Em vez de ler que tal ouvir este artigo?

 

Você sabe como ser um supervisor de vendas de sucesso? Ser um ótimo vendedor parece ser uma boa base, mas a verdade é que gerenciar as atividades comerciais requer habilidades além daquelas para ser excelente em vendas. Da comunicação à motivação, ser um supervisor de vendas superior exige um conjunto de habilidades determinadas e muita dedicação.

Assim como ocorre nas mais diversas funções, o segredo está em evoluir constantemente e buscar o desenvolvimento das características necessárias para um bom supervisor. Afinal, quanto melhor você desenvolver as habilidades certas, melhor conseguirá comandar a equipe.

Quer entender melhor como ser um supervisor de vendas de sucesso? Confira logo a seguir!

O que um supervisor de vendas faz?

Antes de falarmos sobre como ser um supervisor de vendas de sucesso, é importante compreender a definição dessa função, certo? Embora as funções de um supervisor de vendas possam variar bastante de organização para organização, podemos definir esse profissional como o responsável por construir, liderar e gerenciar uma equipe de vendedores dentro de uma organização.

Ou seja, os supervisores de vendas são encarregados de funções de missão crítica na maioria das organizações. Isso inclui atividades como:

  • Definir metas de vendas
  • Gerenciar metas individuais e de equipe
  • Criar um plano de vendas
  • Monitorar os resultados e analisar o desempenho comercial
  • Supervisionar o treinamento de vendas
  • Manter uma vigilância ativa sobre contas-chave
  • Recrutamento, contratação e demissão de representantes de vendas

-> Veja também: Os erros mais comuns entre os gestores de vendas

Quais as características de um supervisor de vendas?

A reflexão sobre como ser um supervisor de vendas de sucesso deve iniciar com o reconhecimento das principais características desse profissional. Veja quais são elas:

Liderança

A liderança é uma das qualidades mais essenciais de um supervisor de vendas. Liderar uma equipe de vendas requer a capacidade de delegar tarefas, executar com eficiência e inspirar outras pessoas a fazer o melhor. Envolve a capacidade de buscar novas soluções e tomar decisões inteligentes rapidamente. Um supervisor de vendas com grandes qualidades de liderança não deve ter problemas em:

  • Compartilhar conhecimento com outras pessoas
  • Saber se recuperar das perdas
  • Enfrentar os desafios com determinação

Busca pela melhoria constante

Uma vez que um supervisor de vendas se estabeleça como um líder, ele deve possuir humildade para ser treinado enquanto aprende a se tornar um gerente de vendas. Ser receptivo a críticas construtivas e saber como usá-las faz toda a diferença.

O desejo contínuo de aprender e progredir é parte do que leva alguém bom a ser ótimo. A busca pela melhoria constante abre caminho para:

  • Evolução para sustentar o sucesso em longo prazo
  • Novas oportunidades para mudar de tática quando necessário
  • Evitar a complacência e o comportamento estagnado
  • Alcançar o próximo nível de experiência e desempenho

Confiança

Os egos superdimensionados raramente funcionam em um ambiente colaborativo. No entanto, a confiança é uma das principais qualidades de um grande supervisor de vendas. Isso significa que há um forte sentimento de confiança e certeza que a pessoa transmite.

Ser um ótimo supervisor de vendas nem sempre significa ter a resposta certa. É usar as ferramentas, recursos e pessoas disponíveis para chegar ao melhor.

Capacidade de inovação

O desejo de buscar uma abordagem inovadora é uma das melhores qualidades de um supervisor de vendas de sucesso. É uma característica que impulsiona as empresas a escalar e expandir seus negócios. Um profissional de vendas que deseja inovação é inerentemente curioso, o que é valioso para qualquer organização.

Profissionais que demonstram uma mentalidade inovadora sempre pensam alguns passos à frente para visualizar e executar a mudança. Isso pode impactar positivamente a cultura da empresa e aumentar o desempenho da equipe de vendas para estabelecer a liderança no setor.

Motivação

Um supervisor de vendas eficaz atinge suas metas, valoriza o relacionamento com o cliente e sabe como motivar os outros. Isso é demonstrado por meio de uma direção clara, persistência e uma perspectiva positiva.

Lealdade

Lealdade é uma qualidade que mostra que um vendedor pode cumprir seus compromissos de maneira confiável. Ser transparente com colegas de trabalho e clientes é parte do que estabelece uma reputação forte e respeitada.

Foco

Foco é a capacidade de priorizar e se concentrar nas necessidades mais urgentes. É uma qualidade essencial para o papel de um supervisor de vendas, pois o trabalho envolve fazer malabarismos com várias tarefas ao mesmo tempo. Além disso, o foco minimiza decisões impulsivas e consequências negativas.

Boa comunicação

A comunicação eficaz é essencial para qualquer função de liderança. A comunicação é definida por quão bem uma pessoa transfere informações para outras. Vendas requer a capacidade de apresentar confiança e estabelecer uma conexão com os outros. Requer habilidades de escuta ativa, colaboração e resolução de problemas.

9 dicas de como ser um supervisor de vendas de sucesso

Afinal, como ser um supervisor de vendas de sucesso? Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo:

1. Mantenha-se sempre atualizado

O primeiro passo de como ser um supervisor de vendas de sucesso é manter-se sempre atualizado. A informação é a chave para um trabalho bem desenvolvido.

Essa busca por atualização pode atuar em diversas frentes:

  • Buscar aperfeiçoamento pessoal para obter as habilidades de um bom supervisor de vendas
  • Ficar por dentro das novidades do mercado
  • Acompanhar as novas tecnologias de vendas que podem ser usadas
  • Monitorar os dados internos do desempenho de vendas

Ao combinar todas essas informações, você certamente estará um passo à frente na busca de como ser um supervisor de vendas de sucesso.

2. Adote uma visão estratégica

Mentalidade estratégica é fundamental para que o supervisor de vendas não fique preso somente ao gerenciamento das operações de forma mecânica. Trata-se do exercício de estabelecer um plano de vendas sólido com métricas definidas. A partir disso, você:

  • Entende o que motiva os clientes em potencial
  • Cria previsões e projeta resultados
  • Identifica oportunidades desconhecidas
  • Evita repetir os mesmos erros

-> Veja também: top 7 indicadores de desempenho de vendas no atacado distribuidor

3. Seja uma fonte de inspiração

O supervisor de vendas bem-sucedido deve ser capaz de inspirar os membros da equipe de vendas e motivá-los a maximizar seu potencial. Para fazer isso, o profissional deve ser capaz de inspirar cada membro da equipe com um senso de propósito e uma crença de que eles estão resolvendo o problema do cliente, preenchendo um vazio, satisfazendo uma necessidade e curando uma dor.

4. Posicione-se como um líder

As habilidades para comunicar, inspirar e motivar são características da liderança. Quando esses pilares estão no lugar, o supervisor de vendas ganha respeito – o que é essencial para ser visto como um líder.

5. Otimize o gerenciamento das atividades

A capacidade de liderar não é igual à capacidade de gerenciar. E vice-versa. A capacidade de gerenciar – a função de vendas, a equipe de vendas, o dia a dia das operações de vendas – é fundamental para que tudo ocorra perfeitamente.

Considere a capacidade de gerenciar como o “arroz com feijão”. Se o supervisor de vendas não puder usar as ferramentas à sua disposição para gerenciar o essencial de vendas, o resto não importa.

6. Valorize os feedbacks

O feedback é um elemento importante que ajuda a promover o crescimento de uma empresa. Como supervisor de vendas, você deve estar aberto ao feedback dado pelos membros de sua equipe. A maioria das pessoas tende a receber feedback de forma negativa, o que é uma prática errada. Antes de responder, reserve um tempo para analisar se o feedback é para o crescimento da empresa ou não. Se a resposta for sim, então, você deve aceitar alegremente o feedback e começar a trabalhar nele.

Além de receber feedback, os supervisores de vendas devem fornecer feedback aos membros da equipe. Se os membros de sua equipe fizeram um trabalho apreciável, você, definitivamente, deve reconhecer seus esforços, dando-lhes prêmios ou bônus. Por outro lado, se eles cometeram um erro que precisa ser corrigido, você deve notificar sua equipe, para que ele não seja cometido novamente. Isso ajudará a garantir a transparência entre você e sua equipe.

7. Comunique-se de forma eficaz

Se você realmente quer aplicar as dicas de como ser um supervisor de vendas de sucesso, deve se comunicar com sua equipe regularmente.

Certifique-se de manter as linhas de comunicação abertas em toda a sua equipe de vendas.

Não basta você ser o chefe de sua equipe, você também deve ser seu mentor de vendas, inspirando os vendedores a continuamente ter um desempenho melhor. Se eles nunca virem ou ouvirem de você, isso não acontecerá.

8. Trabalhe para agilizar seus processos

Embora os supervisores de vendas altamente eficazes não devam mudar o processo de vendas diariamente, eles devem sempre pensar em maneiras de facilitar o trabalho de sua equipe.

Afinal, a produtividade da equipe afeta sua capacidade de alcançar os melhores resultados de vendas. Então, se o processo deles os está retardando, eles estão sendo impedidos de atingir todo o seu potencial.

Mas como você determina o que está desacelerando sua equipe? Peça feedback ao seu time de vendas. Depois de aprender sobre as complexidades do processo de vendas atual e as tarefas que os frustram, você pode trabalhar na automatização dessas tarefas ou no desenvolvimento de um novo processo completo.

9. Use a tecnologia para melhorar sua equipe de vendas

A tecnologia percorreu um longo caminho nos últimos anos. Dispositivos digitais e gadgets permitem que sua equipe trabalhe mais rápido e lide com tarefas com muito mais facilidade do que em um passado próximo.

Não se engane – é extremamente importante para você aproveitar o poder da tecnologia e permitir que sua equipe de vendas faça o mesmo.

Aqui estão alguns exemplos de como você pode usar estrategicamente a tecnologia para você e sua equipe:

  • Automação de vendas. Quais tarefas seus vendedores estão lidando que estão tomando muito tempo? Descubra e automatize essas etapas.
  • Computação em nuvem. Um vendedor não precisa mais estar em sua estação de trabalho para acessar dados críticos. Ao usar a nuvem para armazenamento, em vez de dispositivos de armazenamento físico, você capacita sua equipe a trabalhar de qualquer lugar.
  • Monitoramento em tempo real. Você pode acompanhar e controlar a sua equipe de força de vendas em tempo real, de onde estiver. Com essa tecnologia, você tem acesso a informações analíticas, sintéticas e instantâneas sobre vendas, vendedores, representantes, clientes, pedidos, rotas, praças e carregamentos, dentre outras.

Essas não são as únicas maneiras de usar a tecnologia a seu favor, então, faça questão de conduzir sua própria pesquisa e pensar em novas maneiras de ajudar sua equipe. Esse pensamento proativo é parte do que faz um bom supervisor de vendas.

Gostou das dicas de como ser um supervisor de vendas de sucesso? Quer conhecer as melhores tecnologias para otimizar os resultados comerciais? Então, conheça as soluções da MáximaTech!

Em vez de ler, que tal ouvir?

O trabalho de transporte de carga de qualidade na gestão logística exige o conhecimento de cada nicho de produto, que demanda cuidados particulares com seu manuseio e deslocamento. Por isso, ao transportar produtos de higiene e limpeza, é importante respeitar as especificidades associadas a cada tipo de carga, de modo a evitar avarias e perdas e garantir a apresentação e conformidade exigidos desse tipo de item que pode ser bastante sensível a certos fatores. 

Você conhece quais são os cuidados e normas de segurança a serem tomados para itens de higiene pessoal e limpeza? Necessita de um planejamento mais eficiente e de soluções que levem em consideração o transporte de produtos de higiene e limpeza de forma segura e confiável? 

Então, continue a leitura. No artigo de hoje, falaremos mais sobre esses cuidados e como a sua logística pode adaptar-se a esses parâmetros. Confira a seguir. 

Como é o cenário para transporte de produtos de higiene e limpeza?

O segmento de transporte de produtos de higiene e limpeza no Brasil teve um crescimento considerável em tempos recentes. Afinal, em um cenário no qual enfrentamos a disseminação de doenças como a COVID-19, as vendas de itens como sabonetes antibactericidas e álcool em gel tiveram maior enfoque. 

No primeiro quadrimestre de 2021, houve um crescimento de 11,4% de vendas nessa categoria em relação ao ano anterior, de acordo com dados da ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos).  

No mesmo período, viu-se que a categoria de sabonetes teve uma alta de 23%, sendo um dos destaques. A categoria de produtos de tratamento capilar, que diversificou-se recentemente com produtos de hidratação, definição de cachos e prevenção de danos também teve alta, com crescimento de 18% nas vendas. 

Essas mudanças de cenário acentuaram a necessidade de se ter um planejamento logístico eficiente, que permita ter segurança, agilidade e eficiência de ponta a ponta. O transporte dos itens é um ponto central para isso, afinal, a sua validade, integridade, eficiência e visual dependem de condições específicas quanto a fatores como a temperatura, capacidade de empilhamento e diversos outros.  

→ Aprofunde-se mais em métodos para garantir a estratégia perfeita para a logística de produtos de higiene e limpeza ouvindo este episódio do MáximaCast:

Como são as normas que norteiam o transporte de produtos de higiene e limpeza?

Geralmente, os produtos de higiene e limpeza têm, por ordens do fabricante e, até mesmo, de normas de órgãos reguladores como a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), regras bastante específicas para a sua conservação e transporte. Por isso, tratam-se de produtos que fazem parte de uma categoria especial dentro da gestão logística. 

É importante destacar que, de acordo com a Lei nº 6360/1976, os perfumes e os cosméticos (incluindo creme facial, batom e outros) formam uma categoria distinta e, portanto, têm outras regras para o seu transporte.  

No entanto, assim como ocorre com a categoria dos artigos cosméticos e itens voltados à beleza, existem regulamentações previstas especificamente para os produtos de higiene e limpeza. A Lei 6.360 também dispõe sobre os padrões exigidos de fabricação, armazenagem e transporte desse tipo de produto. 

Ademais, como se tratam de produtos químicos, é imperativo que as empresas responsáveis pelo transporte e armazenagem desses itens garantam o cumprimento das condições ideais exigidas. 

As regras da ANVISA, por exemplo, envolvem a higienização adequada de armazéns e centros de distribuição, bem como o controle de entrada e saída e o monitoramento e a documentação dos processos realizados. 

Devido a essas exigências, que ainda incluem a necessidade de ter responsáveis técnicos, adaptação de estruturas e monitoramento da carga, descarga, empilhamento, nem todas as empresas fornecem a prestação de serviço de transporte de produtos de higiene e limpeza. 

Além do processo, muitas vezes, trabalhoso para obter as licenças e permissões junto aos órgãos reguladores, o cronograma de entrega desses itens deve ser constantemente adaptado a novas normas. Por isso, é importante que se tenha um planejamento sólido e atuação ágil de controle sobre a carga e descarga dos produtos. 

→ Lidar com as normas para o transporte de produtos de higiene e limpeza é apenas um dos desafios diários de logística. Descubra mais sobre os demais e como vencê-los acompanhando este episódio do MáximaCast:

 

Como fazer o transporte de produtos de higiene e limpeza?

Como vimos, é necessário ter uma base de conhecimento e atualização constante para que a etapa de transporte de produtos de higiene e limpeza seja assertiva e esteja em conformidade com as normas aplicáveis. 

Além disso, a seguir, destacamos alguns dos principais aspectos a serem priorizados no transporte desse tipo de item: 

1 – Veículo adequado

Um dos cuidados primários para a etapa de transporte de produtos de higiene e limpeza é a definição do veículo para fazer a movimentação das mercadorias.  

Se isso for feito no modal terrestre, é indispensável que não haja entradas e avarias no baú do caminhão. Assim, em caso de chuva, por exemplo, não corre-se o risco de comprometimento do produto e da sua embalagem.  

Da mesma maneira, fazer uma vedação ideal é fundamental para evitar avarias. Itens de higiene pessoal, como sabonete e shampoo, podem ser perdidos em termos de eficácia, apresentação e durabilidade se forem expostos a contato direto com a água durante o seu transporte.  

É fundamental também escolher o veículo considerando a altura máxima de empilhamento desses produtos. Especialmente aqueles com embalagens de aerossol podem estourar se esse limite não for respeitado.  

2 – Temperatura

Um ponto que pode ser destacado é a sensibilidade de determinados produtos de higiene e limpeza ao frio ou ao calor. Cremes para o cabelo, shampoos e sabonetes, por exemplo, podem ter a sua consistência afetada pela exposição ao sol ou umidade em excesso. 

Por isso, para que se evitem perdas e avarias, é importante realizar uma medição do baú de transporte, de modo a garantir o nível ideal de temperatura em relação às necessidades da carga. 

Lembre-se de que a não observância das exigências de temperatura pode significar a perda das propriedades físicas e químicas adequadas das mercadorias transportadas. 

Desse modo, para prevenir reações químicas que avariem o produto e exponham a sua operação a riscos, é fundamental realizar a verificação da temperatura interna uma vez que a carga é realizada.  

3 – Integridade da embalagem

Para que os produtos de higiene e limpeza possam ser apropriadamente comercializados no ponto de venda, é importante manter assegurada a integridade da carga. 

Afinal, produtos sem uma vedação especial podem, durante o transporte, reagir e perder a sua essência, dissolvendo-se ou degradando as suas propriedades. 

Nesse sentido, uma prática adequada para trabalhar com o transporte de produtos de higiene e limpeza é investir no controle de volumes. Isto é, realizar o mapeamento de quantidades, embalagens e tipos de produtos. 

Assim, a sua operação terá a padronização da melhor temperatura, container e tipo de veículo a utilizar, além de etiquetagem e organização do inventário. 

E, como trata-se de um nicho com uma diversidade de tipos de itens, embalagens e formatos, deve haver, também, um cuidado especial na hora do empilhamento. 

Produtos líquidos, por exemplo, podem ceder à pressão de caixas colocadas sobre eles. Assim, é de responsabilidade das equipes logísticas garantirem o cumprimento às especificações estipuladas por cada fabricante e em alinhamento com as normas obrigatórias aplicáveis. 

4 – Experiência do cliente

Associado aos demais cuidados está o de garantir a melhor experiência ao cliente final. A preservação da apresentação dos itens é algo essencial para assegurar a experiência desejada — um rótulo manchado durante o transporte, uma embalagem com sujidades, um produto vazado, tudo isso pode prejudicar a experiência do cliente e a recompra do produto, prejudicando, por escala os resultados do atacado distribuidor. 

Assim, é fundamental tomar cuidados para proteger os produtos durante o transporte. Isso pode incluir, por exemplo, utilizar enchimentos adequados nas caixas. 

5 – Acordos com fabricantes e clientes

Os cuidados com o transporte de produtos de higiene e limpeza não partem somente da gestão logística. Assim como em outras categorias de produtos, itens de higiene e limpeza exigem um cronograma e formato de entrega bem definidos. 

Sendo assim, busque ter os parâmetros dos processos acordados previamente, evitando que detalhes passem despercebidos e criem gargalos nos processos de transporte e entrega desses produtos, que, para evitar avarias diversas, devem correr conforme o estipulado. 

Lembre-se de que uma logística eficiente de distribuição bem planejada, além de garantir excelência na entrega para o cliente do atacado distribuidor, otimiza o seu processo. Quanto melhor selecionadas forem as vias e o cuidado no modal rodoviário, menores deverão ser os riscos de avarias ao transporte e à sua carga. 

→ Para mais dicas, confira também como estruturar o processo de entrega da sua logística 

6 – Monitoramento de indicadores

Os prazos de atuação exigidos no transporte de produtos de higiene e limpeza são, geralmente, enxutos. Por isso, uma boa prática para garantir um alto nível de qualidade nesses processos é a análise contínua de indicadores. 

Afinal, quando se tem controle quanto aos aspectos que definem a qualidade e o prazo das entregas, é possível ter uma operação muito mais preparada para lidar com as particularidades do produto que impactam em suas necessidades de cuidados no transporte. 

→ Descubra mais sobre esse passo importante assistindo ao vídeo:

 

Como a tecnologia pode auxiliar no transporte de produtos de higiene e limpeza?

O investimento em tecnologia para monitoramento e rastreamento é valioso para que o transporte de produtos de higiene e limpeza ocorra da melhor forma possível, do planejamento à execução. 

A digitalização proporcionada por essas soluções ajuda o gestor de logística a lidar com um grande volume de dados, indicadores e normas de forma mais ágil e simples, além de possibilitar que diversas tarefas manuais e morosas sejam automatizadas e realizadas sem erros, inconsistências e atrasos. 

Com as soluções de logística da Máxima Sistemas, por exemplo, a sua gestão pode obter o controle da operação de transporte e da força de vendas. Isso significa acesso a valores cobrados de carregamento, melhores rotas, montagem automatizada de carga, planejamento das janelas e condições de entrega e diversos outros benefícios. 

Isso permite que você garanta as condições ideais para o transporte e a segurança dos produtos de higiene e limpeza, fortalecendo o relacionamento com os seus clientes e a eficiência da operação de seu atacado distribuidor. 

Com o maxMotorista, por exemplo, é possível acompanhar, em tempo real, o status das entregas, garantindo que elas estejam sendo feitas conforme o estabelecido pra assegurar a integridade dos itens de higiene pessoal e limpeza transportados.  

Essa solução também permite que o gestor de logística tenha um controle de custos confiável de cada viagem, além de suporte em fatores como notas fiscais, tempo de espera e controle sobre avarias e devoluções de modo simples e organizado.  

Outra tecnologia que oferece benefícios na gestão do transporte e produtos de higiene e limpeza é o maxRoteirizador. Entre outras facilidades, ele evita gargalos como o planejamento informal da rota, feito normalmente pelo motorista, e que pode comprometer a segurança dos produtos de higiene e limpeza.  

Ainda, é possível planejar com grande agilidade a capacidade máxima de cada caminhão, considerando as características específicas desse tipo de carga.  

Você já trabalhou, em sua operação logística, com o transporte de produtos de higiene e limpeza? Precisa de ferramentas que auxiliem na gestão logística do seu atacado distribuidor? Confira mais detalhes e benefícios das soluções de logística da MáximaTech.

Em vez de ler, que tal ouvir?

As ferramentas de trade marketing são essenciais para uma gestão comercial de sucesso. A partir de alguns recursos estratégicos, o time de trade poderá realizar um controle adequado das operações nos pontos de vendas, roteirizar o trabalho de promotores, acompanhar preços de concorrentes, criar relatórios de visitas e muito mais.

Para quem ainda não conhece todo o potencial desses recursos, preparamos este artigo para apresentar a você as principais ferramentas de trade marketing disponíveis no mercado. Além disso, também falaremos das funções de um departamento de trade. Continue a leitura e saiba mais.

Quais as funções de um departamento de trade marketing?

Antes de falarmos sobre as ferramentas, veja como aplicar o departamento de trade marketing na sua distribuidora.

Merchandising e promoção

A principal função do departamento de trade marketing está ligada a ações de merchandising e promoção. Em termos práticos, isso envolve a realização de todas as atividades de um ponto de venda:

  • exposição;
  • reposição;
  • controle de share e preço;
  • ações de cross-merchandising;
  • promoções.

Neste vídeo, você encontra 4 tipos de pontos extras no PDV que podem te ajudar a estruturar melhor o seu planejamento de trade marketing.

https://youtu.be/ls9oJGY9C4c

 

Integração entre departamento comercial e de marketing

O departamento de trade marketing integra esforços das equipes da área comercial e de marketing. A partir de uma mentalidade de visão global desses processos, os gestores de trade conseguem alinhar os objetivos e estratégias para gerar mais vendas no PDV.

Branding e relacionamento

O trabalho do departamento de trade marketing não se resume ao impulsionamento das vendas. Fora do PDV, os gestores devem qualificar o relacionamento estabelecido entre público e empresa por meio de ações de branding e marketing promocional.

Análise de dados

A análise é parte integrante do trabalho do departamento de trade marketing. Afinal, são os dados que geram um maior entendimento sobre ponto de venda e consumidores. Com base nisso, é possível gerar insights valiosos para otimizar as estratégias adotadas – tanto pelo próprio departamento de trade marketing, quanto por outras áreas da empresa.

5 ferramentas de trade marketing para utilizar em sua distribuidora

Vejamos, então, cinco ferramentas de trade marketing para aplicar em sua distribuidora.

1. Controle de budget

É muito importante manter o controle financeiro das ações promocionais realizadas no PDV, visando uma melhor alocação dos recursos disponíveis. Quanto a isso, vale lembrar aquela velha máxima: “o que não é conhecido, não pode ser medido. E o que não é medido, não pode ser gerenciado”.

Pensando nisso, sempre faça a gestão de custos a partir do maior nível de detalhamento possível. Essa medida será empregada no cálculo do custo de servir cada cliente e nas demais decisões de alocação feitas pelo departamento de trade marketing.

Nossa primeira indicação de ferramenta, portanto, é o controle de orçamento. Ele pode ser feito por intermédio dos recursos a sua disposição, como planilhas e formulários. No entanto, o mais recomendado é sempre contar com um sistema de informações capaz de reunir todos os dados e gerar relatórios gerenciais.

2. Calendário promocional

Um calendário promocional bem planejado é outra ferramenta de trade marketing poderosa para quem deseja potencializar seus resultados em vendas. Para isso, é importante aliar planejamento a um bom conjunto de ações de execução.

As ações em questão devem ser organizadas por canal e por cliente. Isto é, os gestores não podem desconsiderar as particularidades de cada interface estabelecida com o público.

Clientes-chave (key accounts – KA), por exemplo, devem ser tratados individualmente no calendário de trade marketing. As datas de suas ações e respectivos cronograma de atividades devem ser bem definidos e planejados.

Para os gestores de trade marketing que ainda não sabem por onde começar o planejamento do calendário promocional 2022, vale utilizar como referência a metodologia OKR. Esse recurso funciona como uma ferramenta de comunicação interna, capaz de integrar os esforços entre diferentes equipes, como foco em um objetivo comum.

3. Gestão da equipe de campo

Falar em ações de merchandising realizadas sem auxílio de ferramentas de controle de execução é algo incompatível com as boas práticas de trade marketing adotadas nos dias de hoje. Afinal, conhecer, em tempo real, o que acontece nos PDV’s é indispensável para uma gestão orientada por resultados.

Por meio de aplicativos próprios para a gestão da equipe de campo, é possível acompanhar a jornada de trabalho dos promotores e estabelecer uma comunicação assertiva junto a eles. Além disso, os gestores podem acompanhar questões como:

  • visitas;
  • preço;
  • ruptura;
  • share de gôndola;
  • mix de produtos.

4. Matriz de MPDV

Outra ferramenta de trade marketing que pode ser implementada no início de qualquer operação é a chamada matriz de material de ponto de venda. Esse trabalho pode ser feito para cada canal de forma individualizada.

Se sabemos como o shopper interage no canal, a estratégia do produto destinado àquele canal precisa levar em conta a necessidade de aplicação do material disponível. A melhor forma de organizar tudo isso é criando uma matriz de aplicação como ferramenta de orientação de desenvolvimento e investimento no MPDV por canal.

5. RFV e Áreas brancas

A utilização estratégica de dados, há muito tempo, deixou de ser um diferencial e se tornou uma necessidade. Em relação ao trade marketing, o cenário não é diferente. É preciso utilizar as informações disponíveis no planejamento das estratégias de merchandising.

Pensando nisso, é importante ficar atento à utilização de duas ferramentas em particular:

  • RFV: Recência, Frequência e Valor. RFV é uma das ferramentas de trade marketing que busca imprimir mais eficiência na gestão da carteira de clientes e nos resultados das ações implementadas, com foco na geração de demanda. Possibilita o planejamento da carteira de clientes da sua equipe de vendas, além de ser um CRM que foi inventado pelo exército americano e aplicado no varejo pelo Walmart na década de 70.
  • Áreas brancas: essa ferramenta visa identificar oportunidades geolocalizadas dentro das áreas de atuação. É muito normal, mesmo em grandes operações, encontrar oportunidades em cidades e bairros ainda não atendidos. Plotando a informação no mapa, as áreas não atendidas ficam brancas (razão da nomenclatura desta ferramenta de trade marketing). É uma forma visual que as equipes de trade têm para ajudar e orientar a área comercial nas oportunidades de negócio.

Conheça as soluções em trade marketing da MaximaTech

A MaximaTech conta com soluções inovadoras na área de trade marketing. Nos tópicos a seguir, descrevemos o que podemos fazer por seu negócio.

Desafios dos promotores que ajudamos a resolver

• Alto índice de ruptura de produtos no PDV (gôndola e estoque);

• Perda de vendas pela demora na comunicação entre promotores e gestores; comerciais;

• Desconhecimento do status do PDV por parte dos gestores;

• Dificuldade no acompanhamento do posicionamento dos concorrentes.

Gestão da equipe de promotores

• Dificuldade no controle da localização e das atividades realizadas pelos promotores durante o horário de trabalho;

• Demora nas visitas aos clientes;

• Ausência de dados de produtividade da equipe.

Pesquisas e registros

• Falta de captura de imagens no check-in, check-out e durante as pesquisas;

• Dificuldade de comparar as ações e preços de concorrentes;

• Dificuldade na customização de pesquisas de seu interesse específico;

• Mensuração da satisfação do PDV.

https://youtu.be/Latak7TRYVs

Alguns recursos do maxPromotor

• Adequação ao modelo de loja perfeita;

• Alerta para área comercial e decisores quando cliente está necessitando de algum produto;

• Relatório de visitas totais, concluídas, pendentes, não realizadas;

• Controle de check-in e check-out;

• Estabelecimento de metas para equipe de trade;

• Realização de Planogramas;

• Criação de agenda;

• Criação de rota fixa e periódica;

• Roteirização dos promotores;

• Pesquisa de preços de concorrentes;

• Registro fotográfico complementar à pesquisa;

• Criação de pesquisas customizáveis;

• Anotações sobre faltas, atrasos e pesquisa de coaching;

• Dados individuais de produtividade;

• Feedbacks

• Cumprimento da jornada de trabalho, permitindo inclusive início após a hora do almoço para quem atua com este modelo

• Cerca Virtual, realização de check in no raio ao cliente

• Integração com maxPedido (notificação de ruptura diretamente na tela do aplicativo do vendedor)

• Limite a quantidade de fotos permitidas como resposta para não sobrecarregar o seu servidor

• Visualize as marcações de jornada do promotor como são apresentados os registros de check-in e check-out

Ficou interessado? Acesse nosso site e solicite o contato de uma de nossos consultores.


Em vez de ler que tal ouvir este artigo?

 

Cada decisão que um cliente ou cliente em potencial toma envolve mais do que razão — há, também, muitas emoções e aspectos subconscientes em jogo. Com isso, um dos segredos do sucesso de negócios como atacados distribuidores é entender a psicologia por trás desses processos decisórios e, dentro disso, como os gatilhos mentais podem ajudar nas vendas. 

Você quer tornar sua equipe comercial ainda mais eficiente em suas abordagens? Está em busca de soluções para que seu funil de vendas seja ainda mais fluido? Quer facilitar o processo de tomada de decisões de seus clientes?

Então, continue a leitura. Neste artigo, você saberá mais sobre o conceito por trás dos gatilhos mentais, como eles funcionam e como aplicá-los para otimizar seus resultados comerciais no atacado distribuidor.

O que são gatilhos mentais?

O cérebro humano é incrivelmente complexo, com muitas decisões diárias para processar. Para fazer isso, ele conta com mecanismos para tomar decisões rapidamente – que funcionam como espécies de atalhos, dentre os quais estão os gatilhos mentais.

Esses são gatilhos psicológicos que sua distribuidora pode utilizar para estimular ações desejadas (como conversões em vendas) entre seu mercado-alvo.

Na psicologia, um “gatilho” é visto como uma experiência de ter uma forte reação emocional a palavras ou ações específicas. Isso aplicado ao marketing e ao comercial fornece uma base para impulsionar as vendas.

Esses gatilhos podem ser internos e externos. Gatilhos externos são coisas que acontecem externamente à pessoa. Eles podem assumir muitas formas, mas geralmente estão ligados aos nossos sentidos.

Por exemplo, eles podem ser visuais, como a organização de uma gôndola no ponto de venda ou a exibição de materiais promocionais dentro da estratégia de trade marketing. Ou, ainda, eles podem estar relacionados ao cheiro, como quando ocorrem degustações de um alimento no varejo e o visitante associa, por exemplo, o aroma de um bolo à sua infância e ao aconchego; ou o inebriante cheiro de uma carne a um churrasco repleto de amigos e isso o remete a sentimentos positivos e desejados.

Com isso, já é possível imaginar como o uso de gatilhos mentais pode contribuir para as vendas do atacado distribuidor. Entretanto, para isso, é preciso compreender mais sobre o seu funcionamento e os gatilhos existentes, como veremos adiante.

→ Para conhecer outras formas de alavancar suas vendas, confira o vídeo:

Como os gatilhos mentais contribuem para a tomada de decisão?

Como vimos, o nosso cérebro conta com alguns recursos para ajudar a lidar com a carga enorme de decisões que precisamos tomar a cada dia. Entre esses, os gatilhos mentais contribuem para otimizar o tempo e a energia despendidos nesses processos, enquanto a nossa consciência consegue, então, manter o foco em outras prioridades.

Com isso, temos uma divisão de dois sistemas de pensamento:  

  • Sistema 1: ágil, instintivo, mais emocional e subconsciente. Demanda menor esforço para a resolução de problemas.  
  • Sistema 2: mais vagaroso, lógico, pragmático e calculista. É o sistema utilizado quando problemas e desafios exigem mais foco, atenção, concentração e atividades de raciocínio consciente.

Desse modo, os gatilhos mentais para a tomada de decisões mais simples estão associados ao sistema 1. Isso quer dizer que, para vender mais no atacado distribuidor, deve-se buscar caminhos para estimular o cliente a utilizar este sistema para agilizar a sua tomada de decisão.

Gatilhos mentais são formas de manipular pessoas?

A resposta é: não. Seu uso deve estar associado a uma estratégia ética, humanizada e responsável, desencadeando resultados a partir de uma predisposição natural do seu cliente ou do shopper no PDV.

Assim, eles não são maneiras de manipular, mas de persuadir, isso é, você não faz com que o cliente compre algo que não quer ou que se arrependerá e irá gerar devolução de mercadoria — isso, na verdade, levaria o negócio a níveis baixíssimos de fidelização, recomendação e outros resultados também desejados.

Os gatilhos mentais, então, são maneiras de persuadir a outra parte, apresentando um argumento para consideração, uma experiência ou apelo que evoque sensações e que ajude a facilitar a sua decisão e o processo de escolha.

Por que usar gatilhos mentais nas estratégias de vendas do atacado distribuidor?

Os gatilhos mentais funcionam como sinais subconscientes que reforçam, com base em experiências ou desejos anteriores, o que o cliente gosta ou não, prefere ou não, etc.

Dessa forma, eles desempenham um papel relevante nas estratégias de vendas e, se você os aplicar corretamente, poderá levar suas conversões para o próximo nível.

Afinal, uma das melhores maneiras de vender algo é demonstrar aos seus clientes porque eles deveriam comprar isso para resolver suas dores, seus desejos e necessidades. E muitos hacks da psicologia podem ser utilizados para isso, de modo que se compreenda o que os clientes querem e valorizam e que informações ou estímulos eles precisam para avançar em seu processo decisório.

É por isso que os gatilhos mentais são tão importantes. Estudos mostram que até 95% do nosso processo de tomada de decisão depende de emoções e de elementos menos “racionais” para que façamos escolhas.

Isso quer dizer que, mesmo antes de uma decisão atingir o nível consciente, ela já tem suas bases no inconsciente e fomento nas emoções do cliente. Os gatilhos, nesse contexto, ajudam a trazer à consciência essas escolhas.

Dessa forma, o atacado distribuidor consegue atrair sua atenção, estimular uma ação e afastar objeções de modo natural para que a decisão do cliente seja feita. E isso, é claro, tem enorme potencial para alavancar as vendas da empresa.

→ Está em busca de mais estratégias para vender mais? Então, confira as dicas deste vídeo:

8 gatilhos mentais para você usar na sua estratégia de vendas

Agora que você já sabe mais sobre o que são e como funcionam os gatilhos mentais, conheça alguns exemplos desses atalhos psicológicos que podem ser utilizados em sua estratégia de venda.

1 – Autoridade

Ser reconhecido como uma autoridade pode ser um grande diferencial para o seu atacado distribuidor. Afinal, isso significa ser uma marca referência em seu mercado, o que é uma distinção favorável para que um potencial cliente considere o seu negócio o melhor do ramo e, assim, compre de você.

Portanto, esse gatilho mental faz com que seu negócio ganhe confiabilidade e relevância para o seu público de interesse.

Para ser visto como uma voz de autoridade em seu mercado, há diversas estratégias disponíveis:  

  • É possível, por exemplo, criar e compartilhar conteúdos de qualidade, demonstrando seu conhecimento e expertise aprofundados sobre sua especialidade para ajudar a educar seu público e demonstrar sua autoridade no assunto. 
  • Utilizar a marca de seus clientes atuais em seu site, propostas comerciais e em outros materiais também ajuda a demonstrar que grandes empresas já confiam na autoridade de seu atacado, contribuindo para transferir essa percepção também para seus prospects
  • Trabalhar com dados e fatos que ajudem a criar esse tipo de chancela. Por exemplo: “x grandes marcas da sua região já são nossos clientes”; “x clientes já aproveitaram essa promoção”, etc.

2 – Escassez

Ninguém quer perder uma oportunidade em que está interessado, e é aí que entra o princípio da escassez. No geral, as pessoas tendem a querer o que não podem ter, desejam acesso a algo que é restrito. E isso é um dos mais poderosos gatilhos mentais de vendas.

Tudo isso é embasado em muitos estudos. O mais famoso foi feito em 1975 por Stephen Worchel, que testou a atratividade de dois potes de biscoitos diferentes: um que estava cheio e outro que continha apenas algumas unidades.

Os participantes do teste foram informados de que havia menos de um dos biscoitos devido a um acidente ou alta demanda. Como resultado, as pessoas classificaram os biscoitos mais escassos como sendo mais valiosos e mais desejáveis.

Na prática, o seu atacado distribuidor pode utilizar este gatilho em ações como:  

  • Apresentar números de estoque ou disponibilidade dos produtos. 
  • Criar promoções por tempo limitado para adquirir uma oferta de produto. 
  • Se você tem um canal de vendas online ou catálogo digital, informar na página do produto que há “somente 5 unidades em estoque” pode acelerar a decisão de compra do cliente. 
  • Oferecer entrega grátis ou um desconto “apenas para os 5 primeiros compradores” e ações desse tipo.

3 – Urgência

Criar um senso de urgência é um gatilho mental que funciona muito bem no setor de atacados distribuidores.

Este gatilho está bastante associado ao anterior e também ajuda a fazer com que o cliente compreenda que, se ele não comprar rapidamente, talvez não consiga mais obter uma oferta tão boa como aquela. Isso cria um senso de oportunidade de grande relevância para as vendas.

Para aplicar esse gatilho mental em sua estratégia, é possível:  

  • Criar urgência em relação aos prazos de entrega. Campanhas como “compre até o horário X hoje e receba seu pedido amanhã” podem agilizar bastante a decisão do cliente e fazê-lo ficar satisfeito por fazer um bom negócio.  
  • Desenvolver outras ofertas por período limitado também pode alavancar as vendas. A Black Friday é um grande exemplo disso. A curta janela de tempo para tomar uma decisão cria uma sensação de receio de perder uma ótima oferta e leva as pessoas a garantirem seu pedido enquanto ainda é possível.  
  • Destacar em suas abordagens pontos como “essa oferta ou condição só é garantida até amanhã”, ou “essa é a última chance de aproveitar esse parcelamento” e outras do tipo.

→ Quer ter insights sobre como adicionar esse e outros gatilhos no pitch de vendas? Descubra tudo aqui:

4 – Ancoragem

Em 1974, os psicólogos cognitivos Daniel Kahneman e Amos Tversky identificaram o que ficou conhecido como “heurística de ancoragem”. Uma heurística, também conhecida como viés cognitivo, é um atalho mental que usamos para simplificar um problema complexo.

Temos a tendência de confiar mais na primeira informação que recebemos do que nas subsequentes para tomar uma decisão. Uma vez que uma âncora é colocada, as decisões são tomadas em torno dela.

É por isso que esse é um dos gatilhos mentais mais poderosos para trabalhar com preços e descontos.

De fato, em um estudo sobre descontos em supermercados, descobriu-se que o preço unitário múltiplo aumentou as vendas. No estudo, um anúncio dizia: “4 rolos de papel higiênico por US$ 2”, enquanto o outro dizia “à venda, US$ 0,50/rolo”.

O primeiro anúncio teve um desempenho muito melhor para gerar vendas — 40% maior. Neste estudo, verificou-se que o número “4′ foi utilizado como âncora e fez com que a oferta parecesse melhor para o cliente.

Outro viés desse gatilho está associado à máxima de que “a primeira impressão é a que fica”. Você pode utilizar isso, por exemplo ao:  

  • Quando apresentar uma promoção, primeiro expor o valor original e, depois, o promocional (de R$ 50,00 por R$ 35,00, por exemplo). O cliente verá o preço com desconto e em breve estará pronto para tomar a decisão, percebendo que há uma vantagem clara na compra. É assim que o preço âncora ajuda a aumentar as vendas. 
  • Outra forma é colocar lado a lado um produto semelhante, mas de valor mais alto, e outro que você precisa fazer girar mais rapidamente, com um valor mais baixo.

→ Para mais dicas de como trabalhar estrategicamente com os preços, baixe o Guia completo sobre descontos no atacado distribuidor

5 – Prova social

Prova social é um termo psicológico cunhado por Robert Cialdini em 1984. O fenômeno também pode ser chamado de influência social informacional, e é quando as pessoas “copiam” e se inspiram nas ações de outras.

Portanto, este é um gatilho que trabalha o desejo de pertencimento e de ser aceito em um grupo para ajudar a construir confiança para validar uma escolha.

Na estratégia de vendas do atacado distribuidor, você pode aplicar esse gatilho ao:  

  • Apresentar depoimentos de outros clientes satisfeitos. 
  • Compartilhar cases que demonstrem aos seus leads como seu atacado está ajudando os clientes a vencerem desafios semelhantes aos deles. 
  • Exibir avaliações positivas e classificações de seus produtos. 
  • Utilizar esses recursos nos espaços e momentos de conversão, para agilizar e facilitar a tomada de decisão. 
  • Apresentar os produtos mais vendidos do catálogo ou de uma categoria. 
  • Nas abordagens de vendas, utilizar argumentos como: “o cliente x enfrentou também esse problema e, com o nosso atendimento personalizado e produtos de qualidade, ajudamos ele a vencer o desafio e aumentar suas vendas”.

6 – Afeição

De modo geral, temos mais facilidade para falar “sim” para quem conhecemos e apreciamos. Isso está por trás do gatilho mental da afeição.

Este mecanismo pode se fazer presente em sua estratégia ao:  

  • Desenvolver melhorias que ajudem a elevar a satisfação dos clientes. 
  • Na abordagem e ao longo do relacionamento com o cliente, construir afinidade e alinhamento de visão e valores. 
  • Nutrir o relacionamento, mesmo em momentos nos quais as compras não estejam tão ativas. 
  • Apresentar um atendimento mais personalizado e consultivo. 
  • Investir em branding para que a sua marca seja mais conhecida e referenciada no mercado. 

→ Para saber mais sobre como otimizar a abordagem de seu time, baixe gratuitamente o Guia de ouro para treinar sua equipe de vendas em tempos difíceis

7 – Reciprocidade

Uma das normas mais difundidas e básicas da cultura humana está incorporada à reciprocidade. Este é um princípio da psicologia social, indicando que, muitas vezes, sentimos a necessidade de devolver o valor que recebemos dos outros.

Entre os gatilhos mentais, o princípio é simples: quando você recebe algo, é mais provável que você dê algo de volta para essa mesma fonte. Isso vai desde uma gentileza e atenção até itens tangíveis.

Em vendas, isso faz com que seja mais fácil de fazer negócios com quem já está conectado à sua marca e que recebe dela algo relevante e de valor.

Na aplicação prática, isso pode resultar em ações do tipo:  

  • Oferecer brindes e condições diferenciadas para clientes fiéis. 
  • Compartilhar conteúdos e dicas que ajudem a outra parte com algum problema ou oportunidade. 
  • Enviar mensagens em datas especiais, como no aniversário do comprador. 
  • Ter uma abordagem mais consultiva, demonstrando entender seu cliente e interesse em ajudá-lo a vencer seus desafios.

8 – Novidade

Em um nível fisiológico, a novidade aumenta a liberação de dopamina no cérebro. Quando tentamos algo novo, esse neurotransmissor é liberado e, com isso, temos uma sensação de prazer.

Entre os gatilhos mentais, essa é uma maneira de associar atualizações nos catálogos de produtos, novos canais de atendimento e relacionamento e outras inovações a um senso de recompensa e de experimentação de algo positivo.

Para isso, você pode:  

  • Planejar com cuidado suas campanhas e ações de lançamento. 
  • Valorizar e destacar as novidades implementadas e que impactem na relação e na rotina do cliente — como a implementação de um app de pedido de venda
  • Fazer atualizações que sejam perceptíveis e gerem valor ao cliente. 
  • Mudar materiais de divulgação e outros buscando melhorias constantes favoráveis a todas as partes.

E então, pronto para começar a aplicar gatilhos mentais para vender mais? Para outras dicas, siga acompanhando os novos conteúdos do nosso blog.

Em vez de ler, que tal ouvir?

As ferramentas logísticas desempenham um papel cada vez mais importante para o atacadista distribuidor. O mundo atravessa um momento de transformação digital, e o uso das melhores tecnologias permite otimizar processos, reduzir custos e aumentar a eficiência.

No mercado do atacado, a eficiência na entrega dos pedidos é um fator determinante. Os clientes desejam receber suas mercadorias no menor tempo possível – e sem qualquer falha no processo. Para colocar isso em prática, não é possível depender apenas de processos manuais.

Mas quais são as ferramentas logísticas que podem ser usadas para obter o melhor desempenho no atacado distribuidor? Descubra ao longo deste artigo.

Qual a importância da tecnologia no sistema logístico do atacado distribuidor?

Cada vez mais, a logística ocupa um papel de protagonismo para o sucesso do atacado distribuidor. Para gerenciar volumes de entrega crescentes e manter a satisfação do cliente, os atacadistas precisam de sistemas digitalizados para orquestrar suas operações.

De fato, muitos dos principais recursos desses sistemas já foram amplamente adotados. De acordo com uma pesquisa recente com fornecedores de logística, 58% já estão usando alguma forma de despacho e roteamento automatizados e 42% planejam adquirir. Os mesmos níveis de adoção se aplicam ao lote de pedidos e outras táticas para uma logística eficiente.

A possibilidade de automatizar processos e gerenciar informações com eficiência reflete na qualidade das entregas e na redução de custos. Além disso, à medida que a tecnologia avança e muda, os softwares também mudam para atender às necessidades da empresa.

-> Ouça: Como a tecnologia para logística de entrega ajuda na redução do SLA e TMA

O que deve ser levado em consideração ao escolher ferramentas logísticas?

Quando falamos de ferramentas logísticas, existem inúmeras opções – que podem auxiliar de diferentes formas nas operações do atacado distribuidor. Entretanto, é importante considerar cuidadosamente alguns fatores antes de decidir. Veja quais são os principais deles:

  • Facilidade no uso. Ferramentas logísticas fáceis de usar e navegar serão mais fáceis para os funcionários implementarem. Elas também devem ser abrangentes o suficiente para atender à maioria das necessidades de negócios, sejam elas pequenas ou grandes.
  • Analise as funcionalidades. É importante selecionar ferramentas logísticas que suportem operações multitarefa. Isso permite que as empresas realizem várias tarefas simultaneamente, o que aumenta a produtividade e a eficiência e reduz os custos operacionais.
  • Escalabilidade da ferramenta. As empresas podem crescer em tamanho e área coberta por seus negócios. Portanto, é importante escolher ferramentas logísticas escaláveis, que sejam ajustáveis para acompanhar o crescimento do negócio.
  • Qualidade do suporte. As empresas devem sempre selecionar ferramentas logísticas que ofereçam um bom suporte ao cliente. O suporte técnico também é importante, especialmente quando alguns dos novos recursos ou alterações não funcionam tão bem quanto o esperado.
  • Avalie as necessidades do seu negócio. Ao decidir sobre um software de logística, muitas empresas vão querer selecionar um pacote que atenda às suas necessidades de negócios. Também é importante garantir que o software funcione sem problemas com os produtos vendidos pelo seu atacado.

-> Ouça: 5 medidas para reduzir drasticamente o custo logístico

5 ferramentas logísticas para o atacado distribuidor

1. WMS – Sistema de gerenciamento de armazém

A gestão de armazém é um termo abrangente para os processos envolvidos na execução e supervisão das operações diárias de um armazém. O gerenciamento de armazém considera tudo, desde o layout do armazém e gerenciamento de mão de obra até as atividades do dia a dia, como recebimento e gerenciamento de estoque, atendimento de pedidos e coordenação com parceiros de envio.

O gerenciamento eficaz do armazém otimiza e integra todas essas facetas das operações do armazém para maximizar a produtividade e a eficiência, facilitando o atendimento de pedidos rápido e preciso, mantendo os custos baixos.

Um sistema de gerenciamento de armazém (WMS) pode fornecer informações em tempo real sobre qualquer aspecto das operações do armazém, desde a localização de cada item até o número de funcionários na área de embalagem. Ele ajuda a gerenciar e otimizar os processos do armazém, desde o agendamento da força de trabalho até a coleta de itens e pedidos de envio.

O software pode tornar cada uma dessas etapas mais eficiente, economizando tempo e dinheiro, já que a cadeia de suprimentos é um importante centro de custos para a maioria das empresas.

2. TMS – Sistema de gerenciamento de transporte

Um sistema de gerenciamento de transporte (TMS) é um software especializado para planejar, executar e otimizar o embarque de mercadorias. Os usuários executam três tarefas principais em um TMS: localizar e comparar as taxas (preços) e serviços das transportadoras disponíveis para enviar o pedido de um cliente, reservar a remessa e acompanhar seu movimento até a entrega.

Os objetivos mais amplos de usar um TMS são melhorar a eficiência de envio, reduzir custos, obter visibilidade da cadeia de suprimentos em tempo real e garantir a satisfação do cliente.

Um TMS é uma das principais tecnologias usadas no gerenciamento da cadeia de suprimentos – englobando o planejamento e execução dos processos dessa cadeia.

-> Confira também: O que é WMS e TMS?

3. CRM – Gestão de relacionamento com o cliente

Considerando uma grande variedade de empresas que podem atuar no mesmo ramo que você, os clientes devem percorrer uma longa jornada antes de escolher uma. Eles costumam enviar solicitações para várias empresas simultaneamente para entender qual seria a mais adequada e benéfica para eles.

A parte mais substancial da receita da empresa vem de clientes regulares. Assim, as empresas do atacado distribuidor se concentram em melhorar o gerenciamento do relacionamento com o cliente para superar os concorrentes e transformar clientes em potencial em clientes leais. Uma das melhores maneiras de garantir isso é um software de CRM.

Ao fornecer ferramentas que otimizam a interação com os clientes, o CRM facilita a conquista de clientes potenciais, a construção de relacionamentos de longo prazo com eles e a realização de negócios lucrativos.

Os sistemas de CRM têm uma variedade de vantagens que melhoram o relacionamento com os clientes e estabelecem uma cooperação produtiva dentro da equipe ao mesmo tempo. Eles também fornecem todos os recursos para aprimorar o planejamento de desenvolvimento de negócios. Como seu principal objetivo é automatizar e otimizar a interação com os clientes, eles economizam significativamente seu tempo e o tempo de seus clientes. Veja seus principais benefícios:

  • Processamento automatizado de solicitações
  • Vendas e marketing otimizados
  • Gerenciamento de dados conveniente
  • Maior eficiência de custos
  • Melhor atendimento ao cliente
  • Colaboração em equipe organizada

4. ERP – Sistema de gestão integrado

Um sistema ERP (Enterprise Resource Planning) permite que uma organização gerencie efetivamente seu fluxo de informações em um hub central, combinando todas as funções de negócios em um recurso de software facilmente acessível.

Há muitos benefícios em usar um sistema ERP em vários setores. Na logística para o atacadista distribuidor, o ERP pode ser uma ferramenta poderosa para gerenciar o fluxo de informações diárias em dados em tempo real, que podem ser acessados ​​por qualquer pessoa, em qualquer lugar.

Um sistema ERP pode auxiliar as empresas do atacado na gestão logística de forma eficaz, auxiliando na redução de riscos e custos da empresa. Algumas das maneiras pelas quais um sistema ERP pode beneficiar processos logísticos incluem:

  • Controle de inventário
  • Distribuição
  • Gerenciamento de equipe
  • Sistema personalizável
  • Custos reduzidos

5. Software de gestão logística

Como qualquer outra área de negócio, a logística e a cadeia de suprimentos também são afetadas pelo avanço da tecnologia. As crescentes demandas e o complexo processamento do negócio logístico exigem profissionalismo e eficiência. Com o desenvolvimento de software de logística, você estará um passo à frente de seus concorrentes.

O uso de software de logística permite que as empresas do atacado aproveitem as tecnologias emergentes para melhor gerenciamento de frota em tempo real, comunicação simplificada e melhor atendimento ao cliente. Isso simplificará os ciclos de produção e os tornará mais acessíveis.

Veja alguns dos benefícios dessa ferramenta:

1. Maior controle e eficiência

Com a implementação do software de logística de transporte, você testemunhará a primeira vantagem em maior controle sobre as operações logísticas em andamento em seu negócio. Isto irá ajudá-lo a gerir de forma eficiente a entrega das suas mercadorias juntamente com o transporte.

2. Menos risco de erro

Um software de gestão logística mantém todas as suas informações atualizadas e permite o acesso a todos os membros da equipe. Com isso, você reduz bastante o risco de erro. Do rastreamento de motoristas a vendas, você pode obter informações sobre qualquer aspecto a qualquer momento.

3. Economiza tempo

Devido ao processamento digital, você naturalmente acelera o fluxo de trabalho à medida que reduz a demanda por papelada física. Isso melhora a eficiência geral e torna o gerenciamento de tempo mais eficaz.

4. Aumento da lucratividade

Por último, mas não menos importante, a implementação de um software de logística de transporte pode ajudar a melhorar a lucratividade geral do seu negócio. Por exemplo, em uma empresa iniciante, pode reduzir a necessidade de contratar profissionais de logística internos, o que reduz o custo. Também ajuda a melhorar a produtividade geral de seus negócios e funcionários, pois o software facilita o uso por qualquer membro da equipe.

Conheça as soluções de logística de entrega da MáximaTech!

As soluções de logística de entrega da MáximaTech são ideais para atacadistas que desejam otimizar seus processos e maximizar a eficiência. Com auxílio dessa tecnologia, você monta a sua carga automaticamente em 10 segundos e traça a rota perfeita até o cliente, garantindo o menor tempo e o menor custo!

Veja os problemas dos gestores de logística que ajudamos a resolver

  • Alto custo com o combustível e a manutenção da frota
  • Rápida depreciação da frota
  • Planejamento informal da rota, feito pelo motorista
  • Ineficiência no planejamento das cargas
  • Não utilização de toda a capacidade de cada caminhão
  • Ociosidade da frota
  • Endereços e/ou localizações erradas
  • Ausência de controle de romaneios

maxRoteirizador

Otimize seu trajeto com a roteirização do percurso, reduza ao máximo os custos com a frota e eleve o número das entregas diárias por rota com o maxRoteirizador.

Planeje suas janelas e condições de entregas, levando em consideração o local e as restrições do cliente, o tipo de caminhão utilizado e o tipo de mercadorias a entregar.

Alguns recursos do maxRoteirizador:

  • Montagem de cargas de maneira manual simplificada ou automática, em apenas 10 segundos, visando a capacidade máxima do caminhão.
  • Cadastros de clientes com mais de um local de entrega
  • Entregas mais rápidas e no melhor caminho com a precisão do google maps.
  • Cálculo sobre a previsão de custos na montagem da carga
  • Rodízio de caminhões, evitando o desgaste dos veículos
  • Acompanhamento visual e financeiro entre as rotas executadas e a rota planejada
  • Aplicativo online e offline com geolocalização realizada através das APIS do Google maps
  • Localização precisa do cliente utilizando os mapas da Google
  • Painéis simples com demanda diária
  • Romaneios digitais

Você gostou das nossas dicas de ferramentas logísticas? Quer conhecer melhor as soluções da MáximaTech? Então visite nossa página e solicite uma demonstração!

Caso de Sucesso Café Viana - MáximaTech
Caso de Sucesso Café Viana - MáximaTech Ao invés de ler, que tal ouvir esta história de sucesso? A Café Viana é uma empresa que está há mais de 50 anos no mercado. Localizada em Imperatriz, no Maranhão, a indústria de alimentos atua com itens que variam entre uma  diversidade de cafés a temperos e alimentos, como tapioca e flocão. Além disso, a empresa também atua no ramo de distribuição de alimentos como JR Cunha Distribuidora.. Leia mais

A segurança da informação é um tema amplamente debatido ao longo dos últimos anos, sobretudo depois da aprovação e início da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados, a chamada LGPD.

Desde que os dispositivos dessa nova regulamentação passaram a valer, milhares de empresas de todo o país foram obrigadas a reorganizar sua própria operação na tentativa de conferir um melhor tratamento aos dados pessoais obtidos de clientes. A propósito, devemos lembrar que a lei prevê multas e sanções rigorosas a quem a descumprir.

No entanto, esse não é o único motivo para que as empresas em geral passem a investir em segurança da informação, haja visto o número crescente de novas ameaças nessa área. Com o passar dos anos, grupos criminosos refinaram seus métodos e passaram a agir de forma muito mais qualificada na realização de ataques hackers.

Nesse cenário, é um imperativo para as empresas criarem mecanismos de defesa, protegendo a integridade de seus sistemas. E é justamente por isso que falaremos neste artigo sobre a importância da segurança da informação e de melhores práticas a serem adotadas. Continue a leitura e saiba mais.

O que é segurança da informação?

Atualmente, estamos vivendo o que podemos chamar de Era da Informação. Nesses tempos, a informação é encarada como ativo estratégico, capaz de fundamentar estratégias de negócio, conferir diferenciais competitivos a organizações e ser comercializada como uma moeda de troca.

Em resumo, podemos dizer que a informação, mais do que um ativo, é poder. Logo, medidas relacionadas à segurança precisam ser implementadas.

Para ficarmos apenas com um exemplo prático, imagine que todos os dados de fornecedores de seu atacado distribuidor, do dia para a noite, desaparecessem. Ou, ainda, que todos os registros relacionados a estoque ou folhas de pagamento fossem corrompidos, apagados.

Conseguiu imaginar o tamanho do problema? Ainda que sua empresa seja capaz de se recompor após esse inconveniente, o trabalho envolvido para isso seria gigantesco, levando a grandes prejuízos.

Dito isso, podemos falar de segurança da informação conceitualmente como um conjunto de boas práticas, softwares, hardwares e peoplewares que uma empresa deve aplicar para assegurar a proteção de dados.

É muito importante tratar desse conceito, pois quando falamos em segurança da informação, muitos gestores imaginam que todo o esforço nessa área se resume ao investimento em um bom antivírus. No entanto, como veremos a seguir, o trabalho vai muito além disso.

Quais as principais ameaças relacionadas à segurança da informação?

Vejamos um breve resumo sobre as principais ameaças à segurança da informação.

Ataques hackers

Quando falamos em segurança da informação, a primeira coisa que nos vem à mente são ataques hackers, não é mesmo?

Essa percepção se justifica pelo crescente número de ações de grupos criminosos tendo empresas como alvo. A partir de métodos variados, eles invadem os servidores de organizações de diferentes segmentos e portes, seja para roubar dados pessoais de clientes, acessar informações sigilosas ou simplesmente prejudicar a operação do negócio.

Em casos recentes, tivemos até mesmo denúncias relacionadas ao sequestro de informações. A partir do uso de malwares, criminosos criptografam o conteúdo de um servidor ou computador pessoal, disponibilizando as chaves criptográficas às vítimas somente depois da realização de um pagamento, que deve ser feito em Bitcoin. Dessa forma, os hackers não podem ser identificados.

Integridade de dados

A integridade dos dados é outro ponto importante a ser mencionado. Afinal, mesmo que sua empresa não seja alvo de grupos criminosos, qualquer problema relacionado à guarda das informações representa uma ameaça à sua operação.

É comum, por exemplo, que empresas enfrentem problemas com servidores, perdendo dados importantes. Em muitos casos, isso se deve à falta de parâmetros adequados no tratamento e guarda das informações.

Na tentativa de gerenciar esse tipo de risco, um recurso bastante empregado é a computação em nuvem em substituição aos servidores tradicionais. Trata-se de uma forma de garantir a segurança dos dados (salvos na nuvem e não em meio físico) e melhor gerenciar as condições de acesso a eles.

Confiabilidade

No ano de 2021, a notícia sobre um vazamento de dados chocou o país. Informações de mais de 220 milhões de brasileiros (número contempla falecidos), incluindo nome, CPF, renda e endereço, foram disponibilizados na internet.

Suspeita-se que a base de dados violada seja da Serasa Experian, órgão de proteção de crédito conhecido justamente por reunir informações dessa natureza de praticamente toda a população brasileira.

O evento esquentou o debate sobre a proteção de dados pessoais por parte das empresas, levantando uma série de questionamentos sobre o quão confiável são os parâmetros de segurança utilizados pelo mercado como um todo.

Para a Serasa, por exemplo, restou a obrigação de gerenciar uma crise de confiança sem precedentes junto a seus clientes e parceiros. Afinal, a impressão consolidada é de que a empresa não investiu o suficiente em cibersegurança.

E embora estejamos falando de uma grande empresa, o acontecido deve servir de lição para qualquer negócio. O gerenciamento de informações pessoais de clientes é uma atividade que não pode ser negligenciada.

Dicas fundamentais para garantir a segurança da informação no atacado distribuidor

Vejamos, então, quatro dicas fundamentais para garantir a segurança da informação no atacado distribuidor.

Crie políticas de segurança

Feita a identificação de dados considerados críticos pelo atacado distribuidor, é preciso uma Política de Segurança Interna (PSI) como forma de proteção a eventuais ameaças.

Uma PSI consiste em uma série de orientações e normas no tratamento e acessos de informações corporativas. Entre os pontos tratado pela política de segurança, devemos ter:

  • hierarquia para acesso aos dados;
  • informação a gerenciar e seus tipos;
  • mapeamento de riscos;
  • consequências de eventuais vazamentos;
  • possíveis vulnerabilidades da infraestrutura;
  • melhores práticas de segurança a serem adotadas.

A complexidade da Política de Segurança Interna dependerá da dimensão da estrutura de TI do atacado distribuidor. Ao final, o documento deve ser compartilhado entre todos os colaboradores, que ainda devem passar por treinamentos, conforme veremos a seguir.

Programe treinamentos com a equipe

Nem todos os funcionários de uma empresa contam com um conhecimento consistente de TI. Se formos pensarmos naqueles com alguma familiaridade com práticas de segurança, o número ainda cairá drasticamente.

Devemos também mencionar que, quanto maior o número de colaboradores e mais complexa for a operação do atacado distribuidor, maiores são os riscos de segurança envolvidos. Daí a necessidade de se promover treinamentos com a finalidade de implementar protocolos de boas práticas.

Com a ajuda de especialistas, avalie quais tópicos merecem ser abordados nos treinamentos e formações. E no caso de identificação de problemas de segurança a partir de vulnerabilidades de segurança criadas pelos próprios colaboradores, utiliza este evento como exemplo. As situações práticas auxiliam os usuários a identificarem o que não pode ser feito no dia a dia.

Realize rotinas de backup

Uma das maiores proteções contra a perda massiva de dados é a rotina de backup. Afinal de contas, é a partir desse trabalho que sua empresa poderá garantir a guarda das informações com segurança.

Contudo, algumas organizações não dão a devida importância para essa prática e acabam pagando caro por isso. O backup não deve ser realizado de qualquer maneira. É preciso seguir todas as boas práticas para garantir que em caso de necessidade a cópia esteja funcional para a recuperação.

O ideal é criar uma rotina de backup que contenha cópias em mais de um local, realizando o processo periodicamente, com menor intervalo para dados críticos e com testes de recuperação constantes.

Tenha um plano de contingência

Um plano de contingência é aplicado quando a empresa é vítima de um ataque ou de um evento inesperado relacionado a segurança das informações e precisa dar continuidade às suas operações da melhor maneira possível.

Esse plano deve levar em conta quais os cenários possíveis de violações e quais as principais medidas a serem colocadas em prática em caso. Essas medidas devem visar a continuidade da operação dos sistemas e o bom andamento dos fluxos de trabalho.

Em cenários como esses, todos os setores do atacado distribuidor devem saber como agir, garantindo, sobretudo, a proteção de dados críticos.

Gostou de saber mais sobre segurança da informação no atacado distribuidor? Como você mesmo pôde conferir, trata-se de um tema da maior relevância para os gestores de qualquer negócio.

Por isso, se sua empresa ainda não investe o suficiente no setor ou precisa passar por uma reestruturação, comece a avaliar quais medidas devem ser tomadas a partir das informações apresentadas aqui.

E para continuar acompanhando conteúdos direcionados para a gestão do atacado distribuidor, convidamos você a conferir mais um artigo diretamente do blog da MaximaTech. Desta vez, o tema é: LGPD: ENTENDA OS IMPACTOS DA LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS PARA DISTRIBUIDORES.

Em vez de ler que tal ouvir este artigo? A integração de dados de vendas com geolocalização e mapeamento é uma adição relativamente nova para o mundo do atacado distribuidor. No entanto, a tecnologia está rapidamente se tornando uma prática recomendada, especialmente para acompanhar o desempenho da sua venda externa. A geolocalização funciona identificando o local em que um indivíduo está em um mapa, por meio da tecnologia GPS presente nos smartphones dos seus vendedores. Além de permitir acompanhar o deslocamento do seu time de vendas, a tecnologia possibilita que sejam construídas rotas otimizadas até os clientes, reduzindo os custos com combustível. Conheça mais sobre como a geolocalização ajuda no trabalho do gestor comercial e como adotar essa tecnologia para controlar as vendas do seu atacado distribuidor!

O que é geolocalização?

Em termos bem simples, geolocalização é normalmente o termo que se refere à localização geográfica (latitudinal e longitudinal) de um dispositivo conectado à Internet (tablet, smartphone, entre outros). Normalmente, os serviços de geolocalização têm acesso a muitos bancos de dados que podem encontrar um dispositivo com base no seu endereço IP. Também é correto dizer que a geolocalização pode se dar por meio da triangulação de sinais emitidos por satélites, por meio de GPS, AGPS, radiofrequência e, mais recentemente, via Wi-Fi. É importante saber também que existem várias práticas de geolocalização, sendo estes três tipos de coleta de dados os mais comuns para proporcioná-las:

1. Coleta de dados baseada em dispositivo

A coleta de dados baseada em dispositivos depende de GPS e redes celulares, por isso é mais precisa em locais com mais pessoas porque há uma triangulação mais próxima. No entanto, quanto menor a densidade populacional, menor a precisão. Nesses casos, geralmente há atrasos ou pausas nos dados. Desde que os serviços baseados em localização estejam ativados e o aparelho tenha um chip GPS e um sinal de rede celular, ele pode acessar (e ser acessado por) esses serviços para encontrar sua localização geral por meio da triangulação GPS-torre-dispositivo. Obviamente, os serviços de Internet que têm acesso a isso levantam questões de privacidade. Portanto, para coleta de dados baseada em dispositivo:
  1. os usuários precisam permitir a detecção de localização em cada dispositivo (e para cada aplicativo);
  2. os sites precisam solicitar a localização de um visitante;
  3. a partir do Chrome 50, a API de geolocalização HTML funciona apenas em conexões seguras de sites (conforme indicado por https:// na URL, em vez de http://).

2. Coleta de dados baseada em servidor

O outro método de geolocalização usa a coleta de dados baseada em servidor vinculada ao endereço IP do dispositivo por meio de uma conexão Wi-Fi ou Ethernet. Os endereços IP são armazenados em bancos de dados onde os locais físicos estão associados a eles, mapeados por anos de mineração de dados. Esses dados são vendidos por prestadores de serviços terceirizados, o que significa que a precisão é tão boa quanto os dados do prestador de serviços. Sempre que o valor dos dados é baseado na precisão, mas a fonte dos dados é baseada na disponibilidade, a integridade dos dados torna-se suspeita. Os bancos de dados de localização baseados em IP não são diferentes, exceto que existem muitos mais deles. Seus servicers também têm seus próprios critérios sobre como os dados foram extraídos, permitindo que forneçam soluções personalizadas de geolocalização. Por exemplo, os dados de um provedor de soluções popular vêm de servicers que empregam consultas “inseridas pelo usuário”, que é uma abordagem direta para recuperar informações, como simplesmente pedir aos visitantes que insiram seus endereços em um formulário. Quando as informações são analisadas em relação às respostas de localização iguais ou semelhantes (dados de suporte), bem como verificadas por meio de algoritmos de localização (mais dados de suporte), elas são consideradas precisas ou, pelo menos, tão precisas quanto os dados disponíveis permitem. O que isso significa? Se informações incorretas suficientes forem inseridas ou se não houver informações suficientes disponíveis, os bancos de dados vão “adivinhar”. Então é isso: a precisão da geolocalização IP é baseada na quantidade de dados (e dados de suporte) relacionados a um local específico, bem como na pontualidade dessa aquisição de dados por meio de bancos de dados de terceiros.

3. Coleta de dados combinados

Há ressalvas ao usar qualquer tipo de geolocalização, é claro. Naturalmente, é preciso que os visitantes dêem sua permissão se a empresa estiver usando a detecção baseada em dispositivo, que é a mais precisa e a mais adequada para informações de localização específicas da cidade. A detecção baseada em servidor, que é a menos invasiva e mais adequada para informações específicas, pode retornar dados ignorados se o endereço IP do visitante for roteado por meio de um servidor proxy (por exemplo, VPN). Nesse caso, o endereço IP é mapeado para um local relativo ao local do servidor, não ao do visitante. Portanto, como qualquer tipo de coleta de dados pode falhar, um site ou aplicativo às vezes incorporará os dois tipos como substituto, considerando alguns dados melhores do que nenhum para fornecer a melhor experiência do usuário.

O que a Geolocalização faz pelo gestor comercial?

A gestão de territórios de vendas é uma atividade antiga. Historicamente, gestores comerciais eram responsáveis por avaliar anualmente o território para planejar suas estratégias de vendas para o próximo ano. Mas, igualmente importante, é sua avaliação e gerenciamento contínuos desses territórios. De lá para cá, a tecnologia evoluiu em benefício do gestor comercial. Hoje, aplicativos móveis permitem ter informações atualizadas em tempo real sobre tudo que seus vendedores fazem. A tecnologia se tornou uma grande aliada do gestor, especialmente em momentos de crise. No vídeo abaixo, mostramos um pouco das melhores práticas para acompanhar o desempenho de vendas em tempos de isolamento:  
 
Independentemente da forma como as contas de clientes são divididas entre sua equipe, as soluções de geolocalização podem não apenas melhorar seus resultados, mas aliviar grande parte do estresse relacionado ao planejamento de rotas e ao controle de visitas. Elas aproveitam os dados que você já possui no sistema CRM (Customer Relationship Management) para otimizar o processo de planejamento e te ajudar a acompanhar a rota de cada vendedor. Em vez de gerar relatórios e tentar combinar os códigos postais com as principais informações de compra — como número de clientes, participação no mercado e tamanho da empresa — você pode ver tudo no mapa, inclusive onde seus vendedores estão em tempo real. E, se você quiser fazer alterações, pode trabalhar facilmente dentro da solução para mover as coisas. Baixe nosso guia para treinar sua equipe de vendas!
O Guia de Ouro para Treinar sua equipe de vendas em tempos difíceis

A importância da geolocalização para o desempenho de vendas

À medida que as organizações se tornam mais analíticas e orientadas a dados, há uma demanda crescente por tomar decisões mais informadas. Infelizmente, muitas empresas estão projetando territórios de vendas manualmente usando planilhas, o que consome tempo e gera falhas. Com isso, as vendas externas no atacado distribuidor enfrenta vários desafios, conforme discutimos no podcast abaixo:  
 
A solução está no planejamento inteligente que usa dados de desempenho de vendas e acompanhamento em tempo real do local dos vendedores. Territórios podem ser definidos de várias maneiras, incluindo pelo histórico de compras, pelo número de clientes em potencial, pelo setor ou por uma combinação de vários fatores. Sem o software de mapeamento orientado a dados, é difícil garantir que seus territórios sejam justos e equilibrados, o que é essencial para aumentar as vendas e economizar em custos gerais. Se um território estiver desequilibrado, poderá causar uma grande dor de cabeça para as equipes de vendas. Por exemplo, um representante de vendas com um território pequeno pode não ter oportunidade suficiente para trabalhar. Por outro lado, um representante de vendas com um território enorme pode não ter a capacidade de atender efetivamente todos os clientes e possíveis clientes. De fato, uma pesquisa recente descobriu que as empresas que usam a tecnologia para auxiliar no mapeamento obtiveram até 30% a mais de resultados do que a média. Os territórios devem sempre ser equilibrados para tirar o máximo proveito do potencial de cada equipe de vendas e é seu papel como gestor garantir que seus vendedores estão cobrindo corretamente as áreas. Territórios otimizados fornecem a ampla previsão necessária para o crescimento dos negócios. Quando os territórios estão mal alinhados, eles levam a leads e clientes mal atendidos, baixa moral dos funcionários e recursos de vendas mal utilizados. Com isso em mente, o software de mapeamento de vendas se torna essencial para o sucesso de todos, inclusive para o sucesso dos seus vendedores. Conheça os indicadores que vão guiar a gestão do atacado distribuidor!

Quais os benefícios da geolocalização para o gestor comercial?

Os aplicativos de geolocalização atribuem um alto nível de responsabilidade ao representante de vendas, mas seus benefícios vão além do monitoramento do progresso e do desempenho. Veja abaixo como a tecnologia permite criar uma organização de vendas mais forte externamente:

A geolocalização torna a medição de desempenho mais precisa

Quando os dados relacionados aos territórios de vendas são visualizados com ajuda da geolocalização, uma variedade de ferramentas analíticas pode ser usada para fins de relatório e revisão de desempenho. O software de mapeamento permite essencialmente a agregação de dados em tempo real para fornecer uma visão consolidada do desempenho da sua equipe de vendas. Você pode importar dados de uma planilha, filtrar e segmentar as informações e até isolar vendas abaixo ou acima de um valor específico. Com esta ferramenta útil, cada um de seus vendedores pode produzir seus próprios relatórios. Em seguida, eles podem usar esses relatórios para analisar seus territórios e determinar o desempenho deles com base em determinadas metas e cotas. A melhor parte é que todos os dados são fáceis de compartilhar com gerentes e colegas. Ouça nosso audiobook de ferramentas para alavancar suas vendas!

A geolocalização possibilita aumentar as vendas

Maximizar quanto tempo os membros da sua equipe de vendas gastam vendendo no campo é um dos principais trabalhos do gestor comercial. É por isso que o mapeamento do território de vendas com a geolocalização é tão útil: ajuda a equilibrar as cargas de trabalho de seu pessoal de vendas e, portanto, oferece mais potencial de ganhos. O resultado? Funcionários mais felizes e motivados a fazer mais pela empresa. Como o acompanhamento com a geolocalização permite otimizar as rotas de seus funcionários, isso pode aumentar o número de clientes que eles conseguem atender em seus territórios. Quanto mais cheia a agenda dos seus vendedores (e mais oportunidades de vendas eles tiverem), mais motivados eles estarão para continuar vendendo para você. Isso, por sua vez, leva a um ciclo positivo de mais vendas e satisfação na carreira para eles — além de reduzir a rotatividade de pessoal. Além disso, quando os territórios dos membros da sua equipe de vendas estão perfeitamente alinhados, você pode deslocar um vendedor mais rapidamente quando uma nova oportunidade chegar, superando seus concorrentes na próxima venda em potencial.

A geolocalização simplifica viagens com rotas otimizadas

Quem já trabalhou no campo sabe a importância e o valor do planejamento das rotas e viagens. Sair na estrada sem uma rota otimizada pode resultar em retorno desnecessário e / ou oportunidades perdidas com clientes ou possíveis clientes. Ter a capacidade de planejar, criar e executar os planos de viagem dos vendedores — criados a partir de dados mapeáveis que você já possui — pode ser a ferramenta necessária para aumentar seus negócios. As ferramentas de geolocalização com recursos de roteamento são ideais para agendar as rotas com antecedência. Além disso, o uso de uma ferramenta que se integra ao seu CRM eliminará a tarefa tediosa de alternar entre aplicativos para digitar e coletar as informações necessárias para criar uma rota eficaz. Outro recurso a ser observado é a disponibilidade móvel. Você precisa garantir que suas instruções de direção sejam úteis para os vendedores em movimento e, idealmente, seus dados e rotas serão armazenados em um aplicativo. Isso eliminará novamente a necessidade de alternar entre aplicativos para obter as informações necessárias e possibilitará que sua equipe tenha acesso a mudanças na agenda a qualquer momento, sem que tenham que voltar ao escritório.

A geolocalização otimiza o atendimento ao cliente e a gestão de contas

Como todos sabemos, sua capacidade de obter sucesso nas vendas depende de fornecer uma experiência de serviço ao cliente de qualidade. Portanto, qualquer chance de melhorar seu processo de atendimento ao cliente é uma chance de melhorar seu potencial de vendas. Ser capaz de trabalhar com rapidez e eficiência é uma maneira de melhorar o atendimento da equipe e as habilidades dos vendedores. Ter a capacidade de concluir uma pesquisa em seus registros e fazer uma atualização com o simples clique de um botão pode não apenas reduzir a quantidade de tempo gasto em um cliente (abrindo oportunidades para outros), mas também reduzir o tempo que o cliente tem que esperar pelo vendedor.

A geolocalização ajuda a descobrir insights ocultos

Com os recursos de visualização de dados do mapeamento do território de vendas, é possível obter informações ocultas que você pode não ver facilmente em um mar de dados misturados em uma planilha. Afinal, uma imagem realmente vale mais que mil palavras. Por exemplo, você pode identificar um território mal atendido ou super atendido mais rapidamente. Você pode ampliar para obter mais detalhes sobre várias características do mercado, incluindo tipos de clientes, que podem influenciar o desempenho da sua equipe.

A localização facilita delegar trabalho com mais eficácia

Por meio do mapeamento de vendas, os membros da equipe podem ver facilmente os territórios pelos quais são responsáveis ​​— e os gestores também. Isso facilita a delegação de trabalho para cada membro do time. Por exemplo, os representantes de vendas podem ver seus territórios individuais em determinadas regiões da cidade. Ou, caso tenha filiais, seu gerente regional pode visualizar todos os territórios dos vendedores em sua cidade. Enquanto isso, como gestor comercial, você pode visualizar todos os territórios em todo o país e garantir que o trabalho esteja sendo delegado adequadamente.

A localização possibilita economia de tempo

Outro motivo para usar o mapeamento de vendas em sua organização é que, em apenas alguns minutos, os gerentes / membros da equipe de vendas podem transformar seus dados comerciais em mapas úteis. E eles podem acessar esses mapas em qualquer lugar e a qualquer momento de qualquer dispositivo conectado à internet. Além disso, se você criar seu design de território de vendas com a ajuda de um mapeamento eficaz, as cargas de trabalho de seus funcionários de vendas diminuirão. Isso acabará por liberá-los para gerar ainda mais vendas para você.

A geolocalização aumenta a colaboração

Especialmente para uma equipe de vendas cujos membros estão localizados remotamente, a colaboração eficiente é crítica. Felizmente, o mapeamento de vendas atual facilita a colaboração dos membros da equipe em tempo real na definição de seus territórios. Isso vale mesmo para aqueles momentos em que alguns membros do time estão em campo enquanto outros estão no escritório em um determinado momento.

Posso usar a geolocalização com meus vendedores autônomos?

É inegável que a tecnologia trouxe diversos benefícios para acompanhar o desempenho da equipe de vendas. Porém, existem alguns cuidados e restrições que é preciso tomar para que o monitoramento não seja invasivo. Em primeiro lugar, o gestor comercial não pode rastrear apenas alguns de seus vendedores em regime CLT — todos precisam estar dentro da mesma tecnologia. Além disso, eles precisam ser informados previamente que a geolocalização será usada e que o gestor saberá cada passo dos seus deslocamentos. Em segundo lugar, representantes autônomos, ou seja, aqueles que não estão sob o regime CLT, não podem ser incluídos no monitoramento. Isso porque monitorá-los pode configurar vínculo empregatício, o que não pode existir no caso de autônomos. Nesse caso, você poderá somente determinar metas de vendas. Confira o episódio 37 do MáximaCast, o podcast da Máxima Tech — disponível nos agregadores SoundCloud e Spotify e também no YouTube. Nele, nossos especialistas discutem os benefícios que gestores, equipes e empresas obtêm ao incorporar a geolocalização dos vendedores e a roteirização de visitas, como parte de suas rotinas.
Neste webinar, nosso time mostrou como utilizar o recurso de Geolocalização para acompanhar seus vendedores externos e melhorar o desempenho do seu time em suas rotas comerciais. Veja:
 

Como funciona um sistema de geolocalização?

Um sistema dotado de geolocalização tem um funcionamento bem fácil de explicar, conforme você já notou até aqui. Para ir um pouco mais longe, vamos recorrer ao maxGestão da MáximaTech como exemplo, o que vai tornar ainda mais prática nossa explicação. O maxGestão em si é uma solução voltada para os times de Vendas. Ele contempla todas as funcionalidades necessárias tanto para processos mais enxutos e eficazes quanto para uma administração da área orientada por dados. No que diz respeito à geolocalização incorporada ao maxGestão, ela proporciona mapas dos trajetos percorridos pelos vendedores conectados ao sistema. Tudo isso em tempo real, o que ajuda a acompanhar os trajetos percorridos não para fiscalizar o trabalho dos profissionais, mas para obter detalhes dos clientes visitados. Com isso, consegue-se, por exemplo, análises profundas sobre a produtividade e também um conhecimento mais aprofundado do mercado. Com os mapas em real time fornecidos pelo maxGestão, as lideranças também podem cruzar informações para planejar o cotidiano e percurso a ser realizado pelos vendedores (roteirização). E isso promove a inteligência de dados da área, contribuindo para um desempenho comercial mais ágil, eficiente e estratégico. Tecnicamente falando, parte significativa da geolocalização do maxGestão é construída a partir da Interface de Programação de Aplicativo (API) do Google Maps. Este popular serviço do Google permite converter os endereços em coordenadas, como String para a API; e o inverso também funciona (geocodificação reversa). Outro ponto interessante é que a precisão da API de geocodificação é muito alta e pode converter quase qualquer endereço em suas coordenadas de latitude/longitude. O que torna a localização dos dispositivos conectados ao maxGestão praticamente livre de erros. → Leia também: Os benefícios da roteirização com Google Maps. No episódio 56 do MáximaCast, nossos especialistas conversaram sobre como a geolocalização é incorporada às soluções da MáximaTech. Ouça:  

Resumindo

A geolocalização é fundamental para o sucesso de uma equipe de vendas e os benefícios mostrados acima podem ser usados para conquistar a confiança dos representantes na ferramenta. A tecnologia oferece vantagens tanto para o gestor quanto para vendedores, permitindo planejar e entender seus territórios, otimizar suas rotas e fornecer um plano geral para o dia. Adicionar um aplicativo de geolocalização ao seu conjunto de ferramentas pode melhorar muito o seu processo de vendas; no entanto, a pesquisa é fundamental ao procurar qualquer aplicativo. Verifique se o aplicativo que você escolher é o que trará o maior benefício para sua equipe de vendas. Agora que você conhece como a geolocalização ajuda no trabalho do gestor comercial, assine nossa newsletter para receber muito mais dicas no seu e-mail!