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Agenciamento de cargas

Agenciamento de cargas: vale a pena?

Agenciamento de cargas é a coordenação e o embarque de mercadorias de um lugar para outro, por meio de uma ou várias modalidades de transporte (multimodal) – sejam transportadoras aéreas, marítimas, ferroviárias ou rodoviárias.

Essa é uma prática fundamental nas remessas internacionais, mas que também oferece vantagens no transporte nacional.

Os princípios do agenciamento de carga se baseiam na transferência eficiente e econômica de mercadorias que são mantidas em boas condições durante suas viagens. Para conseguir isso, os agentes de carga se tornam especialistas no gerenciamento da logística necessária. Eles trabalham para garantir que as mercadorias cheguem no prazo certo e com a qualidade ideal.

Negociando tarifas, regulamentações alfandegárias e sendo fluentes nos requisitos de transporte marítimo, ferroviário e aéreo, os agenciadores de carga gerenciam os riscos e benefícios do transporte usando os mais recentes avanços em tecnologia da informação.

Neste artigo, além do conceito de agenciamento de cargas, você vai entender se vale a pena contratá-lo, se é possível realizá-lo por conta própria e muito mais.

Acompanhe!

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auditoria de PDV

auditoria de PDV efetiva

Em vez de ler, que tal ouvir?

Uma das tarefas que mais tomam tempo nas rotinas estratégicas do trade marketing é a auditoria de PDV.

O processo é naturalmente longo, e envolve vários quesitos importantes para a unidade, a solidez e a valorização da sua marca.

Porém, a auditoria de PDV não precisa ser complicada demais, nem demorar tanto. Neste artigo, trazemos recomendações e boas práticas para realizar uma auditoria de PDV consistente e ágil, sem deixar nada para trás e sem perder tempo. Acompanhe.

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segmento pet

o crescimento do segmento pet

Em vez de ler, que tal ouvir?

O segmento pet tem se mostrado um dos mais promissores do Brasil nos últimos anos. Segundo levantamento do Euromonitor International, o país é o segundo maior mercado, perdendo apenas para os Estados Unidos.

Trata-se de um setor em crescimento, tanto para fabricantes como para atacadistas, varejistas e prestadores de serviços: um mercado repleto de oportunidades, mas também de desafios.

A seguir, confira dados sobre a impressionante indústria pet e como a otimização operacional pode ajudar atacadistas distribuidores a se tornarem ainda mais competitivos neste mercado em alta.

Aproveite a Black Friday Máxima. Condições especiais até dia 30 de novembro!

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last mile delivery

o que significa last mile delivery

Em vez de ler, que tal ouvir?

Você já ouviu falar sobre last mile delivery? Esse é um conceito que se tornou muito popular e ganhou grande importância ao longo dos últimos anos. Afinal, estamos vivendo um momento em que proporcionar uma boa experiência ao consumidor é essencial – e a agilidade na entrega é um fator fundamental para isso.

É cada vez maior o número de consumidores que optam pelas compras online, não é? Esse é um dos sinais que mostram uma mudança do comportamento dos consumidores.

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black friday atacado

black friday atacado distribuidor

Em vez de ler, que tal ouvir este artigo?

Embora a Black Friday tenha surgido como um grande evento para o varejo online, empresas de diversos outros segmentos estão aproveitando a data nos últimos anos. Ou seja, é perfeitamente possível fazer Black Friday no atacado distribuidor. Basta que exista uma boa estratégia por trás das ações executadas.

É cada vez maior a popularidade da Black Friday entre os consumidores, certo? Porém, isso não está limitado ao varejo. Mesmo em operações B2B é possível promover ótimas parcerias que beneficiam todas as partes envolvidas.

Mas como fazer Black Friday no atacado distribuidor? É exatamente sobre isso que vamos falar neste artigo. Confira!

Baixe nossa análise do mercado atacado distribuidor!

Panorama do atacado distribuidor: Ranking ABAD 2020

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faixa de gôndola

Em vez de ler, que tal ouvir?

Você já utiliza a faixa de gôndola como estratégia de trade marketing? Quando falamos sobre chamar a atenção do consumidor no ponto de venda, todos artifícios devem ser utilizados, não é? Afinal, o cliente precisa ser conquistado em qualquer oportunidade de contato com a sua marca.

Muitas das técnicas de trade marketing têm como objetivo principal o aumento da visibilidade do produto. Quando o consumidor para na frente de uma prateleira, você deseja que seu produto seja visto facilmente e se destaque em relação aos concorrentes. E a faixa de gôndola pode ajudá-lo a alcançar este objetivo.

Neste artigo vamos compreender a importância da faixa de gôndola para o trade marketing. Confira.

O papel essencial do pensamento estratégico na montagem do PDV

Antes de falarmos sobre o uso da faixa de gôndola como ferramenta do trade marketing, é importante ressaltar o papel essencial do pensamento estratégico na montagem do PDV.

Todas as técnicas e estratégias devem ser exploradas para extrair o máximo do potencial dos seus produtos no ponto de venda, não é?

Parceiros da cadeia de suprimentos, como distribuidores, atacadistas e varejistas, têm muitas marcas para escolher. Por isso, é fundamental que você se destaque da concorrência ao disputar os valiosos espaços nas prateleiras.

A lógica por trás disso é muito simples: é preciso criar demanda pelos produtos que a sua empresa vende. Se eles forem um sucesso entre o consumidor final, você também terá sucesso nas vendas.

Entretanto, somente um produto de qualidade não garante o sucesso. É fundamental que exista um pensamento estratégico para promovê-lo adequadamente no PDV.

Veja alguns dos benefícios de colocar isso em prática:

  • Aumento da demanda pelos produtos e garantia de que o fornecimento de seu produto sempre possa atender à demanda.

  • Construção de parceria com os varejistas para promover seus produtos – dando-lhe longevidade.

  • Criação e manutenção de relacionamentos com os principais contatos da cadeia de suprimentos.

  • Aumento das chances de upsell – elevando os resultados de vendas.

  • Construção de autoridade para a sua marca no contato direto com o consumidor.

  • Maior destaque no PDV em relação aos seus concorrentes.

Ouça o MáximaCast #32 e saiba o passo a passo para a estratégia de trade marketing para a indústria.

O que é a faixa de gôndola?

A faixa de gôndola é uma peça gráfica em formato de “L” colocada em gôndolas e prateleiras, no mesmo local em que os preços costumam ser afixados. A principal intenção dessa ferramenta é chamar a atenção do cliente e conquistá-lo.

Para isso, a faixa de gôndola é inserida no espaço de maior visibilidade para o consumidor, gerando uma comunicação visual horizontal customizada para os produtos. Ao tornar o campo de visão do cliente mais agradável, as marcas conseguem se destacar em relação aos concorrentes na prateleira.

Geralmente, a faixa de gôndola é informativa ou promocional:

  • Informativa. Tem o objetivo de lembrar o consumidor de um produto com pouca saída de mercado ou de um lançamento da marca.

  • Promocional. Tem como objetivo aumentar a visibilidade sobre uma promoção organizada pela marca.

A importância da faixa de gôndola para o trade marketing

Quando a faixa de gôndola é bem explorada em uma estratégia de trade marketing, são muitos os benefícios que podem ser obtidos:

Visibilidade de alto nível

A faixa de gôndola fornece a visibilidade ideal para seus produtos. E isso gera dois grandes benefícios diretos:

  • Construção do reconhecimento da marca para toda a sua linha de produtos

  • Aumento das compras por impulso para os itens exibidos

Criar faixas atraentes que representem sua empresa da maneira mais positiva pode melhorar sua posição geral no mercado e atrair novos clientes não apenas para seus produtos, mas também para sua marca como um todo.

Aumento de compras de impulso

A principal vantagem da faixa de gôndola é o aumento do potencial para compras por impulso. A lógica é bem simples: trata-se de uma oportunidade de chamar a atenção dos consumidores que caminham pelos corredores da loja – mostrando os atributos positivos do seu produto.

Para compreender isso, basta pensar na sua própria experiência de compra. Quando você está em um supermercado passando por dezenas de prateleiras de produtos, é impossível olhar para cada uma das suas opções. Porém, uma faixa atrativa chamando a atenção para um produto vai despertar sua curiosidade – podendo levá-lo a uma compra.

Ao utilizar corretamente a faixa de gôndola, você pode obter vendas aprimoradas e maior visibilidade. Isso pode levar diretamente a uma maior lucratividade e a uma melhor posição de mercado em seu setor.

Destaque um produto em destaque ou sazonal

A faixa de gôndola oferece a oportunidade perfeita para você mostrar itens especiais que, de outra forma, poderiam se perder nas prateleiras com os produtos de uso diário. Dessa forma, esse artifício contribui para aumentar as vendas, movimentar o estoque e promover ofertas sazonais.

Incentive os compradores a conhecer outros produtos

Você tem um produto novo e interessante que deseja expor? Posicioná-lo corretamente no PDV é essencial para o seu sucesso. E a faixa de gôndola pode ajudá-lo neste objetivo.

Imagine que uma empresa que comercializa cafés lance um novo filtro no mercado. Para chamar a atenção dos consumidores para esse novo produto, é possível posicionar esses produtos próximos um do outro, certo? Porém, os resultados podem ser ainda melhores com o auxílio de uma faixa de gôndola que chama a atenção do consumidor.

Destaque para outras ações no PDV

Já falamos que a faixa de gôndola é muito eficiente para chamar a atenção do consumidor, certo? Isso pode ser aproveitado de muitas formas – além de simplesmente ampliar a visibilidade de um produto.

Muitas outras ações promocionais no PDV podem ser promovidas com auxílio da faixa de gôndola: desconto em produtos, brindes, kits de produtos, lançamentos, entre outras. Ou seja, estamos falando de uma ferramenta que pode ser combinada com outras ações para gerar resultados ainda melhores.

Baixe nosso e-book e confira essas dicas de ouro para planejar o PDV. É gratuito!

trade marketing

Como utilizar a faixa de gôndola?

Você ficou interessado em utilizar a faixa de gôndola para promover seus produtos no PDV? Aqui estão algumas dicas para colocar isso em prática:

1. Defina um tema

O primeiro passo para utilizar corretamente a faixa de gôndola é definir um tema para a ação promocional. Você deseja divulgar um novo produto? Um produto sazonal? Uma promoção? Um kit de produtos?

Escolher os itens a serem destacados é fundamental para obter sucesso com essa estratégia. O objetivo é chamar a atenção do consumidor, mas sem confundi-lo ou poluir as prateleiras. Ou seja, é preciso agir com cautela.

2. Escolha uma variedade limitada de produtos

Quando somos bombardeados com muitos rótulos e ofertas de produtos, tendemos a ficar sobrecarregados – tornando difícil nos destacarmos. Nesse caso, a potência da faixa de gôndola será perdida.

Para evitar isso, você deve escolher uma variedade limitada de produtos para promover desta forma. A ideia é chamar a atenção para itens que realmente merecem destaque. Afinal, se você tentar destacar todos os produtos, nenhum deles vai realmente chamar a atenção do público.

3. Escolha um layout

A faixa de gôndola possui um tamanho e formato comum, mas podem ter pequenas variações para torná-la mais atrativa. É possível explorar desenhos, texturas e recortes diferentes para tornar a faixa ainda mais chamativa para o cliente.

Além disso, é importante garantir que a arte utilizada seja agradável e esteja em harmonia com os produtos promovidos. Quando tudo está alinhado, os resultados obtidos são maximizados.

4. Garanta o abastecimento de produtos

Se a faixa de gôndola estiver fazendo seu trabalho, será necessário repor os produtos com frequência – além de garantir que a faixa esteja em boas condições de exibição o tempo todo. Afinal, você não quer que o seu trabalho árduo seja desperdiçado por pequenas falhas.

Imagine que várias faixas atrativas estejam colocadas, mas as prateleiras estejam vazias. Além de perder boas vendas, os consumidores podem ficar frustrados.

Confira neste MáximaCast os desafios de um supervisor de trade marketing:

5. Não complique demais suas faixas de gôndola

Embora uma faixa de gôndola ofereça a oportunidade perfeita para incentivar a compra por impulso e aumentar suas vendas, você precisa ter cuidado ao utilizá-la. Erros comuns incluem o excesso de informações ou muitos produtos promovidos ao mesmo tempo – reduzindo o impacto no consumidor.

O ideal é que, ao configurar a faixa de gôndola, você queira definir uma mensagem central e, em seguida, tentar transmiti-la aos compradores por meio de sua marca e apresentação de um produto.

6. Abuse da criatividade

A “sabedoria popular” do diz que você deve usar a faixa de gôndola para promover sua nova mercadoria mais quente ou oferecer ofertas especiais. Mas muitas vezes as melhores ideias vêm de pensar de forma não convencional, então seja criativo para aprender quais ideias funcionam melhor.

É possível inserir um QR code para ampliar a interação com o consumidor por meio da internet, ilustrar o uso do seu produto, promover uma campanha mais ampla que vai além da compra imediata, entre outros experimentos.

Maximize os resultados no PDV

Quando bem utilizada, a faixa de gôndola é um poderoso artifício para maximizar as vendas no PDV. Porém, seus resultados são ainda melhores quando combinada com outros recursos – e um bom planejamento estratégico por trás de seu uso.

Além disso, é fundamental considerar o uso da tecnologia como aliada do trade marketing. Com o uso de soluções digitais é possível garantir o abastecimento do estoque e controle em tempo real das ações realizadas nos PDVs – gerando mais visibilidade e agilidade para traçar medidas de melhorias nas vendas.

Ao combinar recursos de merchandising como a faixa de gôndola e os benefícios da tecnologia, sua empresa pode extrair o melhor de seus produtos.

Você já conhecia a importância da faixa de gôndola para o trade marketing? A sua empresa já utiliza essa ferramenta para promover vendas no PDV? Deixe o seu comentário.

descontos no atacado distribuidor

descontos no atacado distribuidor

Em vez de ler, que tal ouvir este artigo?

Conceder descontos no atacado distribuidor é um dilema para quem faz a gestão comercial deste segmento. Os limites entre a precificação e a lucratividade fazem dessa prática um dilema constante.

O mercado está cada dia mais competitivo. Ao mesmo tempo, há um lento desempenho da economia, girando em espiral com o drama da fidelização de clientes. Neste sentido, um controle não efetivo das negociações pode fazer dos descontos no atacado distribuidor uma regra bastante difícil de manejar.

Este é o problema: conceder descontos no atacado distribuidor deve ser o último recurso na hora de fechar uma negociação, por mais que os clientes demandem preços cada vez mais baixos.

O que fazer para conseguir boas negociações sem comprometer a lucratividade do negócio? Como manter a saúde financeira da empresa sem abrir mão da satisfação de clientes cada dia menos leais?

Neste artigo, trazemos possíveis respostas para essas perguntas. A ideia é que você pense em como equilibrar a concessão de descontos de forma estratégica, evitando prejuízos e ajudando a empresa a seguir avançando.

Continue lendo para entender nossas proposições!

→ Comece vendo algumas dicas em vídeo:

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jornada dos motoristas

jornada dos motoristas

Em vez de ler, que tal ouvir?

Para que os produtos do atacado sejam comercializados e distribuídos, o papel da equipe de motoristas é fundamental – sendo eles uma das principais engrenagens para o funcionamento das operações da empresa. No entanto, para essa engrenagem rodar corretamente, é preciso alguns cuidados, incluindo fazer o controle da jornada dos motoristas.

Além de ser uma prática obrigatória a partir das determinações da Lei do Motorista, ela ajuda na construção de um ambiente laboral mais saudável, de melhores relações entre empresa e profissionais, no desenvolvimento de um trânsito mais seguro, entre outras coisas.

Mas em uma operação tão descentralizada e dinâmica como a dos atacados distribuidores, como fazer controle de jornada de motorista? É sobre isso que trataremos neste artigo. A seguir, confira mais sobre o que diz a Lei do Motorista quanto ao controle da jornada de trabalho dos condutores e dicas para controlar com mais praticidade e confiabilidade essas informações. Acompanhe.

A importância de controlar a jornada dos motoristas

É importante que a jornada dos motoristas seja monitorada para fins de saúde e segurança, evitando situações propícias a acidentes e oferecendo um ambiente de trabalho saudável para os profissionais. Também para garantir a integridade da carga transportada e dos veículos da frota.

Ainda, o controle de jornada de motorista de caminhão torna-se essencial para evitar sanções legais e processos trabalhistas. No caso de desrespeitos à Lei do Motorista, podem ocorrer multas e penalidades envolvendo tanto a empresa quanto o condutor.

Além disso, estabelecer e aplicar medidas claras de controle da jornada ajuda a construir transparência nas relações de trabalho, o que é essencial para manter os profissionais motivados e produtivos.

Empresas cumpridoras dos termos da lei e que demonstram preocupação com a saúde e o bem-estar dos motoristas desenvolvem também um diferencial de atração e retenção para os melhores profissionais.

Jornada dos motoristas e a nova Lei do Motorista

Motoristas cansados ​​têm tempos de reação mais lentos e sofrem com a redução da atenção, consciência e capacidade de controlar seus veículos. De fato, há pesquisas que sugerem que dirigir cansado pode ser tão perigoso quanto dirigir sob o efeito do álcool. Outro dado importante trazido por um levantamento internacional é que, em todo o mundo, a fadiga contribui para entre 10 e 20% dos acidentes de trânsito.

Esse é apenas um dos lados de um panorama complexo que incentivou, em todo o mundo, iniciativas mais consistentes para o controle da jornada dos motoristas profissionais. No Brasil, a nova Lei do Motorista, também conhecida como Lei do Caminhoneiro, é um dos reflexos disso. Embora seja alvo de algumas controvérsias, ela também traz benefícios importantes para a cadeia de logística do transporte, incluindo empresas e motoristas profissionais.

Embora chamemos normalmente de nova lei, ela já está vigente desde 2015, antecedida pela Lei 12.619/12. A Lei do Motorista (Lei nº 13.103), de 2 de março de 2015, formata uma série de regras para a execução da atividade profissional dos motoristas.

Ela apresentou também alterações de dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), além da Lei nº 12.619/12, abrangendo condutores que fazem tanto o transporte rodoviário de passageiros quanto o transporte rodoviário de cargas – como é o caso dos profissionais contratados pelos atacados distribuidores.

Essa Lei também deixa clara a obrigatoriedade do controle da jornada efetivamente praticada pelos condutores – seja por meio de planilha de controle de jornada de trabalho do motorista, aplicativo de controle de jornada de motorista ou outros recursos manuais ou eletrônicos.

Ao longo de seus mais de 20 artigos, a Lei do Motorista traz uma série de prescrições. Entre as que dizem respeito mais diretamente ao controle da jornada dos motoristas, podemos destacar:

  • O registro da jornada de trabalho precisa ter anotação fidedigna;
  • A jornada dos motoristas não apresenta horário fixo de início, fim e de intervalos – a não ser que isso seja definido no contrato de trabalho;
  • A jornada dos motoristas pode ser estendida por até duas horas extras ou por até quatro horas por dia conforme a convenção e/ou acordo coletivo;
  • Os intervalos de descanso são de 30 minutos a cada seis horas de trabalho (no caso dos motoristas de carga);
  • O tempo de espera (no qual o motorista aguarda para a carga/descarga e para a fiscalização de mercadoria) não faz parte da jornada laboral, mas é indenizado em 30% do salário-hora normal;
  • O tempo de repouso do profissional deverá ser de 11 horas entre jornadas; período que pode ser de oito horas contínuas, se as três horas restantes forem usufruídas nas 16 horas seguintes;
  • Na jornada dos motoristas, os profissionais não podem dirigir por mais de 5,2 horas ininterruptas;
  • No horário de descanso, o motorista não poderá movimentar o caminhão, porém, em horário de espera, para pequenas e pontuais movimentações, isso é possível;
  • O período de deslocamento do motorista para pegar o caminhão na empresa não é considerado como jornada de trabalho.

→ Para mais detalhes sobre as normas e mudanças trazidas por essa lei, confira o artigo: Como a Lei do Motorista impacta em sua distribuidora?

Por que é tão desafiador controlar a jornada dos motoristas?

Controlar a jornada de funcionários que trabalham em período integral alocados na matriz da empresa já é algo que apresenta seus desafios. E esses se tornam ainda maiores quando se faz o controle de jornada dos motoristas, profissionais que estão constantemente em trânsito e distantes da empresa.

E, ainda mais, quando o controle da jornada dos motoristas é feito de forma manual, dependendo de o próprio motorista fazer as anotações em uma prancheta, assinalando horário de início e fim de jornada.

Como trata-se de um trabalho realizado externamente, esse tipo de controle não é confiável e pode trazer diversos problemas. Imagine que um motorista, por exemplo, pensando em elevar sua produtividade, anote que fez o descanso, mas estava dirigindo ininterruptamente e cansado. Esse cenário torna acidentes e outros problemas mais propícios. Ainda, há o costume de muitos funcionários, por comodidade, acabarem fazendo anotações padronizadas (de horários fechados, por exemplo), o que torna impreciso o registro e o controle de sua jornada de trabalho.

Como vimos, com a nova Lei do Motorista profissional, mais dados precisarão ser acompanhados. E fazer registros e acompanhamentos de forma totalmente manual é algo bastante impreciso, demorado e que abre margens para erros e inconsistências.

Ouça o MáximaCast #23 e confira como foi esse bate papo sobre a nova lei do motorista e que contou com a participação do Dr. Alexandre Meirelles, Advogado trabalhista.

4 dicas para ajudar no controle da jornada de seus motoristas

Como vimos até aqui, embora seja de grande importância para todas as partes encontrar formas de como fazer controle de jornada de motorista, isso pode ser bastante desafiador, tendo em vista a natureza desse tipo de trabalho realizado de forma descentralizada e distante da gestão do atacado.

No entanto, a boa notícia é que, além das possibilidades de planilha de controle de jornada de trabalho de motorista manual, há outras ações e recursos que ajudam a manter a praticidade e confiabilidade dessa tarefa.

A seguir, veja algumas ideias que podem ajudar no controle de ponto de motorista externo:

1. Tenha foco em ações educativas

A base para mudanças pessoais e profissionais é a educação. É muito mais fácil e tranquilo para o motorista adotar novos hábitos no trabalho quando ele compreende os motivos e benefícios disso para sua rotina. Além disso, se ele não está inteirado ou não compreende os procedimentos, será mesmo difícil de adotá-los, certo?

Por isso, busque desenvolver ações consistentes de educação, sensibilização e motivação da equipe em relação ao processo de controle de jornada e aos comportamentos em conformidade com a Lei do Motorista.

Além de comunicados, ações de endomarketing, reuniões e treinamentos práticos são importantes para isso. É válido também fornecer aos motoristas um manual que estabeleça de modo claro e objetivo quais são as políticas da empresa envolvendo o trabalho de seus condutores.

Ainda, é importante incluir iniciativas abordando questões como saúde do sono, gerenciamento de fadiga e outras que ajudem o profissional a se manter descansado e disposto. Em eventos internos, como os promovidos pela CIPA, podem ser enfatizados esses aspectos.

2. Avalie o uso do tacógrafo – mas como apoio

O tacógrafo já foi alvo de muita polêmica. Quando o assunto é como fazer controle de jornada de motorista, é importante destacar que, conforme o entendimento da Lei e do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o tacógrafo não pode ser utilizado como método exclusivo para controle da jornada de trabalho dos profissionais que exercem atividades externas.

Assim, ele pode ser associado a outros métodos mais confiáveis, sendo utilizado como uma ferramenta auxiliar, que oferece uma alternativa de checagem se as marcações de horários de trabalho e de descanso foram feitas corretamente.

3. Estude o uso de ferramentas de rastreamento para complementar o controle

Outro recurso que pode contribuir para um melhor controle de jornada dos motoristas são as ferramentas de rastreamento veicular.

Além de ajudarem a garantir que outras leis estão sendo cumpridas, de elevar o controle da carga e de fornecerem informações para uma gestão baseada em dados (data-based), como elas registram e tornam disponível o acesso à localização exata e em tempo real dos veículos (e, com isso, dos motoristas), tempos de parada e outras informações, tudo isso pode ser cruzado para seu atacado ter um controle da jornada dos motoristas ainda mais completo e confiável.

→ Saiba mais sobre como adotar uma gestão orientada a dados em nosso artigo: os principais na distribuição logística de suprimentos

4. Utilize a tecnologia como aliada

Embora, com a nova Lei do Motorista, a papeleta, fichas, diários de bordo e planilha de controle de jornada de trabalho do motorista impressa ainda permaneçam como alternativa válida, como vimos, não é uma opção confiável. Em um processo judicial, por exemplo, poderá dificultar a defesa da empresa se não for considerada como um método confiável de controle de jornada dos motoristas. Afinal, esses são instrumentos facilmente adulteráveis e imprecisos, o que não é desejável nem pelos profissionais nem pela empresa.

Além disso, o controle manual acaba sendo apenas uma burocracia a ser gerenciada e executada. Diferentemente do que ocorre com soluções tecnológicas que, além de eliminarem boa parte da burocracia e de tarefas morosas, ainda centraliza e consolida os dados de forma a gerar inteligência para a empresa. E isso agrega um grande valor para tornar sua operação mais eficiente de modo global.

→ Descubra mais sobre outras tecnologias e inovações de transformação digital que impactarão cada vez mais a logística em nosso e-book: Tendências para a Logística – Logística Lean, Logística 4.0 e a transformação digital

Assim, além dos métodos auxiliares que vimos, há outros mais robustos, práticos e completos – como software e aplicativo de controle de jornada de motorista. Há sistemas que permitem um monitoramento de veículos, carga e jornada seguro, confiável e altamente eficaz.

Com o maxMotorista, por exemplo, há uma parametrização em alinhamento à Lei do Motorista, com questões como a marcação precisa e detalhada sobre o tempo dedicado pelo profissional para cada etapa – de espera, descarga, estrada, etc.

Além disso, esse é um instrumento adicional para garantir a segurança de todos e a confiabilidade do controle de jornada – que pode ser feito, inclusive, em tempo real.

Por exemplo, se o motorista marcou que está em horário de almoço, o acesso à tela de entregas fica bloqueado. Isso está em alinhamento com a nova Lei do Motorista, já que não impede marcações de controle de jornada dos motoristas, mas é uma maneira de aumentar a confiabilidade desse processo e garantir a precisão das marcações.

Ainda, é possível a emissão de alertas para a central com a proximidade de conclusão do período máximo de direção ininterrupta do profissional. Esse é outro recurso que ajuda a elevar o controle e a segurança da jornada.

O maxMotorista também proporciona a oportunidade de balanceamento das entregas diárias já considerando as exigências de períodos máximos de trabalho, tornando as demandas laborais alinhadas às regras da Lei dos Motoristas e garantindo uma rotina de trabalho equilibrada para o profissional.

E mais: em conjunto com o maxRoteirizador, há um ganho de inteligência para que se programem apenas as entregas que se encaixam no tempo máximo de jornada dos motoristas, já considerando variações de tempo médio de espera em cada cliente e outras informações.

Assim, esses sistemas podem contribuir – e muito – para uma melhor rotina de trabalho para os motoristas e para a operação do atacado. No entanto, além da escolha desse software de controle de jornada de motorista, também será preciso desenvolver um trabalho de sensibilização da equipe para a completa e correta adoção da tecnologia.

Essa deve ser apresentada e percebida como algo benéfico para os condutores, que ajuda a garantir que eles terão seus direitos assegurados e poderão ter uma rotina de trabalho sadia e equilibrada. Ainda, que tornará suas atividades muito mais práticas – além do que diz respeito ao registro da jornada em si, seus roteiros ficarão mais organizados, as informações de cada entrega ficarão mais acessíveis e claras, entre outros detalhes que ajudarão a facilitar seu trabalho.

Portanto, demonstre todas essas vantagens práticas para ajudar a quebrar a resistência à mudança dos profissionais, que é algo natural em um primeiro momento. Fazer treinamentos, demonstrações práticas e apresentar total abertura para diálogos e esclarecimento de dúvidas também são iniciativas importantes.

E em seu atacado, como a Lei do Motorista está sendo trabalhada? Ficou interessado em tecnologias para ajudar no controle da jornada dos motoristas? Deixe sua mensagem nos comentários.

pedido perfeito

pedido perfeitoEm vez de ler, que tal ouvir?

Pedido perfeito é uma métrica que mede a eficácia do atendimento do suprimento em um nível transacional, que, então, é agregado para relatórios de nível superior.

Nos últimos anos, esse indicador tem ganhado muita importância –  sobretudo nas organizações que entenderam a importância de melhorar o planejamento e a execução da operação logística para obter diferenciais competitivos.

Neste artigo, veremos em profundidade como a métrica do pedido perfeito é importante, e o que ela diz sobre o planejamento logístico.

Acompanhe!

→ Comece vendo este vídeo rápido com dicas de livros para gestores de logística e supply chain:

Pedido perfeito: uma métrica composta que indica “perfeição” ou precisão

Na prática, um pedido perfeito de um fornecedor é aquele que contém o produto ou serviço certo, sendo entregue ao cliente certo e no lugar certo.

Para começar, é importante saber que temos um pedido perfeito quando ele é composto pelos seguintes níveis:

  1. é entregue 100% no prazo;

  2. na quantidade certa (taxa de preenchimento de 100%);

  3. na condição certa e embalagem (100% “qualidade” em relação ao cumprimento);

  4. com a documentação certa (atualmente, cada vez mais eletrônica).

Também conhecido como “Ordem Perfeita”, o pedido perfeito é uma métrica fortemente orientada para a logística. No entanto, ela tem uma grande relevância para a aquisição; por exemplo, como aplicá-lo aos serviços.

Outro ponto relevante: pedido perfeito é uma métrica composta. Isso significa que seis valores são definidos por uma fórmula matemática envolvendo outras métricas (elementares ou compostas, previamente definidas).

Em outras palavras, é calculado a partir de métricas de nível inferior, neste caso por meio da multiplicação direta dos quatro níveis que vimos anteriormente.

Sendo assim, é correto afirmar que a ordem perfeita é uma métrica composta, muito difícil de obter acima de 80% devido à sua natureza multiplicativa.

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Uma métrica fundamental no planejamento logístico

Relembremos o seguinte: uma métrica de logística é uma medida de desempenho usada para rastrear, visualizar e otimizar todos os processos logísticos relevantes, de maneira eficiente. Entre outros, essas medidas se referem a aspectos de transporte, armazém e cadeia de abastecimento.

Neste sentido, a taxa de pedido perfeito é uma métrica de logística altamente importante quando se trata, por exemplo, da eficiência da sua cadeia de suprimentos. Ela mede a quantidade de pedidos que são processados, enviados e entregues sem nenhum incidente no caminho.

O tempo de envio e o de entrega são respeitados, o pedido não está errado e a mercadoria não está danificada – essas condições são importantes porque mostram a eficiência da cadeia de suprimentos e serviços de entrega. E isso leva, claro, a clientes mais satisfeitos, que estão dispostos a voltar ou fazer recomendações para seus pares e parceiros.

Na prática, quanto mais alta for essa taxa, melhor para o negócio. A empresa perderá menos dinheiro com devoluções de mercadorias imprecisas ou danificadas, e aumentará o nível de satisfação de sua base de clientes.

Para alcançar uma excelente taxa de pedido perfeito, são realizadas melhorias contínuas em diversos processos logísticos. Isso começa no planejamento e vai até atividades do controle de processos, passando pela coordenação e execução da operação e da gestão. Dessa forma, garante-se melhor produtividade, qualidade e controle, o que leva, também, à redução de custos no armazém.

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Como calcular a métrica de pedido perfeito e monitorá-la sem distorções

Como vimos, o pedido perfeito é calculado a partir da eficiência das etapas de um pedido. No “conjunto da obra”, que é o que interessa para a gestão logística no final do dia, o desempenho em pedido perfeito é mensurado da seguinte forma:

(% de pedidos entregues no prazo) x (% de pedidos concluídos) x 

(% de pedidos sem danos) x (% de pedidos com documentação precisa) 

x 100.

Em linhas gerais, as organizações têm um índice de pedido perfeito de 90% — cerca de 10% de todos os pedidos enviados apresentam algum tipo de falha. Isso é o que aponta a American Productivity and Quality Center (APQC), maior autoridade mundial em benchmarking, melhores práticas, melhoria de processos e desempenho e gestão do conhecimento.

→ Leia também: Os principais kpis na distribuição logística de suprimentos!

Conclusão

O que a métrica do pedido perfeito diz sobre seu planejamento logístico?

Em resumo, o pedido perfeito é um dever para todos os gestores de logísticas. Quando há uma taxa baixa dessa métrica, ela deve ser vista como um abrir de olhos para as organizações – especialmente para aquelas que usam métricas funcionais, como remessas no prazo e taxa de preenchimento de linha/unidade como um proxy para a satisfação do cliente.

O que se sabe é que há espaço para as organizações melhorarem no que diz respeito ao índice de pedidos perfeitos.

Como essa medida abrange várias atividades de logística, as organizações podem decompor os fatores em uma ordem perfeita para determinar se as atividades individuais podem se tornar mais eficientes.

Melhorar a capacidade de receber mercadorias corretamente, alocar estoque rapidamente, entregar produtos no prazo e enviar faturas precisas pode levar a um melhor desempenho dos pedidos. Para tanto, é preciso definir, monitorar e trabalhar para a melhoria contínua, também, de indicadores como a avaria.

A boa notícia é que fazer tudo isso está cada vez mais fácil por conta da tecnologia — entenda, neste artigo, a importância da automação logística. Todas os indicadores que compõem a métrica do pedido perfeito podem ser planejados e acompanhados dentro de um bom sistema de gestão dessa área.

→ Veja agora a gravação do episódio 43 do MáximaCast, o podcast da Máxima Tech, no qual especialistas debatem sobre como a curva ABC resolve grande parte dos problemas relacionados à organização de estoque e também mostra onde o time de vendas deve atuar mais, gerando mais lucratividade para sua empresa!

Que tal, ficou claro o conceito de pedido perfeito? Conseguimos lhe mostrar como essa métrica é importante para o seu planejamento logístico? Deixe seu comentário!

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Grandes marcas, reconhecidas no mundo inteiro, investem anualmente somas expressivas em esforços de marketing. Startups e negócios disruptivos têm no marketing uma das chaves para sua rápida escalabilidade. A verdade é que, com a hipercompetição e a comoditização de produtos e serviços, o marketing mostra-se extremamente relevante. Por isso, o marketing para o atacado distribuidor é um dos grandes impulsionadores desse tipo de negócio.

O marketing de atacado hoje mostra-se com um aliado da estratégia de vendas para distribuidores e uma das formas mais eficientes de como fidelizar clientes no atacado.

→ Confira um panorama do mercado atacadista distribuidor atual em nosso e-book: Panorama do atacado distribuidor 

Se você quer otimizar sua estratégia de marketing para o atacado, mas está em dúvida sobre por onde começar, continue a leitura deste artigo. A seguir, falaremos mais sobre como o marketing é central nas estratégias do setor atacadista e apresentaremos algumas dicas de caminhos que você pode percorrer para obter melhores resultados e vender mais. Acompanhe.

Destrinchamos as informações do ranking ABAD 2020!

Panorama do atacado distribuidor: Ranking ABAD 2020

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