Agenciamento de cargas

Agenciamento de cargas: vale a pena?

Agenciamento de cargas é a coordenação e o embarque de mercadorias de um lugar para outro, por meio de uma ou várias modalidades de transporte (multimodal) – sejam transportadoras aéreas, marítimas, ferroviárias ou rodoviárias.

Essa é uma prática fundamental nas remessas internacionais, mas que também oferece vantagens no transporte nacional.

Os princípios do agenciamento de carga se baseiam na transferência eficiente e econômica de mercadorias que são mantidas em boas condições durante suas viagens. Para conseguir isso, os agentes de carga se tornam especialistas no gerenciamento da logística necessária. Eles trabalham para garantir que as mercadorias cheguem no prazo certo e com a qualidade ideal.

Negociando tarifas, regulamentações alfandegárias e sendo fluentes nos requisitos de transporte marítimo, ferroviário e aéreo, os agenciadores de carga gerenciam os riscos e benefícios do transporte usando os mais recentes avanços em tecnologia da informação.

Neste artigo, além do conceito de agenciamento de cargas, você vai entender se vale a pena contratá-lo, se é possível realizá-lo por conta própria e muito mais.

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distribuicao de cosméticos

Distribuição de cosméticos

Em vez de ler, que tal ouvir?

A indústria global da beleza (na qual a indústria de cosméticos está inserida) é responsável por gerar US$ 500 bilhões em vendas por ano, de acordo com dados da consultoria McKinsey. E, em uma escala global, essa indústria deverá crescer de 4 a 6% até 2021. Leia mais

last mile delivery

o que significa last mile delivery

Em vez de ler, que tal ouvir?

Você já ouviu falar sobre last mile delivery? Esse é um conceito que se tornou muito popular e ganhou grande importância ao longo dos últimos anos. Afinal, estamos vivendo um momento em que proporcionar uma boa experiência ao consumidor é essencial – e a agilidade na entrega é um fator fundamental para isso.

É cada vez maior o número de consumidores que optam pelas compras online, não é? Esse é um dos sinais que mostram uma mudança do comportamento dos consumidores.

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software para o planejamento e otimização de carga

o melhor software para o planejamento e otimização de carga

Em vez de ler, que tal ouvir?

O objetivo principal do software para o planejamento e otimização de carga é otimizar os processos envolvidos na coordenação da entrega de mercadorias e auxiliar no planejamento e execução da logística.

Com o software, o atacado distribuidor é capaz de maximizar o retorno sobre os gastos com transporte e prever com precisão os volumes de envio e a demanda.

No entanto, para colher esses benefícios, não basta escolher qualquer opção por aí — é preciso avaliar fornecedores para garantir que sua empresa contará com o melhor software para o planejamento e otimização de carga.

Diferentes fornecedores oferecem diferentes recursos e benefícios. Então, quais os fatores que você deve considerar na hora de fazer sua escolha?

Para te ajudar, preparamos um guia de como escolher o melhor software para o planejamento e otimização de carga, com tudo que você precisa saber para garantir o melhor investimento. Vamos lá?

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jornada dos motoristas

jornada dos motoristas

Em vez de ler, que tal ouvir?

Para que os produtos do atacado sejam comercializados e distribuídos, o papel da equipe de motoristas é fundamental – sendo eles uma das principais engrenagens para o funcionamento das operações da empresa. No entanto, para essa engrenagem rodar corretamente, é preciso alguns cuidados, incluindo fazer o controle da jornada dos motoristas.

Além de ser uma prática obrigatória a partir das determinações da Lei do Motorista, ela ajuda na construção de um ambiente laboral mais saudável, de melhores relações entre empresa e profissionais, no desenvolvimento de um trânsito mais seguro, entre outras coisas.

Mas em uma operação tão descentralizada e dinâmica como a dos atacados distribuidores, como fazer controle de jornada de motorista? É sobre isso que trataremos neste artigo. A seguir, confira mais sobre o que diz a Lei do Motorista quanto ao controle da jornada de trabalho dos condutores e dicas para controlar com mais praticidade e confiabilidade essas informações. Acompanhe.

A importância de controlar a jornada dos motoristas

É importante que a jornada dos motoristas seja monitorada para fins de saúde e segurança, evitando situações propícias a acidentes e oferecendo um ambiente de trabalho saudável para os profissionais. Também para garantir a integridade da carga transportada e dos veículos da frota.

Ainda, o controle de jornada de motorista de caminhão torna-se essencial para evitar sanções legais e processos trabalhistas. No caso de desrespeitos à Lei do Motorista, podem ocorrer multas e penalidades envolvendo tanto a empresa quanto o condutor.

Além disso, estabelecer e aplicar medidas claras de controle da jornada ajuda a construir transparência nas relações de trabalho, o que é essencial para manter os profissionais motivados e produtivos.

Empresas cumpridoras dos termos da lei e que demonstram preocupação com a saúde e o bem-estar dos motoristas desenvolvem também um diferencial de atração e retenção para os melhores profissionais.

Jornada dos motoristas e a nova Lei do Motorista

Motoristas cansados ​​têm tempos de reação mais lentos e sofrem com a redução da atenção, consciência e capacidade de controlar seus veículos. De fato, há pesquisas que sugerem que dirigir cansado pode ser tão perigoso quanto dirigir sob o efeito do álcool. Outro dado importante trazido por um levantamento internacional é que, em todo o mundo, a fadiga contribui para entre 10 e 20% dos acidentes de trânsito.

Esse é apenas um dos lados de um panorama complexo que incentivou, em todo o mundo, iniciativas mais consistentes para o controle da jornada dos motoristas profissionais. No Brasil, a nova Lei do Motorista, também conhecida como Lei do Caminhoneiro, é um dos reflexos disso. Embora seja alvo de algumas controvérsias, ela também traz benefícios importantes para a cadeia de logística do transporte, incluindo empresas e motoristas profissionais.

Embora chamemos normalmente de nova lei, ela já está vigente desde 2015, antecedida pela Lei 12.619/12. A Lei do Motorista (Lei nº 13.103), de 2 de março de 2015, formata uma série de regras para a execução da atividade profissional dos motoristas.

Ela apresentou também alterações de dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), além da Lei nº 12.619/12, abrangendo condutores que fazem tanto o transporte rodoviário de passageiros quanto o transporte rodoviário de cargas – como é o caso dos profissionais contratados pelos atacados distribuidores.

Essa Lei também deixa clara a obrigatoriedade do controle da jornada efetivamente praticada pelos condutores – seja por meio de planilha de controle de jornada de trabalho do motorista, aplicativo de controle de jornada de motorista ou outros recursos manuais ou eletrônicos.

Ao longo de seus mais de 20 artigos, a Lei do Motorista traz uma série de prescrições. Entre as que dizem respeito mais diretamente ao controle da jornada dos motoristas, podemos destacar:

  • O registro da jornada de trabalho precisa ter anotação fidedigna;
  • A jornada dos motoristas não apresenta horário fixo de início, fim e de intervalos – a não ser que isso seja definido no contrato de trabalho;
  • A jornada dos motoristas pode ser estendida por até duas horas extras ou por até quatro horas por dia conforme a convenção e/ou acordo coletivo;
  • Os intervalos de descanso são de 30 minutos a cada seis horas de trabalho (no caso dos motoristas de carga);
  • O tempo de espera (no qual o motorista aguarda para a carga/descarga e para a fiscalização de mercadoria) não faz parte da jornada laboral, mas é indenizado em 30% do salário-hora normal;
  • O tempo de repouso do profissional deverá ser de 11 horas entre jornadas; período que pode ser de oito horas contínuas, se as três horas restantes forem usufruídas nas 16 horas seguintes;
  • Na jornada dos motoristas, os profissionais não podem dirigir por mais de 5,2 horas ininterruptas;
  • No horário de descanso, o motorista não poderá movimentar o caminhão, porém, em horário de espera, para pequenas e pontuais movimentações, isso é possível;
  • O período de deslocamento do motorista para pegar o caminhão na empresa não é considerado como jornada de trabalho.

→ Para mais detalhes sobre as normas e mudanças trazidas por essa lei, confira o artigo: Como a Lei do Motorista impacta em sua distribuidora?

Por que é tão desafiador controlar a jornada dos motoristas?

Controlar a jornada de funcionários que trabalham em período integral alocados na matriz da empresa já é algo que apresenta seus desafios. E esses se tornam ainda maiores quando se faz o controle de jornada dos motoristas, profissionais que estão constantemente em trânsito e distantes da empresa.

E, ainda mais, quando o controle da jornada dos motoristas é feito de forma manual, dependendo de o próprio motorista fazer as anotações em uma prancheta, assinalando horário de início e fim de jornada.

Como trata-se de um trabalho realizado externamente, esse tipo de controle não é confiável e pode trazer diversos problemas. Imagine que um motorista, por exemplo, pensando em elevar sua produtividade, anote que fez o descanso, mas estava dirigindo ininterruptamente e cansado. Esse cenário torna acidentes e outros problemas mais propícios. Ainda, há o costume de muitos funcionários, por comodidade, acabarem fazendo anotações padronizadas (de horários fechados, por exemplo), o que torna impreciso o registro e o controle de sua jornada de trabalho.

Como vimos, com a nova Lei do Motorista profissional, mais dados precisarão ser acompanhados. E fazer registros e acompanhamentos de forma totalmente manual é algo bastante impreciso, demorado e que abre margens para erros e inconsistências.

Ouça o MáximaCast #23 e confira como foi esse bate papo sobre a nova lei do motorista e que contou com a participação do Dr. Alexandre Meirelles, Advogado trabalhista.

4 dicas para ajudar no controle da jornada de seus motoristas

Como vimos até aqui, embora seja de grande importância para todas as partes encontrar formas de como fazer controle de jornada de motorista, isso pode ser bastante desafiador, tendo em vista a natureza desse tipo de trabalho realizado de forma descentralizada e distante da gestão do atacado.

No entanto, a boa notícia é que, além das possibilidades de planilha de controle de jornada de trabalho de motorista manual, há outras ações e recursos que ajudam a manter a praticidade e confiabilidade dessa tarefa.

A seguir, veja algumas ideias que podem ajudar no controle de ponto de motorista externo:

1. Tenha foco em ações educativas

A base para mudanças pessoais e profissionais é a educação. É muito mais fácil e tranquilo para o motorista adotar novos hábitos no trabalho quando ele compreende os motivos e benefícios disso para sua rotina. Além disso, se ele não está inteirado ou não compreende os procedimentos, será mesmo difícil de adotá-los, certo?

Por isso, busque desenvolver ações consistentes de educação, sensibilização e motivação da equipe em relação ao processo de controle de jornada e aos comportamentos em conformidade com a Lei do Motorista.

Além de comunicados, ações de endomarketing, reuniões e treinamentos práticos são importantes para isso. É válido também fornecer aos motoristas um manual que estabeleça de modo claro e objetivo quais são as políticas da empresa envolvendo o trabalho de seus condutores.

Ainda, é importante incluir iniciativas abordando questões como saúde do sono, gerenciamento de fadiga e outras que ajudem o profissional a se manter descansado e disposto. Em eventos internos, como os promovidos pela CIPA, podem ser enfatizados esses aspectos.

2. Avalie o uso do tacógrafo – mas como apoio

O tacógrafo já foi alvo de muita polêmica. Quando o assunto é como fazer controle de jornada de motorista, é importante destacar que, conforme o entendimento da Lei e do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o tacógrafo não pode ser utilizado como método exclusivo para controle da jornada de trabalho dos profissionais que exercem atividades externas.

Assim, ele pode ser associado a outros métodos mais confiáveis, sendo utilizado como uma ferramenta auxiliar, que oferece uma alternativa de checagem se as marcações de horários de trabalho e de descanso foram feitas corretamente.

3. Estude o uso de ferramentas de rastreamento para complementar o controle

Outro recurso que pode contribuir para um melhor controle de jornada dos motoristas são as ferramentas de rastreamento veicular.

Além de ajudarem a garantir que outras leis estão sendo cumpridas, de elevar o controle da carga e de fornecerem informações para uma gestão baseada em dados (data-based), como elas registram e tornam disponível o acesso à localização exata e em tempo real dos veículos (e, com isso, dos motoristas), tempos de parada e outras informações, tudo isso pode ser cruzado para seu atacado ter um controle da jornada dos motoristas ainda mais completo e confiável.

→ Saiba mais sobre como adotar uma gestão orientada a dados em nosso artigo: os principais na distribuição logística de suprimentos

4. Utilize a tecnologia como aliada

Embora, com a nova Lei do Motorista, a papeleta, fichas, diários de bordo e planilha de controle de jornada de trabalho do motorista impressa ainda permaneçam como alternativa válida, como vimos, não é uma opção confiável. Em um processo judicial, por exemplo, poderá dificultar a defesa da empresa se não for considerada como um método confiável de controle de jornada dos motoristas. Afinal, esses são instrumentos facilmente adulteráveis e imprecisos, o que não é desejável nem pelos profissionais nem pela empresa.

Além disso, o controle manual acaba sendo apenas uma burocracia a ser gerenciada e executada. Diferentemente do que ocorre com soluções tecnológicas que, além de eliminarem boa parte da burocracia e de tarefas morosas, ainda centraliza e consolida os dados de forma a gerar inteligência para a empresa. E isso agrega um grande valor para tornar sua operação mais eficiente de modo global.

→ Descubra mais sobre outras tecnologias e inovações de transformação digital que impactarão cada vez mais a logística em nosso e-book: Tendências para a Logística – Logística Lean, Logística 4.0 e a transformação digital

Assim, além dos métodos auxiliares que vimos, há outros mais robustos, práticos e completos – como software e aplicativo de controle de jornada de motorista. Há sistemas que permitem um monitoramento de veículos, carga e jornada seguro, confiável e altamente eficaz.

Com o maxMotorista, por exemplo, há uma parametrização em alinhamento à Lei do Motorista, com questões como a marcação precisa e detalhada sobre o tempo dedicado pelo profissional para cada etapa – de espera, descarga, estrada, etc.

Além disso, esse é um instrumento adicional para garantir a segurança de todos e a confiabilidade do controle de jornada – que pode ser feito, inclusive, em tempo real.

Por exemplo, se o motorista marcou que está em horário de almoço, o acesso à tela de entregas fica bloqueado. Isso está em alinhamento com a nova Lei do Motorista, já que não impede marcações de controle de jornada dos motoristas, mas é uma maneira de aumentar a confiabilidade desse processo e garantir a precisão das marcações.

Ainda, é possível a emissão de alertas para a central com a proximidade de conclusão do período máximo de direção ininterrupta do profissional. Esse é outro recurso que ajuda a elevar o controle e a segurança da jornada.

O maxMotorista também proporciona a oportunidade de balanceamento das entregas diárias já considerando as exigências de períodos máximos de trabalho, tornando as demandas laborais alinhadas às regras da Lei dos Motoristas e garantindo uma rotina de trabalho equilibrada para o profissional.

E mais: em conjunto com o maxRoteirizador, há um ganho de inteligência para que se programem apenas as entregas que se encaixam no tempo máximo de jornada dos motoristas, já considerando variações de tempo médio de espera em cada cliente e outras informações.

Assim, esses sistemas podem contribuir – e muito – para uma melhor rotina de trabalho para os motoristas e para a operação do atacado. No entanto, além da escolha desse software de controle de jornada de motorista, também será preciso desenvolver um trabalho de sensibilização da equipe para a completa e correta adoção da tecnologia.

Essa deve ser apresentada e percebida como algo benéfico para os condutores, que ajuda a garantir que eles terão seus direitos assegurados e poderão ter uma rotina de trabalho sadia e equilibrada. Ainda, que tornará suas atividades muito mais práticas – além do que diz respeito ao registro da jornada em si, seus roteiros ficarão mais organizados, as informações de cada entrega ficarão mais acessíveis e claras, entre outros detalhes que ajudarão a facilitar seu trabalho.

Portanto, demonstre todas essas vantagens práticas para ajudar a quebrar a resistência à mudança dos profissionais, que é algo natural em um primeiro momento. Fazer treinamentos, demonstrações práticas e apresentar total abertura para diálogos e esclarecimento de dúvidas também são iniciativas importantes.

E em seu atacado, como a Lei do Motorista está sendo trabalhada? Ficou interessado em tecnologias para ajudar no controle da jornada dos motoristas? Deixe sua mensagem nos comentários.

pedido perfeito

pedido perfeitoEm vez de ler, que tal ouvir?

Pedido perfeito é uma métrica que mede a eficácia do atendimento do suprimento em um nível transacional, que, então, é agregado para relatórios de nível superior.

Nos últimos anos, esse indicador tem ganhado muita importância –  sobretudo nas organizações que entenderam a importância de melhorar o planejamento e a execução da operação logística para obter diferenciais competitivos.

Neste artigo, veremos em profundidade como a métrica do pedido perfeito é importante, e o que ela diz sobre o planejamento logístico.

Acompanhe!

→ Comece vendo este vídeo rápido com dicas de livros para gestores de logística e supply chain:

Pedido perfeito: uma métrica composta que indica “perfeição” ou precisão

Na prática, um pedido perfeito de um fornecedor é aquele que contém o produto ou serviço certo, sendo entregue ao cliente certo e no lugar certo.

Para começar, é importante saber que temos um pedido perfeito quando ele é composto pelos seguintes níveis:

  1. é entregue 100% no prazo;

  2. na quantidade certa (taxa de preenchimento de 100%);

  3. na condição certa e embalagem (100% “qualidade” em relação ao cumprimento);

  4. com a documentação certa (atualmente, cada vez mais eletrônica).

Também conhecido como “Ordem Perfeita”, o pedido perfeito é uma métrica fortemente orientada para a logística. No entanto, ela tem uma grande relevância para a aquisição; por exemplo, como aplicá-lo aos serviços.

Outro ponto relevante: pedido perfeito é uma métrica composta. Isso significa que seis valores são definidos por uma fórmula matemática envolvendo outras métricas (elementares ou compostas, previamente definidas).

Em outras palavras, é calculado a partir de métricas de nível inferior, neste caso por meio da multiplicação direta dos quatro níveis que vimos anteriormente.

Sendo assim, é correto afirmar que a ordem perfeita é uma métrica composta, muito difícil de obter acima de 80% devido à sua natureza multiplicativa.

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Uma métrica fundamental no planejamento logístico

Relembremos o seguinte: uma métrica de logística é uma medida de desempenho usada para rastrear, visualizar e otimizar todos os processos logísticos relevantes, de maneira eficiente. Entre outros, essas medidas se referem a aspectos de transporte, armazém e cadeia de abastecimento.

Neste sentido, a taxa de pedido perfeito é uma métrica de logística altamente importante quando se trata, por exemplo, da eficiência da sua cadeia de suprimentos. Ela mede a quantidade de pedidos que são processados, enviados e entregues sem nenhum incidente no caminho.

O tempo de envio e o de entrega são respeitados, o pedido não está errado e a mercadoria não está danificada – essas condições são importantes porque mostram a eficiência da cadeia de suprimentos e serviços de entrega. E isso leva, claro, a clientes mais satisfeitos, que estão dispostos a voltar ou fazer recomendações para seus pares e parceiros.

Na prática, quanto mais alta for essa taxa, melhor para o negócio. A empresa perderá menos dinheiro com devoluções de mercadorias imprecisas ou danificadas, e aumentará o nível de satisfação de sua base de clientes.

Para alcançar uma excelente taxa de pedido perfeito, são realizadas melhorias contínuas em diversos processos logísticos. Isso começa no planejamento e vai até atividades do controle de processos, passando pela coordenação e execução da operação e da gestão. Dessa forma, garante-se melhor produtividade, qualidade e controle, o que leva, também, à redução de custos no armazém.

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Como calcular a métrica de pedido perfeito e monitorá-la sem distorções

Como vimos, o pedido perfeito é calculado a partir da eficiência das etapas de um pedido. No “conjunto da obra”, que é o que interessa para a gestão logística no final do dia, o desempenho em pedido perfeito é mensurado da seguinte forma:

(% de pedidos entregues no prazo) x (% de pedidos concluídos) x 

(% de pedidos sem danos) x (% de pedidos com documentação precisa) 

x 100.

Em linhas gerais, as organizações têm um índice de pedido perfeito de 90% — cerca de 10% de todos os pedidos enviados apresentam algum tipo de falha. Isso é o que aponta a American Productivity and Quality Center (APQC), maior autoridade mundial em benchmarking, melhores práticas, melhoria de processos e desempenho e gestão do conhecimento.

→ Leia também: Os principais kpis na distribuição logística de suprimentos!

Conclusão

O que a métrica do pedido perfeito diz sobre seu planejamento logístico?

Em resumo, o pedido perfeito é um dever para todos os gestores de logísticas. Quando há uma taxa baixa dessa métrica, ela deve ser vista como um abrir de olhos para as organizações – especialmente para aquelas que usam métricas funcionais, como remessas no prazo e taxa de preenchimento de linha/unidade como um proxy para a satisfação do cliente.

O que se sabe é que há espaço para as organizações melhorarem no que diz respeito ao índice de pedidos perfeitos.

Como essa medida abrange várias atividades de logística, as organizações podem decompor os fatores em uma ordem perfeita para determinar se as atividades individuais podem se tornar mais eficientes.

Melhorar a capacidade de receber mercadorias corretamente, alocar estoque rapidamente, entregar produtos no prazo e enviar faturas precisas pode levar a um melhor desempenho dos pedidos. Para tanto, é preciso definir, monitorar e trabalhar para a melhoria contínua, também, de indicadores como a avaria.

A boa notícia é que fazer tudo isso está cada vez mais fácil por conta da tecnologia — entenda, neste artigo, a importância da automação logística. Todas os indicadores que compõem a métrica do pedido perfeito podem ser planejados e acompanhados dentro de um bom sistema de gestão dessa área.

→ Veja agora a gravação do episódio 43 do MáximaCast, o podcast da Máxima Tech, no qual especialistas debatem sobre como a curva ABC resolve grande parte dos problemas relacionados à organização de estoque e também mostra onde o time de vendas deve atuar mais, gerando mais lucratividade para sua empresa!

Que tal, ficou claro o conceito de pedido perfeito? Conseguimos lhe mostrar como essa métrica é importante para o seu planejamento logístico? Deixe seu comentário!

logística de transporte

logística de transporte

Em vez de ler, que tal ouvir?

A logística de transporte é uma atividade fundamental para muitas organizações brasileiras. Porém, essa também é uma rotina que pode gerar diversos prejuízos desnecessários na entrega – consumindo tempo e recursos da empresa.

Uma das razões pelas quais a gestão da logística de transporte se torna ineficaz é tentar entendê-la isoladamente. Na verdade, ela é interdisciplinar, e está relacionada a vários processos operacionais na empresa – seja na área de seguros, de boas práticas administrativas, de soluções de automação, etc.

Neste artigo, vamos ajudá-lo a refletir sobre este tema, falando um pouco mais sobre o processo de logística de transporte para entender o que perpassa o seu sucesso total. Acompanhe.

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Qual a importância do custo de transporte para a logística

Qual a importância do custo de transporte para a logística
Em vez de ler, que tal ouvir?

Você já parou para pensar com mais cuidado sobre qual a importância do custo de transporte para a logística e como ele está associado a uma operação logística mais custo-eficiente?

Na correria do dia a dia, por vezes, assumimos um comportamento mais reativo, lidando com problemas, desperdícios e gastos acima do previsto conforme eles vão surgindo. No entanto, uma boa gestão proativa dos custos logísticos é cada vez mais central para o sucesso do atacado distribuidor, que está inserido em um ambiente de negócios dinâmico e no qual o descontrole pode levar facilmente à perda de clientes e da rentabilidade.

Por isso, é crucial adotar boas práticas que ajudem a manter a operação logística em um elevado nível de excelência, mas com gastos que fiquem dentro dos limites estabelecidos. E, para se conseguir isso, é fundamental atuar na otimização do custo de transporte, que são tão impactantes no composto dos custos logísticos das empresas integrantes da cadeia de abastecimento.

Preparamos este artigo para ajudá-lo nesse desafio. Continue a leitura e saiba mais sobre qual a importância do custo de transporte para a logística e veja dicas para mantê-lo controlado e otimizado e, ainda, obter benefícios adicionais para a excelência logística e para a satisfação e retenção de seu cliente. Acompanhe a seguir.

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Em vez de ler, que tal ouvir?

Um software para roteirização é uma plataforma inteligente que filtra dados históricos e considera alguns parâmetros para montagem de cargas e organização de rotas ideais de entrega.

Esse tipo de aplicação pode apresentar, por exemplo, condições de tráfego enquanto usa localização em tempo real, clima, atualizações de trânsito etc. Ou seja, auxilia no planejamento, mas não torna a execução do planejado estática.

Essa solução tecnológica também permite rastreamento em tempo real, comunicação contínua e atualizações automatizadas para o gestor logístico e sua equipe, o motorista e os clientes – e é essencial para uma gestão de logística e transporte orientada a dados.

Basicamente, um software para roteirização facilita gerenciamento de frota, melhorias na produtividade e aumento da adesão ao SLA pré-estabelecido. Como consequência, fornece vantagens que vão desde a economia de combustível até a redução do custo de mão de obra, passando por eliminação de erros, satisfação do cliente etc.

Do ponto de vista puramente empresarial, podemos afirmar que um bom sistema para roteirização tem estes objetivos finais:

  • Otimizar
  •  Fornecer controle
  •  Reduzir custos logísticos de distribuição/entrega.

Neste artigo, você vai ver um detalhamento sobre software para roteirização e, também, dicas para avaliar se investir nele é algo válido para o momento que sua empresa vive.

Acompanhe!

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movimentação de cargas

movimentação de cargas

Em vez de ler, que tal ouvir?

A movimentação de cargas é um ponto muito sensível de todo atacado distribuidor. Quando feita corretamente, ela se torna um fator de grande relevância na economia de custos, permite maior sucesso nas entregas e ainda garante a simplificação de processos de uma forma eficiente e segura.

Por isso, o artigo de hoje trata da importância de realizar um trabalho adequado de movimentação de cargas, e mostra quais são os principais prejuízos evitados quando um bom trabalho de logística é realizado. Acompanhe.

O que é movimentação de cargas e qual seu impacto nos negócios

Por definição, quando falamos de movimentação de cargas, estamos nos referindo a uma parte importante da logística de distribuição. Sua principal finalidade é abastecer os clientes dentro dos prazos estabelecidos no momento da negociação/fechamento do pedido. Quando bem realizada, ajuda a estruturar fretes eficientes e com menor custo para a empresa e para o cliente, o que é um diferencial significativo no mercado.

Hoje em dia, a movimentação de cargas é uma crescente preocupação do mercado logístico brasileiro, que já percebe os grandes benefícios que um trabalho bem realizado nessa área pode trazer para os negócios.

A eficiência na movimentação de cargas garante que o negócio mantenha a reputação com os seus clientes já fidelizados, e atrai uma clientela ainda maior, interessada no seu diferencial: a logística competente e que não atrasa.

Investir em melhorias na movimentação de cargas e na sua integração através de sistemas e canais de comunicação em tempo real garante que você se mantenha sempre em um ótimo patamar no mercado e, também, possibilita uma grande economia para atacadistas distribuidores.

Em suma, movimentar as cargas com eficiência significa empregar estratégias e ferramentas para agilizar as operações. Também resulta em mais segurança, além da entrega de um serviço de ótima qualidade, que é sentido pelos clientes, gera satisfação e potencializa resultados.

→ Confira também as nossas dicas em vídeo:

Problemas gerados pela falta de uma boa gestão de movimentação de cargas

Entregas em endereço errado, rotas que gastam muito combustível, atrasos na entrega e danos estruturais ao produto são prejuízos que você pode enfrentar se não realizar uma sistematização adequada da movimentação de cargas.

Neste tópico, vamos explorar alguns desses problemas e mostrar como uma gestão eficiente em movimentação de cargas vai lhe ajudar a saná-los.

Falta de fluxos de movimentação claros e objetivos

Ao não ter uma estratégia bem estruturada de movimentação de cargas, a empresa não consegue estabelecer fluxos claros e objetivos. E isso é bastante problemático, pois os fluxos de movimentação são a base para etapas, como localização de produtos, insumos e materiais dentro do armazém.

Isso também é um problema, pois a operação fica confusa, impactando, por exemplo, na falta de planejamento do layout, que prejudica toda a formulação logística.

Empresas que não fazem uma boa gestão de movimentação de cargas, normalmente, não fazem uso de ferramentas como a curva ABC (que facilita a separação dos produtos no estoque conforme sua importância relativa), perdendo, assim, o controle de seus estoques. Como resultado, fica cada vez mais difícil controlar e otimizar custos, e, também, manter um bom nível de atendimento aos clientes.

→ Leia também: Como fazer a gestão de custos logísticos no atacado? 

Rotas não otimizadas

Às vezes, as entregas podem atrasar simplesmente porque, durante o caminho, algum engarrafamento tomou muito tempo do motorista.

Esse problema pode ser facilmente resolvido com soluções simples dentro da gestão de movimentação de cargas. Algumas empresas já trabalham com softwares que guiam o motorista pela melhor rota de entrega possível, evitando áreas de grande concentração de veículos e reajustando seu trajeto em casos de imprevistos.

Esse controle de rotas é fundamental para a otimização da movimentação de cargas, já que você consegue entregar tudo em tempo e ainda economiza combustível ao escolher a rota mais curta para o seu destino.

→ Leia também: Como a roteirização inteligente reduz seus custos?

Falta de monitoramento das entregas

Outro grande problema causado pela má gestão em movimentação de cargas é a falta de comunicação eficiente entre os entregadores e os supervisores de estoque.

É importante que todo o setor de entregas funcione em conjunto, para que as rotas sejam respeitadas de acordo com os conhecimentos do supervisor, que sabe quais são as mais críticas e as que podem esperar um pouco mais.

É necessário um canal de comunicação com os motoristas e um sistema que permita o acompanhamento das entregas para que você saiba exatamente onde eles foram e irão a seguir. Com isso, é possível estimar para o cliente com a maior exatidão possível quando a entrega será realizada.

→ Leia também: A importância do monitoramento de entregas na otimização de rotas.

Depreciação da carga

Quando se trabalha com a entrega de produtos perecíveis, é importante atentar para a sua natureza na hora da entrega.

Por isso, a movimentação de cargas deterioráveis deve ser absolutamente roteirizada, com um planejamento que priorize, sempre, a entrega de produtos perecíveis, e que seja inteligente, ou seja, capaz de lidar com os prazos, ao mesmo tempo em que leva a depreciação da carga em consideração.

Já existem sistemas capazes de realizar essa roteirização, dando estimativas de tempo de entrega e até de descarga, para que você possa controlar minuciosamente seus prazos e o de expiração da mercadoria.

Falta de integração

A integração de várias ações e métodos em sistemas digitais é a grande aposta para o futuro da movimentação de cargas.

Hoje em dia, saber tudo o que se passa nas suas rotas é fundamental para elaborar estratégias cada vez melhores e oferecer suporte em tempo real. É assim que os atrasos desaparecem e as dificuldades de organização e de pessoal são sanadas.

Portanto, procure empresas da área e conheça as soluções que estão sendo apresentadas para maximizar o seu retorno sobre o investimento.

Perda de controle de gastos com combustível

Em um nível ainda mais prático, quando a movimentação de cargas não é realizada de maneira sistematizada e estratégica, a empresa pode perder o controle de seus custos com combustíveis – isso tanto internamente (com empilhadeiras, por exemplo) quanto com a frota que transporta mercadorias entre armazéns e também nas entregas aos clientes.

Insatisfações e baixa produtividade da equipe

Por fim, é muito importante pensar a gestão de movimentação de cargas no que diz respeito à produtividade das equipes (do conjunto de profissionais que compõe a gestão logística).

Uma movimentação de cargas ineficiente e amadora sobrecarrega os profissionais, gera stress e cansaço físico, o que resulta em insatisfações laborais e torna o dia a dia operacional pouco produtivo.

Portanto, os esforços de melhoria na gestão de movimentação de cargas também devem contemplar capacitação dos trabalhadores, entrega de ferramental e recursos tecnológicos. Além disso, é importante investir em treinamentos e reciclagens de conhecimentos relativos a métodos de trabalho e uso de sistemas e equipamentos.

Conclusão

Como vimos, a movimentação de cargas é uma parte muito importante da logística de distribuição. Quando bem realizada, ela torna os fluxos de trabalho mais claros e eficientes, facilita a roteirização e o monitoramento de entregas. Também torna tudo mais integrado e, portanto, mais fácil de gerenciar, além de impactar em questões bastante práticas, como o controle de gastos com combustível e a produtividade do time.

Portanto, cuidados na movimentação de carga são tão importantes quanto os no transporte e no armazenamento. Aliás, eles estão sob o guarda-chuva da gestão logística e são muito importantes para o dia a dia operacional e estratégico das organizações.

Ao estruturar uma boa gestão de movimentação de cargas, a empresa consegue controlar rigorosamente os pedidos e as entregas, mantém sua frota atualizada, guarda dados que ajudam as decisões dos gestores e do time, melhora a comunicação interna – enfim, são muitos os benefícios que vão ser sentidos nos resultados obtidos e, também, em como o mercado percebe o negócio.

Como está a movimentação de cargas em sua empresa? Venha conhecer as soluções da Máxima Tech e ver como podemos ajudá-lo a melhorar gerenciamento de entregas e outras rotinas!