Descubra porque o ticket médio é um indicador tão importante para empresas atacadistas distribuidoras e mais 7 dicas para aumentar o valor de suas vendas

Descubra porque o ticket médio é um indicador tão importante para empresas atacadistas distribuidoras e mais 7 dicas para aumentar o valor de suas vendas

É muito comum vermos empresas preocupadas com atrair novos clientes, mas você já parou para refletir sobre a importância de vender em maior quantidade para os clientes já existentes? Esse exercício pode ser responsável por maximizar a receita obtida – e é exatamente isso que o ticket médio busca monitorar.

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A roteirização logística significa planejar as rotas de forma otimizada para reduzir as horas de condução e o consumo de combustível.

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A roteirização logística é essencial para sua distribuidora, uma vez que os gastos com logística consomem 12,37% do faturamento das empresas. Basta ver as oscilações no preço do combustível.

O valor médio do diesel para o consumidor chegou em R$ 3,80 por litro, mesmo com a redução do preço nas refinarias. E quanto mais caro o combustível, mais importante é otimizar as rotas para gastar menos.

Muita gente acaba pensando em soluções drásticas para contornar essa situação. A troca da frota por carros a etanol, por exemplo, gera ainda mais custos para controlar os gastos excessivos com a gasolina ou diesel. A terceirização da distribuição também pode representar custos ainda maiores.

Mas a solução pode ser muito mais simples do que você imagina. Só com a roteirização logística você já consegue elaborar rotas melhores e economizar bastante. Quer entender como? Acompanhe!


Saiba como ser mais assertivo com as entregas utilizando a tecnologia do Google Maps, assista ao Máxima Cast e acompanhe o bate-papo sobre esse assunto. 

O que é a roteirização logística?

A roteirização logística parte de uma premissa bem simples: você precisa entregar os seus produtos de forma otimizada, sem andar demais e acabar gastando muito com combustível. Mas como fazer isso?

Roteirizar a sua logística não é nada além de planejar as rotas de forma a encontrar um caminho otimizado, que reduza as horas de condução do motorista, evite rotas complicadas e o consumo excessivo de combustível.

Levando em conta qual é o caminho otimizado para fazer toda a ronda de entregas e depois voltar, você consegue economizar tanto em combustível quanto em tempo – e no processo ainda poupa o veículo, que transporta um volume de mercadorias mais adequado a sua cubagem.

Quais as vantagens da roteirização logística?

Os benefícios da roteirização logística podem ser sentidos em toda a cadeia de suprimentos. Para um atacado distribuidor, a roteirização é ainda mais importante, e permite:

1. Redução de custos com combustível

As empresas que buscam manter o orçamento baixo estão em desvantagem no que diz respeito aos custos de transporte, pois eles podem aumentar rapidamente. Como a alta do combustível, ter vários destinos e longos períodos de tempo de condução podem ser um problema para o orçamento.

Independentemente disso, com a roteirização logística, você pode economizar combustível, planejando rotas eficientes, que levam em consideração todos os locais de entrega e buscam o melhor caminho.

Veja a Real Bebidas da Amazônia: a distribuidora de bebidas de Manaus que conseguiu reduzir o valor gasto com logística de 11% para 7% do faturamento da empresa adotando uma solução de roteirização logística.

2. Rapidez nas entregas

A roteirização logística cria rotas com base na disponibilidade do motorista e do veículo, além de restrições de horário — ao mesmo tempo em que minimiza a quilometragem. Ao atribuir recursos de forma inteligente, as ferramentas de otimização de rota ajudam a reduzir o tempo geral do motorista na estrada e, consequentemente, o de entrega.

Portanto, os motoristas passam menos tempo dirigindo, as entregas são agilizadas, e menos combustível é necessário à medida que ocorre menos retorno.

3. Otimização da cubagem dos veículos

Calcular a cubagem certa de cada veículo é importante não somente para otimizar as entregas, mas também para evitar o desgaste do veículo e economizar com os custos de manutenção. A roteirização logística permite isso.

Ela também pode resultar na reavaliação do número de veículos realmente necessários para serem produtivos. Com as ferramentas certas de otimização de rota, os gerentes de frota podem achar que precisam de menos veículos para fazer a mesma quantidade de trabalho.

Com menos veículos, há menos motoristas, custos de combustível e manutenção, o que também resulta em uma grande redução de custos para a empresa. Veja o caso da Real Bebidas novamente: hoje, eles garantem 95% de ocupação do espaço de cubagem da frota apenas otimizando a roteirização.

4. Melhora no atendimento ao cliente

Melhorar a satisfação do cliente é crucial para manter um negócio frutífero, e uma ótima maneira de fazer isso é eliminando práticas desnecessárias. Como proprietário de um atacado distribuidor, você entende que pontualidade e eficiência são essenciais para manter a satisfação do cliente.

De fato, um relatório da PWC mostrou que um em cada três consumidores não comprariam de novo de uma empresa com a qual tiveram apenas uma experiência de compra ruim.

Tempos de resposta e entregas mais rápidos não apenas aumentam a produtividade, mas também criam experiências atraentes — garantindo que os clientes voltem para mais compras. Com a roteirização logística, as empresas podem fazer alterações de última hora e cumprir prazos apertados para que nenhum cliente fique para trás.


Baixe nosso E-book e saiba avaliar a logística de entrega do seu atacado distribuidor.

5. Aumento da produtividade

Todas as empresas têm milhares de tarefas que precisam ser realizadas, e aquelas que estão constantemente pegando a estrada não são diferentes. Com a crescente lista de destinos a serem alcançados todos os dias, é muito fácil deixar algumas tarefas escapar. Lidar com a crescente pilha de destinos é crucial e pode ser facilmente realizado com a roteirização logística.

Os aplicativos de navegação, como o Google, sempre aparecem quando se pensa em planejar rotas. Mas e as empresas que precisam estar em 20, 50, ou mesmo 100 lugares em um dia? Como o Google Maps funciona ponto a ponto, simplesmente não é possível levá-lo à cidade com eficiência.

Como proprietário de uma empresa, é necessário considerar prazos, turnos de motorista, número de paradas, interrupções de mudanças e assim por diante.

As soluções do planejador de rotas não apenas ajudam a evitar o retorno, como organizam suas paradas com base na localização. Elas também garantem que sua empresa alcance todos os destinos definidos com tempo de sobra.

Em resumo, a roteirização logística reduz os custos de transporte ao:

  • fornecer um orçamento mais flexível;
  • ajudar a chegar aos seus clientes com mais eficiência e pontualidade;
  • aumentar o número de destinos que se pode alcançar em um dia.

Roteirização logística manual vs. automação

Mas a roteirização logística que estamos falando é um pouco diferente. Quem é que planeja as rotas? Como ter certeza de que elas realmente são as melhores? E se houver a necessidade de uma mudança de trajeto no meio da entrega? É aí que se mostra todo o poder da automação de logística!

A automação está encontrando terreno fértil nas empresas. Já é possível automatizar desde fábricas inteiras até setores individuais, e fazer a integração com os sistemas de gestão, como os já conhecidos ERPs e CRMs.

Esse avanço já chegou no setor logístico e nos caminhões. Mesmo que nós ainda não tenhamos caminhões elétricos inteligentes, que se dirigem sozinhos, algoritmos já fazem o trabalho de roteirização logística, buscando a melhor rota.

Veja nosso vídeo preparado especialmente sobre o assunto:

 

Como mostrado, com o software roteirizador, é possível traçar o melhor trajeto para que as entregas sejam feitas no menor tempo possível.

A automação permite que o trabalho seja feito com mais velocidade e menos erros. Ela elimina a necessidade de parar a parte estratégica do setor para fazer a roteirização, que pode levar tempo quando feita de forma manual.

Com um software de roteirização, você consegue planejar sua rota em poucos cliques, considerando fatores como as janelas de entrega de seus clientes.

Os benefícios do software de roteirização logística

Os clientes na era digital esperam que as entregas sejam confiáveis, rápidas e transparentes; eles querem rastrear sua compra, mesmo quando leva apenas algumas horas para ser entregue. O software de roteirização logística pode ajudar a atender a essa demanda.

Muitas empresas empregam sistemas de planejamento de rotas para obter uma vantagem competitiva. Essas ferramentas digitais consideram produtos, pessoal, veículos, regulamentos e possíveis rotas para ajudar na ampliação da agilidade de entrega.

Alimentado por aprendizado de máquina e inteligência artificial, esta tecnologia digital pode acomodar alterações de curto prazo na disponibilidade de transporte, motorista ou rota.

Aqui estão cinco razões pelas quais o software de roteirização logística é essencial para uma cadeia de suprimentos saudável:

1. Controle em tempo real

O controle em tempo real é uma ferramenta cada dia mais exigida da logística no atacado distribuidor. Imagine que um cliente ligue para um dos seus funcionários querendo saber exatamente quando uma entrega será feita. Não é preciso dizer que seu funcionário precisa ter essa informação em mãos atualizada – e precisa disso rápido.

Ou imagine, também, que você ou alguém do seu time precisa saber onde tal motorista está e a que horas ele vai voltar para ajustar entregas que apareceram de última hora, ou garantir que a carga horária do profissional não gere horas extras ou extrapole a Lei do Motorista.


Assista ao vídeo e sabia como a nova lei do motorista pode influenciar o seu atacado distribuidor.

Se você não o acompanha em tempo real, fica difícil responder a esses questionamentos, mesmo que sejam críticos ou não. Ser gestor do setor de logística é um trabalho que exige planejamento, e ela fica muito mais fácil com sistemas de roteirização.

Controlar tudo o que acontece no seu setor é de fundamental importância, e saber onde os motoristas estão também. Com a roteirização automática, isso não se torna um problema, muito pelo contrário: você consegue acompanhar o status de cada entrega desde o momento que ela sai até quando o carro volta.

2. Reduza os esforços diários de planejamento

O software de roteirização usa algoritmos avançados (que são muito mais eficazes do que os humanos na trituração dos números) para determinar as melhores e mais econômicas opções de rota para a ronda de entregas.

Um sistema de planejamento de rotas pode se adaptar às variações diárias ou semanais da quantidade de pedidos. O software planeja automaticamente cronogramas eficientes com várias paradas para melhorar a utilização de ativos. Ao mesmo tempo, incorpora informações sobre os requisitos de entrega do cliente, capacidade do caminhão, disponibilidade do motorista e outras limitações.

Ele também auxilia com o planejamento das ordens de serviço urgentes. Quando ordens de entrega são criadas no mesmo dia em que devem ser entregues, ou os trabalhos demoram mais do que o esperado, é necessária a reatribuição da rota.

Quando um software de otimização de rota é integrado ao sistema, é possível planejar proativamente novas rotas com confiança. Decisões mais rápidas levam a uma experiência aprimorada do cliente, que recebe suas entregas com a urgência que precisa.

3. Aprimore a programação de transporte

Como o planejamento de rotas está vinculado ao rastreamento de veículos ao vivo, as empresas podem identificar melhor desvios inesperados e se comunicar de maneira proativa para aprimorar o serviço e melhorar a satisfação do cliente.

Os algoritmos de planejamento de rotas revisam continuamente os dados recebidos (novos pedidos, recursos disponíveis, avarias nos veículos) para maximizar a eficiência. O melhor software de roteirização logística também usa dados históricos para melhorar constantemente.

O software centraliza as operações de logística, permitindo às empresas obter informações sobre o agendamento em escala regional ou nacional. Isso pode ajudar a evitar caminhões com espaço de carga vazio, impulsionar a consolidação de pickups de fornecedores e identificar outras oportunidades para otimizar processos e reduzir custos.

4. Adicione inteligência de negócios

Os motoristas que não gerenciam bem seu tempo, fazem pausas desnecessariamente longas ou se recusam a seguir o plano de roteamento podem custar dinheiro à empresa com combustível e compromissos perdidos.

Com o software de roteirização logística, motoristas ineficientes e possíveis pontos de vazamentos de receita podem ser facilmente identificados, antes que se tornem grandes problemas.

Ao rastrear indicadores-chave de desempenho e métricas de negócios, o software facilita para os gerentes de rotas identificarem tendências, antecipar preocupações com custos e localizar oportunidades de economia.

Conclusão

Os benefícios da roteirização logística são vastos, pois é uma ferramenta poderosa que o atacado distribuidor pode usar para tornar suas frotas significativamente mais eficientes e lucrativas.

Essas ferramentas digitais ajudam as frotas a cumprir melhor seus objetivos de realizar entregas no menor tempo e com os menores custos.

À medida que as necessidades da frota continuam a se tornar mais complexas, ferramentas de otimização estão se tornando um recurso essencial para o sucesso do gerenciamento de frotas.


Agora que você já sabe que existem maneiras de fazer o controle da sua frota de uma forma simples e precisa, vem outro questionamento: como escolher a plataform
a certa? É sobre isso que falamos no nosso próximo artigo. Vamos continuar a conversa?

Ter a agenda de visitas eficaz é fundamental para a produtividade da sua equipe de vendas.

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Uma roteirização de vendedores eficaz, com agenda de visitas, pode tornar sua equipe mais produtiva, melhorar a cobertura do cliente, aumentar as vendas gerais e reduzir custos. Por outro lado, uma agenda desequilibrada e mudanças constantes na divisão de territórios podem prejudicar a produtividade, bem como as relações de trabalho entre clientes e gerentes de vendas.

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Entenda em detalhes o que é a Lei do Motorista e como ela impacta as distribuidoras no Brasil.

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Você já ouviu falar na Lei do Motorista?

Já parou para pensar em como ela impacta os negócios de atacadistas distribuidores no Brasil?

Esteja atento, pois ela está em vigor desde 2015 e pode gerar muitas multas para empresas, bem como para os profissionais condutores. Por outro lado, ela pode ser vista como uma aliada na conformidade de uma relação saudável e pacífica entre as organizações e seus profissionais da área de logística de transporte.

Sobre isso, vamos ajudá-lo a refletir ao longo deste artigo. Continue lendo para entender o que é a Lei do Motorista, sobre o que ela versa, e como os proprietários e gestores de distribuidoras — para além dos condutores — são impactados com ela!

A relação das distribuidoras com motoristas profissionais

A nível de ambientação, vamos começar falando sobre a importância de uma boa equipe de condutores na gestão de logística de transportes das distribuidoras. Não importa se a empresa conta com equipe própria ou se terceiriza as entregas de suas mercadorias, de alguma maneira, há uma relação com esses profissionais.

Os motoristas de caminhões que operam a logística distributiva da organização devem ser bem treinados. Eles também precisam dispor de bons veículos e, cada vez mais, de ferramentas tecnológicas para desempenhar suas funções com eficiência.

Nos últimos anos, também cresce a consciência, por parte das distribuidoras e dos motoristas, de que é preciso levar a legislação que cobre a categoria ao pé da letra. É por isso que a Lei do Motorista — que você vai conhecer em detalhes a seguir — precisa ser conhecida por proprietários e gestores do mercado atacadista distribuidor.

Cumprindo as normativas do Estado, e, também, tendo uma gestão de pessoas bem efetiva, as distribuidoras conseguem elevar a produtividade dos condutores, satisfazer clientes e parceiros de negócios e potencializar resultados. Portanto, a legislação deve ser vista como uma aliada em um propósito maior: levar o negócio sempre ao próximo nível planejado!

Como mensurar a eficiência dos motoristas? Como saber se há melhorias que a distribuidora pode fazer para elevar o potencial desses profissionais?

→ Antes de seguir a leitura, confira, no vídeo a seguir, algumas dicas para você medir a performance dos motoristas que prestam serviço à sua empresa!

O que é a Lei do Motorista

Dito isso, agora sim, vamos à Lei do Motorista. Nós dividimos este tópico em duas partes: seus antecedentes e sua definição. Confira, a seguir!

Antecedentes

Antes de a Lei do Motorista ser sancionada, a legislação que cobria a categoria desses profissionais no Brasil estava sob o número 12.619/12.

As alterações que vinham sendo realizadas na Lei 12.619/12 fizeram com que parlamentares, sob a pressão de categorias organizadas como a dos caminhoneiros, propusessem uma nova legislação. Assim, em agosto de 2012, foi apresentado o projeto de lei (PL) 4246, que culminou em 2015 na Lei nº 13.103.

A Lei nº 13.103

Conhecida como a Lei do Motorista Profissional, a Lei nº 13.103, de 2 de março de 2015, versa sobre regras para o exercício da atividade profissional de condutores. Ela veio para alterar alguns dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), além da Lei nº 12.619/12, que regulava a categoria até então.

A quem se aplica a Lei do Motorista (ou, sobre quem ela versa)? A resposta a esse questionamento está no artigo 1:

“Art. 1º É livre o exercício da profissão de motorista profissional, atendidas as condições e qualificações profissionais estabelecidas nesta Lei.

Parágrafo único.  Integram a categoria profissional de que trata esta Lei os motoristas de veículos automotores cuja condução exija formação profissional e que exerçam a profissão nas seguintes atividades ou categorias econômicas:

I – de transporte rodoviário de passageiros;

II – de transporte rodoviário de cargas.”

Em resumo, a Lei nº 13.103 é uma cobertura legislativa para caminhoneiros e condutores de transporte coletivo de pessoas. Esse universo, quando olhamos formalmente, compreende mais de 1 milhão de profissionais, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Assista ao bate papo sobre a Jornada de trabalho e a Lei do Motorista Profissional, com a participação do Dr. Alexandre Meirelles, Advogado trabalhista:

Quais são os principais tópicos da Lei do Motorista

A Lei do Motorista tem 22 artigos, cujos principais direcionamentos podem ser resumidos nos seguintes tópicos:

  • Seguro: todo motorista profissional passa a ter direito a seguro custeado por seu empregador;
  • Controle de jornada: a jornada de trabalho deve ter anotação fidedigna; e o motorista é o responsável pela guarda, preservação e exatidão das informações relativas a ela;

  • Exames: exames toxicológicos para renovação e habilitação das carteiras com categorias C, D e E passam a ser obrigatórios — também para admissão e demissão do motorista;

  • Horários de trabalho: a jornada do motorista não tem horário fixo de início, final e de intervalos — a menos que sejam definidos em contrato;

  • Horas extras: a jornada de trabalho dos motoristas pode ser estendida por até 2 horas extraordinárias ou, mediante convenção e/ou acordo coletivo, por até 4 horas diárias;

  • Descanso: os intervalos de descanso dos motoristas de carga devem ser de 30 minutos a cada 6 horas de trabalho; e, dos motoristas de passageiros, de 30 minutos a cada 4 horas;

  • Tempo de espera: o tempo de espera — período em que o motorista aguarda carga ou descarga de veículo e, também, com a fiscalização da mercadoria — é excluído da jornada laboral do profissional; e ele passa a ser indenizado na proporção de 30% do salário-hora normal;

  • Repouso entre jornadas: passa a ser exigido um tempo de repouso de 11 horas entre uma jornada; período esse que pode ser fracionado em 8 horas contínuas, desde que as 3 horas restantes sejam usufruídas nas 16 horas seguintes;

  • Tempo de direção ininterrupto: passa a ser vedado ao motorista dirigir por mais de 5,2 horas sem interrupções;

  • Tipos de remuneração: passa a haver a possibilidade de remunerar o motorista em função da distância percorrida, do tempo de viagem ou da natureza e do volume de mercadoria transportado;

Ouça nosso conteúdo e saiba como melhorar a assertividade das entregas utilizando o Google Maps:

  • Prazo de carga e descarga: o prazo máximo para cargas e descargas passa a ser de 5 horas;

  • Pedágio: passa a haver isenção da taxa de pedágio sobre os eixos que forem mantidos suspensos (por exemplo, no caso dos veículos de transporte de carga que circulam vazios).

Além disso, a Lei nº 13.103 também versa sobre as obrigações do governo para com a categoria dos motoristas profissionais. Ali, estão esclarecidos direitos como acesso a cursos técnicos, atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS), proteção contra ações criminosas ocorridas em serviço, não responder aos empregadores por danos patrimoniais causados por terceiros etc.

Que impactos a Lei do Motorista traz às distribuidoras?

É importante pontuar que a Lei do Motorista trouxe algumas insatisfações, tanto para a categoria dos condutores (e as entidades e associações a ela ligadas) quanto para os empregadores desses profissionais.

De qualquer maneira, por mais que diversos artigos da lei tenham sido — e ainda estejam sendo — contestados, inclusive no Supremo Tribunal Federal, essa é a letra da lei em vigor no país.

Como vimos, há diversas alterações relacionadas à jornada de trabalho dos motoristas e, também, a outros dispositivos da relação trabalhista. Uma distribuidora que mantém frota e condutores, bem como contrata serviços terceirizados de logística de transporte, precisa estar atenta a essa legislação.

No que diz respeito às sanções para o não cumprimento da Lei do Motorista, estão previstas multas, tanto para os empregadores quanto para os condutores profissionais. Sob o ponto de vista dos empregadores, as sanções podem vir, por exemplo, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mas, também, de outros órgãos reguladores do Estado.

Dentro disso, pode-se dizer que as distribuidoras que têm operação logística de transporte com equipe de condutores devem considerar a Lei do Motorista na elaboração de contratos de trabalho e, também, no relacionamento com os profissionais motoristas.

Por fim, é importante pontuar que a Lei do Motorista pode ser vista como um dispositivo gerador de oportunidades para as distribuidoras.

Se olharmos, por exemplo, para a relação trabalhista com os condutores, as empresas podem ter a legislação como um dispositivo para amparar suas ações junto ao Estado. Aquelas que levarem os direitos e os deveres dos motoristas à risca, também podem ter um diferencial empregatício; sendo necessário, é claro, estimular a consciência dos profissionais — e monitorá-los para garantir que estão cumprindo com as determinações legislativas.

Como usar a tecnologia para sua distribuidora cumprir a Lei do Motorista

Além de conhecer em profundidade a Lei do Motorista e trabalhar para cumpri-la em tudo o que está relacionado à logística de transporte, as distribuidoras têm a seu favor a tecnologia.

Isso mesmo, ferramentas tecnológicas, cada vez mais acessíveis e fáceis de implementar, podem ajudar a garantir o cumprimento da legislação.

É o caso, por exemplo, da solução maxMotorista, uma plataforma com a qual os gestores podem acompanhar as atividades realizadas pelos condutores.

Parte do software de Gestão Logística, desenvolvido pela Máxima Tech, o maxMotorista contém funcionalidades de check-in e check-out, para acompanhar as entregas realizadas; também monitoramento de entregas, que devem seguir roteiros pré-estabelecidos na estratégia logística, e acompanhamento de fatores como velocidade, pausas para descanso etc.

O maxMotorista leva incorporadas parametrizações que atendem à Lei do Motorista, o que ajuda as empresas a estarem em conformidade com a legislação. Ele não abre margem para improvisações que, muitas vezes, são as causas das infrações realizadas pelos condutores.

→ No vídeo a seguir, confira um resumo rápido do que o sistema oferece:

→ Leia também: Logística de transporte — Como evitar prejuízos durante a entrega?

Conclusão

Como vimos, a Lei do Motorista (Lei nº 13.103, de 2015) regula a categoria de trabalho dos condutores profissionais de cargas e pessoas no Brasil. Ela esclarece direitos e deveres dos trabalhadores do setor, mas, também, dos empregadores, o que faz com que mereça um olhar atento dos atacadistas distribuidores e de outros segmentos do mercado nacional.

Apesar de controversa em alguns pontos, essa legislação está em vigor e tem gerado multas para empresas e condutores. É preciso que os departamentos jurídicos estejam atentos a ela, mas, também, os gestores, que lidam com os profissionais direcionando demandas e se relacionando com eles.

Também vimos que a tecnologia pode ser empregada para garantir que a Lei do Motorista seja cumprida à risca, evitando que sua empresa tenha prejuízos financeiros, judiciais e também de imagem. Como sabemos, a responsabilidade social das organizações é um tema de suma importância na atual dinâmica do mercado.

Como sua distribuidora tem trabalhado a Lei do Motorista? Gostou da reflexão e das dicas que trouxemos neste texto? Deixe seu comentário! 

O visual merchandising é a prática de design de displays na loja que chamarão a atenção do comprador e aumentarão as vendas.

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Estudos já provaram que 90% das informações enviadas ao cérebro são visuais. Isso significa que, quando se trata de vender no varejo, a maneira como seu produto é apresentado ao consumidor influenciará notavelmente em sua tomada de decisão.

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LGPD A Lei Geral de Proteção de Dados para Distribuidores

lgpd

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Como em qualquer setor da economia, as empresas com negócios no mercado atacadista distribuidor também precisam ficar atentas à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

Em vigor a partir de agosto de 2020, a norma regula o tratamento de dados pessoais e sensíveis dos consumidores nas organizações. Por conta das novas exigências, os distribuidores podem ter que reavaliar seus processos internos para não ferir os direitos dos clientes.

Existem passos básicos a serem tomados pelas empresas de modo que estejam preparadas para lidar com este novo contexto regulatório da proteção de dados no Brasil. É necessário que os agentes de distribuição, principalmente aqueles que mantêm relações próximas com o varejo, mapeiem os dados internos e as fontes de informações utilizadas.

Entretanto, muitas empresas distribuidoras ainda não estão preparadas para lidar com as novas exigências legais. É fundamental atualizar seus processos internos para que os dados coletados dos clientes sejam usados com consciência.

Neste artigo, entenda melhor os impactos da Lei Geral de Proteção de Dados para distribuidores. Acompanhe.

O que é a LGPD?

Garantir que as empresas manipulem com mais consciência os dados pessoais de seus clientes é uma preocupação que existe há muitos anos. Porém, com a popularização da internet, essa preocupação se tornou cada vez maior. Foi justamente por isso que nasceu o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) da União Europeia – que é uma norma que estabelecesse princípios básicos para o tratamento de dados.

A norma tem o intuito de dar ao usuário mais controle sobre seus dados, permitindo que ele tenha acesso à forma como empresas fazem o tratamento de dados pessoais e quais dados elas estão armazenando. Inspirados na GDPR, os Estados Unidos também aderiram a uma nova lei de proteção de dados após os escândalos envolvendo a coleta de dados do Facebook.

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é a versão brasileira dessa regulamentação. Trata-se de um conjunto de normas claras e rígidas sobre o tratamento de dados no Brasil – aumentando a liberdade e a privacidade dos usuários.

A medida é primária e essencial porque, em uma busca minuciosa, pode-se descobrir muito mais dados pessoais e sensíveis do que a empresa acredita portar, tais como nome completo do cliente, endereço, dados bancários, número do cartão de crédito e outras informações sigilosas, que enriquecem qualquer banco de dados corporativo.

Neste sentido, é importante estabelecer um processo de governança digital. A norma trará boas práticas na apresentação dos dados aos clientes de forma veloz e segura.

Aprenda mais sobre a LGPD e seus impactos nesta Live Máxima!

Principais determinações da LGPD

As determinações sobre a proteção de dados pessoais estão previstas na Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018 (LGPD). Veja quais são as principais delas:

Art. 1º Esta Lei dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural.

Art. 2º A disciplina da proteção de dados pessoais tem como fundamentos:

I – o respeito à privacidade;

II – a autodeterminação informativa;

III – a liberdade de expressão, de informação, de comunicação e de opinião;

IV – a inviolabilidade da intimidade, da honra e da imagem;

V – o desenvolvimento econômico e tecnológico e a inovação;

VI – a livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor; e

VII – os direitos humanos, o livre desenvolvimento da personalidade, a dignidade e o exercício da cidadania pelas pessoas naturais.

Além disso, o artigo 6º destaca os princípios do tratamento de dados pessoais. As atividades de tratamento de dados pessoais deverão observar a boa-fé e os seguintes princípios:

  1. Finalidade: realização do tratamento para propósitos legítimos, específicos, explícitos e informados ao titular, sem possibilidade de tratamento posterior de forma incompatível com essas finalidades;
  2. Adequação: compatibilidade do tratamento com as finalidades informadas ao titular, de acordo com o contexto do tratamento;
  3. Necessidade: limitação do tratamento ao mínimo necessário para a realização de suas finalidades, com abrangência dos dados pertinentes, proporcionais e não excessivos em relação às finalidades do tratamento de dados;
  4. Livre acesso: garantia, aos titulares, de consulta facilitada e gratuita sobre a forma e a duração do tratamento, bem como sobre a integralidade de seus dados pessoais;
  5. Qualidade dos dados: garantia, aos titulares, de exatidão, clareza, relevância e atualização dos dados, de acordo com a necessidade e para o cumprimento da finalidade de seu tratamento;
  6. Transparência: garantia, aos titulares, de informações claras, precisas e facilmente acessíveis sobre a realização do tratamento e os respectivos agentes de tratamento, observados os segredos comercial e industrial;
  7. Segurança: utilização de medidas técnicas e administrativas aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou difusão;
  8. Prevenção: adoção de medidas para prevenir a ocorrência de danos em virtude do tratamento de dados pessoais;
  9. Não discriminação: impossibilidade de realização do tratamento para fins discriminatórios ilícitos ou abusivos;
  10. Responsabilização e prestação de contas: demonstração, pelo agente, da adoção de medidas eficazes e capazes de comprovar a observância e o cumprimento das normas de proteção de dados pessoais e, inclusive, da eficácia dessas medidas.

Os impactos da LGPD para o atacado distribuidor

Já vimos as principais determinações da LGPD, mas quais são os impactos práticos disso para o atacado distribuidor? Como a sua organização deve se preparar para evitar complicações relacionadas aos dados de seus clientes?

Veja alguns pontos que merecem a sua atenção:

Adequação aos princípios da LGPD

Acabamos de destacar os princípios propostos pela LGPD: finalidade, adequação, necessidade, livre acesso, qualidade dos dados, transparência, segurança, prevenção, não discriminação, responsabilização e prestação de contas.

Esses devem ser os principais pontos para guiar as ações de uma empresa distribuidora ao lidar com os dados dos usuários. Principalmente em casos de dúvidas, lembre-se sempre de observar se os princípios da LGPD estão sendo observados.

Tratamento adequado dos dados

Segundo a LGPD, o tratamento de dados pode ser entendido como toda operação realizada com dados pessoais, como as que se referem à coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, transferência, difusão ou extração.

Para que essas operações possam ser realizadas dentro dos limites da lei, é preciso respeitar as seguintes hipóteses:

  • Mediante o fornecimento de consentimento pelo titular
  • Para o cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo controlador
  • Pela administração pública, para o tratamento e uso compartilhado de dados necessários à execução de políticas públicas previstas em leis e regulamentos ou respaldadas em contratos, convênios ou instrumentos congêneres
  • Para a realização de estudos por órgão de pesquisa, garantida, sempre que possível, a anonimização dos dados pessoais
  • Quando necessário, para a execução de contrato ou de procedimentos preliminares relacionados a contrato do qual seja parte o titular, a pedido do titular dos dados
  • Para o exercício regular de direitos em processo judicial, administrativo ou arbitral, esse último nos termos da Lei nº 9.307, de 23 de setembro de 1996 (Lei de Arbitragem)
  • Para a proteção da vida ou da incolumidade física do titular ou de terceiro
  • Para a tutela da saúde, exclusivamente, em procedimento realizado por profissionais de saúde, serviços de saúde ou autoridade sanitária
  • Quando necessário para atender aos interesses legítimos do controlador ou de terceiro, exceto no caso de prevalecerem direitos e liberdades fundamentais do titular que exijam a proteção dos dados pessoais
  • Para a proteção do crédito, inclusive quanto ao disposto na legislação pertinente.

Confira este episódio do MáximaCast sobre Data Science e como lidar com a grande quantidade de dados gerados hoje no mundo!

Possibilidade de cancelamento pelo usuário

As empresas do atacado distribuidor ficam obrigadas a criar um canal que permita o cancelamento do consentimento para uso de dados pessoais. Para tanto, a organização precisa garantir que todas as bases de dados estejam conectadas para que, caso o consumidor deseje alterar alguma informação, não haja erros.

Revisão da tendência de coleta de dados

Nos últimos anos, a coleta de dados de clientes ou potenciais clientes se tornou muito comum para embasar ações de marketing e vendas – permitindo que as organizações tracem um perfil de consumo, identifiquem hábitos de compra ou avaliem as condições financeiras para liberação de crédito. Porém, a LGPD impõe diversas restrições e essas atividades, que devem ser realizadas com vários cuidados especiais – ficando, também, vedada a troca de informações entre varejistas e empresas especializadas em bancos de dados.

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Relações de trabalho e emprego

As empresas do mercado atacadista distribuidor também devem ter mais cuidado nas relações de trabalho e emprego. As informações pessoais de todos os funcionários que ficam sob posse da organização devem ser tratadas de forma adequada sob pena de responsabilidade civil e ressarcimento de eventuais danos causados.

Mudança dos processos internos

Por conta de todas as mudanças causadas pela LGPD, também é necessário adequar os processos internos e ferramentas digitais usadas pelas empresas do atacado distribuidor – visando resguardar todos os dados pessoais em posse da organização.

As mudanças e processos em questão precisam ser de responsabilidade de uma área executiva específica. E isso vale para os pequenos, médios e grandes atacadistas distribuidores, que possuem sistemas de gestão (ERP) com registros detalhados dos seus clientes, de modo que a responsabilidade conjunta de fornecedores de sistemas e usuários dos mesmos está prevista na lei.

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Tendo esses dois processos iniciais em dia, a empresa poderá partir para outros estágios ligados à regulamentação. Como exemplo, mudanças nos processos internos e nos sistemas de informação, garantindo um diagnóstico inicial rápido para que a empresa consiga se programar para cumprir a LGPD a partir de agosto de 2020.

Esse processo não precisa ser oneroso. A saída é que as companhias sejam claras, fortalecendo um ambiente de transparência, idealizado para que o consumidor não tenha dificuldades se quiser conhecer os dados disponíveis e, consequentemente, para que a empresa não precise se esforçar para disponibilizá-los.

A importância de se adequar às normas da LGPD

A adequação às exigências da LGPD é uma necessidade para as empresas brasileiras. Em pouco tempo, os consumidores devem passar a conhecer melhor os seus direitos – e não respeitar as necessidades deles pode causar danos sérios à reputação de uma organização.

Além de manter um bom relacionamento com o seu público, seguir as normas da Lei Geral de Proteção de Dados evita que os distribuidores tenham que arcar com as penalidades impostas pela lei.

O artigo 52 da LGPD prevê as seguintes sanções, que podem ser aplicadas em razão de infrações cometidas às normas previstas nesta lei:

  • Advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas;
  • Multa simples, de até 2% (dois por cento) do faturamento da pessoa jurídica, excluídos os tributos, limitada, no total, a R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) por infração;
  • Multa diária, observado o limite total de R$ 50.000.000,00
  • Publicização da infração após devidamente apurada e confirmada a sua ocorrência;
  • Bloqueio dos dados pessoais a que se refere a infração até a sua regularização;
  • Eliminação dos dados pessoais a que se refere a infração;
  • Suspensão parcial do funcionamento do banco de dados a que se refere a infração pelo período máximo de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período, até a regularização da atividade de tratamento pelo controlador;
  • Suspensão do exercício da atividade de tratamento dos dados pessoais a que se refere a infração pelo período máximo de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período;
  • Proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados.

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