Todo negócio visa construir um bom relacionamento com seus clientes. E, para desenvolver a percepção do cliente de ser confiável e adaptado às suas necessidades, há diversos tipos de estratégias. Uma delas, em especial, tem se destacado no cenário atual: a pronta entrega.

Nos últimos anos, as distribuidoras e os varejistas passaram por muitas transformações. E o ritmo das mudanças se acelerou durante a pandemia de COVID-19, à medida que os varejistas precisaram se adaptar às mudanças. Seja no consumo e ou no aumento das expectativas dos clientes em relação à velocidade e conveniência em suas compras.

Isso, naturalmente, se reflete no que os lojistas precisam exigir de seus fornecedores e parceiros.

A ascensão das vendas online também fez crescer o desejo do mercado pela agilidade do pedido à entrega. E isso acaba também impactando nas expectativas colocadas nos demais canais de vendas.

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Calculo de cubagem
calculo de cubagem
Em vez de ler, que tal ouvir? Em logística, a cubagem é uma métrica muito importante. Ela facilita, por exemplo, o cálculo de frete que, por sua vez, deve considerar os custos operacionais envolvidos em um serviço de entrega. Mas, o que é, de fato, a cubagem? Por que é importante considerá-la? Como calculá-la?
É o que vamos te mostrar ao longo deste artigo. Continue lendo para entender!
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Homem repondo um estoque no ponto de venda

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Falar em merchandising no ponto de vendas é assumir que o ponto de venda (PDV) é o verdadeiro palco principal do varejo.

É nesse espaço que ocorre a decisão da compra, e é nele, também, que o consumidor vivencia a experiência da marca, interage com os promotores de vendas e tem acesso aos produtos e serviços.

Pensando nisso, o PDV deve ser montado para chamar a atenção imediata, criando uma melhor visibilidade para marcas ou serviços, com um único propósito: influenciar as decisões de compra dos consumidores.

Mas esse consumidor está com a vida cada vez mais corrida e exige conveniência e novas experiências a cada visita. Isso acontece porque, atualmente, vivemos a chamada “economia da atenção”, descrita pelo economista Herbert Simon. Ele afirma que a riqueza de informação cria pobreza de atenção. E você já deve ter sentido esse impacto em sua vida, não é mesmo?

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Escritório com duas mesas grandes e várias pessoas trabalhando

 

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Quando um negócio faz processos comerciais a longo prazo e costuma vender para grandes empresas, é interessante conhecer as vendas enterprise. Apesar de muitos pensarem que se trata de uma estratégia fria, que não envolve fatores emocionais e bastante padronizada, isso não é verdade.

A prática pede um excelente relacionamento B2B e também vendedores especializados, acostumados a fazer negócios que levam algum tempo para serem fechados.

Portanto, o processo de vendas enterprise está bastante conectado com a nutrição dos relacionamentos e de como será desenvolvida uma força de vendas para conduzir todas as etapas da negociação, trabalhar a atenção para os seus leads e lidar com soluções personalizadas para cada cliente, com o objetivo de fechar o negócio.

Este cuidado vai ajudar a fechar os acordos, reter clientes e ter um relacionamento mais longo com esses leads.

Mas do que se trata afinal as vendas enterprise? Acompanhe.

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Homem de meia idade sentando em frente a uma mesa de escritório, olhando para a tela do notebook e escrevendo em uma papel
Homem de meia idade sentando em frente a uma mesa de escritório, olhando para a tela do notebook e escrevendo em uma papel - PDV Digital

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Os benefícios da tecnologia estão espalhados em inúmeros processos dentro de uma empresa, certo? No varejo, o processamento de vendas também ganha eficiência com o uso do PDV digital.

Essa tecnologia acelera o processo de pagamento, gerando benefícios tanto para os vendedores quanto para os consumidores. Além disso, o PDV digital ainda contribui com outros processos relacionados ao momento da venda – como a gestão do estoque, satisfação do cliente e controle financeiro.

Quer entender melhor como funciona o PDV digital e aprender a usar essa estratégia? Confira logo a seguir!

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Várias caixas de papelão empilhadas
Várias caixas de papelão empilhadas

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Quando se trata de logística, existem muitos detalhes importantes para o sucesso dessa operação, e o uso de embalagem na logística é, sem dúvida, um ponto de extrema relevância.

Ao transportar qualquer mercadoria, ela precisa ser envolvida em um tipo de material correto, que vai ajudar na preservação do produto. E para cada produto existe um tipo de embalagem adequada. Além disso, também temos que levar em consideração os custos e o meio ambiente.

Então, se você trabalha com logística e quer entender mais sobre os tipos de embalagem que podem ser usados, acompanhe.

As embalagens e a logística

Como falamos, a embalagem é um elemento fundamental para o sucesso das operações de logística, visto que estamos nos referindo à integridade do que será transportado, além da segurança deste produto e da própria embalagem.

Então, podemos classificar a forma de envolver a mercadoria como um diferencial logístico. Isso não deve ser considerado um custo, mas sim um investimento, já que algumas embalagens podem superar as expectativas dos clientes.

Portanto, é fundamental planejar bem a seleção da embalagem que será usada, para conseguir um bom equilíbrio entre o custo-benefício, os cuidados com as mercadorias e a satisfação dos consumidores.

Além disso, é importante salientar que as embalagens também são importantes na logística reversa, pois o fluxo inverso de produtos embalados contribui para evitar o descarte exagerado de materiais no meio ambiente.

Qual a importância da embalagem na logística?

Podemos afirmar que a embalagem na logística é importante em diversas situações.

Quando pensamos no armazenamento, é fundamental que o produto esteja bem embalado para otimizar a estocagem e a movimentação destes produtos, garantindo proteção contra danos internos.

Já no manuseio das mercadorias, a embalagem precisa facilitar esse movimento e ser resistente, garantindo que não haja danos. Já no transporte, a embalagem vai proteger os produtos enquanto o veículo se encontra na rota de entrega.

Então, alguns critérios que devem ser considerados na escolha da embalagem na logística são:

  • Ela precisa se adaptar ao produto, ou seja, levar em consideração a forma e tamanho, para aproveitar o espaço e suas características que garantem a proteção do produto. Isso significa que a embalagem não pode ser justa a ponto de rasgar, mas também não devem ser muito largas sujeitando o item a danos;
  • Pense na sustentabilidade, ou seja, o impacto ambiental que o uso da embalagem vai causar. Quando possível, é interessante usar materiais recicláveis, reaproveitáveis ou retornáveis;
  • O preço dessa embalagem também é um critério importante, então, é fundamental equilibrar a qualidade com um custo satisfatório para que a operação não fique cara demais;
  • Verificar a certificação, já que as embalagens com certificado do Inmetro estão mais aptas a proteger a mercadoria.

Assista ao MáximaCast, podcast do Grupo Máxima, e confira uma série de dicas para reduzir os prejuízos com as avarias e devoluções de mercadorias.

5 tipos de embalagem usados na logística

Agora vamos falar dos tipos de embalagem na logística, e como elas são adequadas para determinados tipos de produtos. Já que tudo precisa ser embalado, é de se esperar que não seja possível usar um único tipo, e cada situação pede uma embalagem específica.

Então, conheça os principais tipos de embalagem utilizados na operação logística:

1. Primária

Chamamos de embalagem primária a que fica em contato direto com o produto, e que também é parte da sua identidade visual. Exemplificando, é um tipo de embalagem primária aquelas que envolvem bolachas, arroz ou bombom.

2. Secundária

Já a embalagem secundária é a que envolve a primária. Ela é usada principalmente para unitizar mercadorias e facilitar o seu manuseio. Para dar um exemplo prático, pense nos sabonetes em barra que são agrupados em pacotes e vendidos como uma única peça.

3. Terciária

A embalagem terciária é a usada para acomodar os produtos que estão envolvidos pela embalagem secundária. Seu uso é principalmente para facilitação do transporte. Para facilitar o entendimento, é a embalagem usada em vários sacos de arroz, que podem ser embalados juntos.

4. Quaternária

Esse tipo serve para acomodar uma enorme quantidade de mercadorias, como o uso de paletes, e o principal objetivo da embalagem quaternária é simplificar as operações logísticas de transporte.

5. Quintenária

Para finalizar, a embalagem quintenária é usada no transporte de mercadorias a longa distância, como por exemplo quando o transporte vai cruzar os estados ou até mesmo outros países. Aqui, podemos exemplificar esse tipo pelos contêineres.

Quais são os materiais mais usados nas embalagens?

Como vimos através dos tipos de embalagem na logística, cada produto pede por determinado tipo, então, é possível utilizar diversos materiais para produzir a embalagem na logística.

Porém, justamente por existirem diversos materiais, é fundamental ficar atento para que a empresa tenha a certeza de que está fazendo a escolha correta.

Madeira

Este é um dos mais antigos formatos de embalagem, e pode ser usado para transportar produtos de diferentes naturezas. A madeira é bastante usada no ramo do agronegócio, para transportar alimentos como frutas, legumes e verduras.

É um material muito prático, mas que não garante uma alta proteção para a mercadoria, que pode ser danificada pela umidade e, por causa do peso, não é tão confortável para o consumidor.

Isopor

Geralmente é usado como uma embalagem secundária. Produtos que usam muito o isopor são os eletrodomésticos, que ficam mais protegidos com esse material durante um trajeto.

Outra vantagem do isopor é que o custo não é muito alto, porém, a desvantagem é que, por ser constituído de plástico celular rígido, também é poluente.

Papel

O papel é muito usado na forma de sacolas, envelopes e fardos. É um material facilmente reciclável e de simples manuseio, além do pouco peso. A limitação principal desse material é a pouca resistência à umidade, e, por isso, não é recomendável para embalar alimentos.

Além disso, é um material frágil, principalmente quando a embalagem de papelão é usada para produtos de muito peso.

Vidro

Muito utilizada para armazenar alimentos, as embalagens de vidro são bem aceitas pelos consumidores porque é possível observar o produto, já que na maioria das vezes o vidro é translúcido ou transparente.

Por isso, é recomendável quando a embalagem é usada em conservas, geleias, requeijão, e no transporte de bebidas.

Entretanto, é preciso tomar alguns cuidados, pois é um material muito vulnerável a danos, especialmente durante um transporte. Outra desvantagem do vidro é o tempo de decomposição (é um dos materiais mais demorados).

Alumínio e lata

Essa embalagem é muito usada para envolver produtos que pedem uma proteção grande contra umidade, odores e luz, além de promover um maior resfriamento e conservação.

Apesar de ser um material reciclável, o alumínio tem em sua composição um elemento muito poluente, a bauxita. Por esse motivo, é um material pouco usado por empresas mais sustentáveis.

Outros materiais

Além dos materiais que listamos acima, as embalagens podem ser produzidas em outros materiais como por exemplo o plástico, os laminados, tetra pak e ligas metálicas.

Estes tipos de materiais são muito usados, por exemplo, no transporte de produtos de limpeza.

O que considerar ao escolher a embalagem na logística

Como vimos, existem diversos tipos de embalagem, e a escolha da empresa deve ser cuidadosa para que o melhor material seja o escolhido.

A embalagem tem como o principal objetivo proteger os produtos que precisam ser transportados, e a melhor opção pode reduzir custos diretos (compra do material) e indiretos (como perdas por avarias).

Agora, vamos falar de alguns aspectos que precisam ser a avaliados para determinar qual é o melhor tipo de embalagem:

Qual é o produto que será transportado

A primeira coisa para decidir o melhor tipo é saber que tipo de produto será embalado. Quais são as características? Estamos falando de algo líquido, sólido ou gasoso?

Pense sempre também em aspectos como peso, volume, se é frágil, perecível, qual é o valor do produto e se tem algum grau de perigo no que será embalado, afinal, é importante evitar devoluções por avarias nos produtos.

Entenda o processo de produção da embalagem

É fundamental entender que tipo de embalagem pode ser usada. É primária, secundária ou outro? Qual é o formato?

Verifique como será feito o manuseio e a armazenagem no transporte

Aqui estamos falando de pontos importantes como, por exemplo, a altura de empilhamento que vai ser suportada, o tempo de armazenamento, os diferentes meios de transporte utilizados. Muitas vezes, a mudança dos meios de transporte gera vibrações que podem afetar o produto.

Além disso, a escolha da embalagem deve levar em conta a quantidade de cargas e descargas que o produto vai sofrer, sua relação com a logística reversa, temperatura, e a umidade do ambiente em que o produto estará submetido durante as operações de armazenagem e transporte.

O impacto ambiental que a embalagem vai gerar

Este é outro aspecto muito importante para ser observado na hora de decidir qual é o melhor tipo de embalagem para o produto.

Sempre que possível, é importante optar por uma embalagem na logística que tenha opções de reaproveitamento ou reciclagem, para diminuir os resíduos deixados.

Confira o papel da ESG na logística

Ponto de venda

É essencial entender para onde vai esse produto, ou seja, onde ele será colocado e que manuseio vai exigir. Por exemplo, se for um e-commerce, é importante cuidar da experiência do cliente ao desempacotar, já que é o primeiro contato físico do cliente com a marca e o produto.

Legislação a respeito das embalagens

Aqui, estamos nos referindo às normas técnicas, como ABNT ou ISO, além do regulamento de transporte internacional. É preciso ficar atento também às regras que afetam o manuseio e marcação de mercadorias perigosas.

Quais os cuidados é preciso ter nas embalagens usadas na logística?

Até aqui, falamos sobre os tipos de embalagem na logística e o que deve ser considerado na hora da melhor escolha. Então, não restam dúvidas de que essa opção deve ser feita com critérios. É fundamental tomar alguns cuidados quando fazemos a escolha da embalagem na logística.

Um dos pontos de atenção é o momento de colocar a carga dentro do caminhão. Nessa hora, é de suma importância desenvolver um trabalho que foque em evitar avarias, não só no produto, mas também nas embalagens.

Também é importante salientar que o cuidado com o custo, afinal, não basta apenas economizar, mas sim investir em algo que realmente garanta que o produto vá chegar sem nenhum problema no consumidor final.

O fator ambiental, a sustentabilidade, está cada vez mais presente no nosso dia a dia, e precisa ser outro ponto de atenção, pois cada vez mais os consumidores estão de olho em como as empresas estão se posicionando em relação aos cuidados com o meio ambiente, e lembramos que grande parte das embalagens são descartadas.

Exemplificando, isso pode fazer com que algumas empresas com embalagens plásticas ou de vidro em excesso não sejam bem vistas, já que são materiais de difícil decomposição.

Então, em resumo, os cuidados que devem ser tomados tem relação com:

  • Custo;
  • Qualidade;
  • Formas de lidar / manusear / empilhar os produtos;
  • Fatores ambientais.

Conclusão

Agora você já conhece diversos tipos de embalagem e aspectos importantes que devem ser considerados na hora de escolher a melhor opção para transportar os seus produtos.

Para saber o que pode ser melhorado no uso de embalagem na logística, é aconselhável classificar os diferentes tipos (primárias, secundárias etc) e averiguar como e quem é afetado por uma possível modificação em cada uma delas.

Outro ponto importante também é avaliar o grau de otimização da embalagem em função do material usado na sua produção, transporte, manuseio e armazenagem, gestão de resíduos e custos envolvidos.

Apenas com essa visão mais global de todo processo é possível chegar na melhor opção da embalagem na logística para a realidade de cada empresa.

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