

Quando aplicada na prática, a digitalização da cadeia de suprimentos traz uma série de benefícios para a logística no atacado distribuidor. Veja quais são os principais desses benefícios:

  • Cadeia de suprimentos orientada pela demanda. Uma cadeia de suprimentos orientada pela demanda é o sonho de muitos gestores do atacado distribuidor. Porém, sem um sistema digital, isso é impossível. A digitalização permite que as empresas ajustem produtos na cadeia de suprimentos com base na demanda por esses produtos usando informações de vendas em tempo real, permitindo-lhes acertar nos pedidos de compra e atender os clientes com qualidade.

  • Otimização dos prazos de entrega da cadeia de suprimentos. A digitalização da cadeia de suprimentos permite que os prazos de entrega sejam otimizados. Isso é colocado em prática com o uso de dados para adequar os níveis de estoque e aprimorar os processos internos de logística.

  • Melhoria da colaboração. Como as ferramentas de visualização de dados ajudam a fazer mudanças nos aspectos digitais e físicos da cadeia de suprimentos, a colaboração será aprimorada.

  • Reduza rupturas de estoque. A digitalização da cadeia de suprimentos contribui para otimizar os prazos de entrega e a resposta à demanda do consumidor. Com isso, aumenta muito a probabilidade de que as empresas do atacado distribuidor ganhem qualidade na gestão do estoque – minimizando drasticamente as chances de rupturas.

  • Melhore o fluxo de caixa e o gerenciamento de custos. Quanto mais rápido a cadeia de suprimentos se move, menos capital é amarrado na cadeia de suprimentos – um benefício crucial da digitalização de seus processos de gerenciamento da cadeia de suprimentos.

-> Confira como reduzir operacionais com logística integrada:

Como implementar a digitalização no seu atacado distribuidor

Você ficou interessado em levar a digitalização da cadeia de suprimentos para a sua empresa? Veja algumas dicas para colocar isso em prática:

1. Considere sua posição inicial e os riscos envolvidos

O primeiro passo é perceber a situação atual de sua cadeia de suprimentos, que risco cada fornecedor representa e avaliar a viabilidade. Todos os riscos potenciais precisam ser analisados minuciosamente e você deve formular soluções sobre como tais possíveis complicações podem ser evitadas.

Assim que você estiver ciente dos riscos envolvidos, ficará mais fácil tomar medidas proativas e configurar estruturas preventivas em tempo hábil. Normalmente, esta etapa envolve a avaliação de todos os processos atuais adotados pela sua empresa – o que torna mais evidente o papel que as soluções digitais podem exercer.

2. Defina sua estratégia

Nesse estágio, você estará ciente dos efeitos de possíveis mudanças e poderá começar a analisar a implementação de novas tecnologias e reformulações nos processos. O objetivo é criar um entendimento sobre todos os benefícios da digitalização da cadeia de suprimentos no contexto do seu atacado distribuidor.

A partir disso, você pode garantir que o sistema de gestão digital será adaptado às suas necessidades e às necessidades dos fornecedores e outros parceiros de negócios.

3. Tenha uma abordagem sustentável de longo prazo

É importante implementar medidas que ajudem seu sistema a longo prazo. Uma boa maneira de fazer isso é tomar medidas proativas para garantir a estabilidade do sistema ao longo do tempo e em condições comerciais e financeiras variáveis. Lembre-se de que uma abordagem reativa está sujeita a interrupções, atrasos e, às vezes, desligamento do sistema. Ser proativo permite que você proteja sua empresa de tais situações desnecessárias.

Além disso, a chave é perceber que a ânsia de economizar dinheiro pode levar indivíduos e organizações a adotarem medidas que podem criar grandes riscos ao mesmo tempo em que se concentram nos benefícios de curto prazo. É por isso que é essencial cobrir todas as bases e ver o quadro geral, pois a sustentabilidade é um valor fundamental para uma logística de sucesso.

4. Rompa os silos

A digitalização da cadeia de suprimentos não significa apenas incorporar novas tecnologias na sua empresa. Antes disso, é preciso trabalhar para acabar com os silos que podem existir entre todas as atividades de logística.

O que vemos em muitas empresas é que a cadeia de suprimentos é uma série de etapas em silos amplamente discretas, tomadas por meio de marketing, compras, distribuição e, finalmente, nas mãos do cliente. Porém, a digitalização derruba essas paredes e a cadeia se torna um ecossistema completamente integrado que é totalmente transparente para todos os participantes – desde os fornecedores até o transporte dos pedidos para os clientes.

5. Invista na tecnologia adequada

A demanda por visibilidade em tempo real da cadeia de suprimentos está em seu ápice agora. Não é mais suficiente para os remetentes simplesmente saber quando os pedidos saíram de suas docas de carga e esperar que essas mercadorias cheguem ao lugar certo no momento certo e nas condições certas.

É certo que um dos maiores desafios é encontrar as melhores soluções digitais para as operações de logística da sua empresa. Afinal, isso envolve um conjunto de tecnologias importantes – como automação, manutenção preditiva e Internet das Coisas (IoT).

Você precisa de um fornecedor de tecnologia voltado para o futuro que possa ser seu parceiro. Existem centenas de plataformas, tecnologias, desenvolvedores e fornecedores, então você precisará fazer uma escolha cuidadosa:

  • O fornecedor oferece uma solução de execução logística de ponta a ponta ou a tecnologia resolve apenas alguns problemas específicos?

  • O fornecedor pode demonstrar um histórico comprovado de trabalho com prestadores de serviços de logística?

  • O fornecedor oferece ampla consultoria, suporte e treinamento na implementação de suas soluções e na atualização de sua equipe, contratados e parceiros?

  • Sua tecnologia se integrará a outro hardware e software com o mínimo de configuração e tempo de desenvolvimento?

  • Você pode obter o tipo certo de relatório e visão da plataforma para ajudá-lo a fazer mudanças iterativas para melhorar continuamente sua execução logística?

Com base nessas questões, você pode encontrar a solução digital ideal para viabilizar a digitalização da cadeia de suprimentos no seu atacado distribuidor – aproveitando todos os benefícios dessa tendência!

-> Veja também quais são as tendências de logística para 2021:

Você gostou das informações sobre a digitalização da cadeia de suprimentos? Como você enxerga essa tendência no atacado distribuidor? Deixe o seu comentário!

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Em vez de ler, que tal ouvir?


A logística empresarial é a espinha dorsal de qualquer negócio, uma vez que garante que o transporte, entrega e gestão da cadeia de abastecimento funcionem da forma mais eficiente possível. Para as empresas que desejam superar a concorrência, melhorar o processo de gestão logística é o primeiro passo para aumentar a eficiência operacional e a produtividade.

Portanto, assim como outros setores, a logística empresarial também deve fazer um acompanhamento de métricas e relatórios para que sejam propostas otimizações. Afinal, sempre há espaço para melhorias em qualquer aspecto de um negócio, especialmente logística.

Mas como otimizar a logística empresarial na sua empresa? Confira uma série de dicas para otimizar seu fluxo de trabalho. Leia mais

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Em vez de ler, que tal ouvir?

A ruptura de estoque, certamente, está na lista de piores pesadelos no atacado distribuidor. E por um bom motivo. Esse é um problema que não apenas leva à perda de vendas, mas também resulta em menor satisfação do cliente e níveis mais baixos de lealdade. Os compradores muitas vezes se sentem decepcionados quando você não tem o que procuram e a última coisa que você quer é decepcionar os clientes.

Felizmente, porém, existem várias soluções para seus problemas de falta de estoque. Muitas causas de rupturas podem ser evitadas tomando medidas para entender melhor seu negócio e produtos vendidos. Dessa forma, você age antes que o problema realmente surja.

Neste artigo, confira algumas dicas para evitar ruptura de estoque no atacado distribuidor. Confira! Leia mais

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Em vez de ler, que tal ouvir?

Todo mundo erra — mas alguns erros podem custar mais caro do que outros. É o que acontece com os erros de logística. A logística é uma das principais áreas do atacado distribuidor e tem impacto direto nos resultados deste.

A ABML, Associação Brasileira de Movimentação e Logística, estima que a logística represente cerca de 19% do total do orçamento de uma empresa. No atacado distribuidor, no entanto, esses custos podem ser ainda maiores considerando que a logística é uma atividade base do funcionamento da empresa.

Isso significa que quaisquer erros de logística podem representar perdas para o atacado distribuidor, seja de receita, reputação da marca ou satisfação do cliente.

Para que isso não aconteça com você, listamos abaixo os 8 principais erros de logística cometidos pelo atacado distribuidor. Leia mais

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Em vez de ler, que tal ouvir?

Há uma questão importante que define o tom entre os desafios atuais da cadeia de abastecimento: alcançar uma logística sustentável.

Como sabemos, alcançar eficiência na cadeia de suprimentos do atacado distribuidor envolve principalmente melhorar o atendimento ao cliente e reduzir custos. Para isso, as atividades de distribuição e transporte – que fazem parte da última etapa da cadeia – enfrentam riscos diretamente relacionados à velocidade de entrega exigida pelos clientes e ao impacto do transporte no meio ambiente. Leia mais

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Em vez de ler, que tal ouvir?

End to end é o termo em inglês comumente usado para descrever uma cadeia de ponta a ponta. Ele remete a uma estratégia de gestão que entende o todo de uma cadeia, na qual são aplicados métodos e ações de eficiência em todas as etapas.

Na logística, o conceito de cadeia end to end é aplicado para garantir integração — todos os processos são interligados e as atividades de todos os envolvidos são alinhadas. Claramente, o objetivo é organizar a colaboratividade e conferir ritmo e eficácia à toda a operação de maneira coordenada, estratégica.

Parece simples, mas é bastante complexo. Por isso, trazemos, neste artigo, uma reflexão aprofundada sobre o tema.

Continue lendo para entender o que é uma cadeia end to end, como ela está relacionada à sustentabilidade na operação logística e que passos devem ser dados para alcançá-la em sua empresa! Leia mais