Otimizar o transporte de carga é sempre um desafio, e implementar melhorias por menores que elas pareçam é essencial.

Essa é, aliás, uma demanda cada vez mais recorrente dentro da gestão logística das empresas. As lideranças e as equipes envolvidas nessa operação estão sempre sob pressão e podem agir de maneira propositiva, estratégica.

Sobre isso, vamos te ajudar a refletir ao longo deste artigo.

Continue lendo para rememorar o conceito de gestão de transporte de carga, entender por que otimizá-la é fundamental e conferir dicas de como fazer isso agora mesmo! 

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Em vez de ler, que tal ouvir este artigo?

A venda pelo WhatsApp é uma opção muito explorada pelas empresas B2C por conta da sua praticidade no fechamento de negócios de baixa complexidade. Porém, será que essa é a ferramenta ideal para o atacado distribuidor?

Apesar de ser eficiente para manter o relacionamento com seus clientes, uma estratégia de venda pelo WhatsApp pode não ser a melhor ideia no mercado B2B. Em longos ciclos de vendas, é preciso contar com o auxílio de ferramentas mais robustas.

Ou seja, o ideal é usar o WhatsApp para manter a comunicação, enviar ofertas especiais, cupons e descontos. Porém, não podemos deixar as vendas de um atacado distribuidor nas mãos dessa ferramenta de comunicação.

Quer entender como ir além da venda pelo WhatsApp e encontrar as melhores ferramentas para o setor comercial? Confira logo a seguir!

Como utilizar o WhatsApp no atacado distribuidor?

Já vimos que a venda pelo WhatsApp não é a melhor alternativa para o atacado distribuidor. Mas isso não quer dizer que você deveria parar de usar esse aplicativo.

Por conta da agilidade e proximidade com o público, o aplicativo tem um grande valor na hora de manter contato e facilitar a comunicação.

Além disso, por ser popular, o aplicativo recebe a atenção das pessoas diariamente tornando este um recurso fácil e conveniente para manter o contato e enviar alertas sobre promoções, por exemplo. Com isso, você se alinha aos hábitos do cotidiano dos seus consumidores e não interrompe suas atividades com abordagens inconvenientes.

Na era da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais), a privacidade é um assunto de extrema importância e alvo de preocupação também para as empresas.

Sob esse ponto de vista, graças à criptografia de ponta a ponta e ao compromisso em proteger os dados do usuário, o WhatsApp é um ambiente para trocar mensagens com os clientes e proporcionar uma experiência sem spam.

Veja também: Atendimento – Você sabe se o seu cliente está realmente satisfeito?

Veja algumas formas de usar o WhatsApp no atacado distribuidor:

1. Comunicação e construção de relacionamento com o cliente

Estabelecer um relacionamento sólido com o cliente é o objetivo de toda empresa que deseja alavancar suas vendas. Por isso, tirar proveito do apelo do WhatsApp é uma forma de conquistar esse objetivo e criar oportunidades de negócios.

O hábito de utilizar o aplicativo como meio de comunicação abre a porta para que as empresas possam abordá-los de forma genuína e sem incômodo.

Sob o mesmo ponto de vista, aliado a um atendimento direto, personalizado e rápido, o WhatsApp pode aproximar você de seus clientes e, por fim, conquistar mais conversões.

2. Atualizações de pedidos e entregas

O WhatsApp também é uma ótima ferramenta para manter o cliente atualizado em relação aos pedidos e entregas. Em alguns casos, não basta apenas enviar notificações por e-mail para avisar os clientes sobre o status da entrega. Afinal de contas, a caixa de entrada pode estar cheia de e-mails e sobrepujar o seu comunicado.

Como as pessoas usam o aplicativo de forma corriqueira, as chances de visualizarem suas mensagens são ainda maiores. Portanto, o WhatsApp é um aliado para manter o cliente informado em tempo real e evitar insatisfação.

3. Suporte pós-venda

Se a sua empresa considera que o relacionamento com cliente termina quando ele finaliza uma compra é melhor mudar esse pensamento.

Mesmo após concluir o negócio, o cliente pode necessitar de apoio para utilizar um produto ou serviço e, até mesmo, ficar insatisfeito. Caso ele sinta que existem obstáculos nesse momento, pode até comprometer a reputação da empresa com avaliações negativas.

Por essas razões, sua empresa pode usar o WhatsApp para oferecer suporte pós-venda e ajudar os consumidores em suas demandas. Ao demonstrar empatia, seu atendimento cria um sentimento de satisfação e transforma seus clientes em promotores da marca.

4. Envio de promoções e ofertas

O WhatsApp pode ser usado como uma plataforma para divulgar ações promocionais. Assim, você pode enviar conteúdos sem violar a privacidade das pessoas. Além disso, você não viola seus direitos, pois eles precisam do seu consentimento para receber seu contato.

Outro recurso é a função “Status”, formato semelhante aos “Stories” do Instagram, no qual você pode compartilhar artes e vídeos promocionais. Esse formato fica disponível por até 24 horas, o que pode inspirar a sensação de escassez e fomentar o sentimento de oportunidade, aumentando as conversões.

O aplicativo também conta com o recurso “Conversa em um clique” que possibilita começar uma conversa com um contato sem ter o seu número salvo. Esse formato é interessante quando o cliente que não quer salvar o número de todas as empresas com as quais interage.

Estratégias de vendas: 7 dicas de como vender mais no atacado distribuidor

5. Serviço de concierge

A palavra concierge pode até nos lembrar da figura de um mordomo que atende aos hóspedes de um hotel cinco estrelas. Mas esse serviço também pode existir no atendimento ao cliente na venda pelo WhatsApp.

Dessa forma, o consumidor conta com um profissional disposto a tirar suas dúvidas e indicar os melhores produtos para resolver suas “dores”. Com isso, a negociação termina em encantamento e cria mais um promotor da marca, já que ele, provavelmente, indicará sua empresa para seus contatos e fará avaliações positivas nas redes sociais.

Conheça os tipos de consumidores online:

Indo além da venda pelo WhatsApp: qual o melhor canal de venda no atacado distribuidor?

Se a venda pelo WhatsApp não é o forte dessa ferramenta para o atacado distribuidor, quais são os melhores canais e ferramentas que você pode explorar?

Para respondermos essa pergunta é preciso fazer uma breve análise sobre a realidade omnichannel em que vivemos atualmente. São vários os canais que podem ser usados para fechar vendas: site, aplicativo, lojas físicas, showroom, feiras, catálogos impressos, visitas de vendedores, telefone, e-mail, entre outros.

Ou seja, as vendas estão cada vez mais espalhadas por diversos canais. No entanto, a adição de canais de vendas aumenta a complexidade de um negócio, o que pode tornar difícil encontrar um sistema de software para gerenciar todos os canais em um banco de dados.

É aqui que entra em jogo uma solução digital dedicada ao gerenciamento das vendas para o atacado distribuidor. Uma solução completa permite que você obtenha controle e fornece informações sobre todos os pedidos e relacionamentos construídos.

O software de venda para o atacado distribuidor é uma solução que integra diversos processos de negócios. Isso permite a automação dos fluxos de trabalho e a realização mais rápida das operações.

Veja os principais benefícios de usar uma solução específica de vendas para o atacado distribuidor:

  1. Mapeamento de oportunidades. Uma ferramenta de vendas pode ajudar os profissionais a identificar as principais oportunidades de vendas – mapeando cada ponto de relacionamento com os leads e clientes.
  2. Banco de dados organizado. O sistema de força de vendas oferece uma visão mais completa de seus clientes. Ele fornece informações de vendas, marketing e atendimento ao cliente para sua empresa, para que todo o departamento permaneça em sincronia e organizado.
  3. Previsões de vendas precisas. Informações inadequadas levam a previsões de vendas imprecisas. Um software de gerenciamento de vendas registra dados com eficiência e fornece informações importantes que tornam mais fácil para os vendedores fazer previsões precisas.
  4. Melhor desempenho da equipe de vendas. O sistema de força de vendas permite que sua equipe se concentre nas vendas em vez de se preocupar com tarefas repetitivas – como atualizar dados, agendar reuniões ou fazer lembretes de acompanhamento. Ele tem a capacidade de configurar automaticamente lembretes de acompanhamento, agendar tarefas necessárias para o processo de vendas e delegar tarefas a membros da equipe.
  5. Colaboração interna aprimorada. O sistema de força de vendas pode resumir todo o trabalho realizado por sua equipe de vendas e apresentar essas informações de uma forma que permita que todos os envolvidos entendam o que a equipe está fazendo como um todo.
  6. Fontes de chumbo mais bem analisadas. Com um sistema de força de vendas, você tem a capacidade de fazer análises mais precisas sobre o desempenho de venda da empresa. Com base na avaliação das estratégias adotadas e na performance dos vendedores, o gestor pode otimizar o uso dos recursos – aumentando a eficiência das ações comerciais. 

Quais os recursos de uma solução que potencializam uma venda completa?

Você está disposto a ir além da venda pelo WhatsApp e investir em uma ferramenta de vendas para atacado distribuidor? É isso que a solução maxPedido oferece!

Veja quais são os recursos oferecidos que potencializam uma venda completa:

  • Consulta atualizada de preços
  •  Agenda e de visitas
  •  Sugestão de venda e mix ideal do cliente
  •  Acompanhamento da meta individual
  •  Controle da jornada de trabalho
  •  Realização de pré-pedido offline
  •  Sincronização de pedidos e pré venda
  •  Montagem inteligente de catálogos e segmentação
  •  Fácil instalação a partir da Playstore.
  •  Campanhas promocionais (Progressivas em adequação às regras das principais indústrias, combos comerciais, campanhas de brinde, campanhas escalonadas entre outros)

Para vendedores externos e RCAs

Com o maxPedido, você cria catálogos segmentados de seu mix, já realizando o pré-pedido e realiza a emissão dos pedidos e consulta de preços por informar a disponibilidade de estoque e histórico de compras do cliente já com a devida adequação às políticas de descontos e promoções da sua empresa.

Históricos salvos e pré-pedidos eliminam erros de digitação e erros de sincronização, e melhoram o desempenho da equipe de venda em campo. Você também reduz o gasto com materiais impressos que ficam defasados rapidamente e só geram volume no kit do vendedor.

Veja os principais benefícios que você pode garantir com o maxPedido:

  • Até 30% de redução do tempo gasto na hora da venda
  •  Até 35% de aumento na quantidade de pedidos emitidos
  •  Até 40% de crescimento no volume total de novas vendas
  •  Até 50% de aumento no giro de produtos do mix com menor saída
  •  Até 15% de redução de descontos não autorizados

Você já conhecia essa ótima opção para não depender da venda pelo WhatsApp? Quer conhecer melhor os recursos do maxPedido? Então visite nossa página e solicite uma demonstração!

  Em vez de ler que tal ouvir este artigo? Como profissional da área comercial, você já passou por algum aperto na hora de passar as informações dos produtos para o cliente e perdeu vendas no atacado distribuidor? Ou, então, ficou impossibilitado de fazer uma análise de crédito, pois não teve acesso a recursos suficientes para consulta? A falta de informação realmente impede o bom desempenho do profissional de vendas, o que, por consequência, prejudica a negociação com o cliente.  E isso é potencializado cada vez mais. Afinal, hoje, mais do que conhecer o próprio serviço, um bom vendedor de atacado precisa conhecer o cenário que está lidando, quem é seu cliente, quais são seus desejos e qual a melhor forma de lidar com ele.  Além disso, os clientes de atacado estão exigindo o nível de serviço do mercado B2C. Obviamente, os avanços na tecnologia tornam mais fácil fornecer uma melhor experiência.  No entanto, as empresas de atacado podem perder clientes se seus negócios não conseguirem atender com mais assertividade às últimas demandas deles.  Então, se você tem enfrentado esse tipo de desafio, continue a leitura. A seguir, elencamos os principais fatores que podem atrapalhar as vendas no atacado distribuidor e apresentamos dicas de como solucionar os problemas detectados. Acompanhe. 

Vendas no atacado distribuidor: como solucionar os principais problemas?

Como atacadista, você compreende a importância de atrair mais varejistas para o seu funil de vendas.  Afinal, o sucesso de longo prazo das operações depende se sua empresa conseguirá atrair mais clientes e manter o relacionamento com os que já possui. Isso é fundamental para manter um fluxo saudável de vendas no atacado distribuidor.  E, como gestor comercial, você já sabe que é extremamente mais caro encontrar um novo cliente do que manter o relacionamento com um atual. De fato, Philip Kotler, renomado especialista que é considerado o “pai do marketing”, afirma que adquirir um novo cliente é entre 5 e 7 vezes mais caro do que manter um cliente já captado.   No entanto, essa fidelização pode ser difícil quando seus clientes esperam um serviço melhor e preços baixos.  Felizmente, o avanço das novas tecnologias tem ajudado as empresas a atenderem às expectativas crescentes de sua base.  Com isso, os clientes B2B, agora, esperam um nível mais alto de serviço, e seus vendedores devem ser capazes de fornecê-lo para eliminar os problemas que afetam as vendas no atacado distribuidor.  Nesse sentido, as novas tecnologias permitem que os atacadistas otimizem seus processos complexos e aumentem a agilidade de envio e entrega dos pedidos.  E elas otimizam iniciativas como o lançamento de ofertas especiais, ações de marketing de referência e um bom atendimento ao cliente, que são relevantes para atrair novos clientes, além de manter os antigos, potencializando as vendas no atacado distribuidor.  A seguir, conheça mais detalhes sobre os problemas comuns que impactam nessa área e como a sua empresa pode tornar suas operações mais eficientes e, ao mesmo tempo, melhorar seus números de vendas ao minimizar gargalos e barreiras que afetam o seu potencial comercial: 

1. Ter um processo de pedido de vendas confuso

Não ter as informações em mãos para negociação é um fator predominante do mau desempenho durante o pedido de vendas no atacadista distribuidor.  Afinal, o vendedor precisa não só dominar as informações da negociação, como, também, estar preparado para responder a eventuais dúvidas dos clientes.  Para resolver esse problema e aumentar a facilidade de compra — o que é crítico para a conversão e retenção de clientes —, busque implementar um sistema de gestão de vendas robusto e automatize etapas do processo de atendimento tanto quanto possível.  Ademais, sempre que apropriado, certifique-se de que todas as interações com o seu representante de vendas e o atendimento ao cliente sejam refletidas no perfil do cliente e nos preços personalizados em seu sistema.  Você também pode equipar os seus representantes em campo com um aplicativo móvel, a partir do qual informações personalizadas sobre cada cliente possam ser acessadas, para incentivar os varejistas a fazerem pedidos quando e onde precisarem, agregando mais diferencial e comodidade para o seu cliente.  Lembre-se: um processo simplificado significa menos erros ou pedidos em atraso, bem como economia de tempo e dinheiro para seus clientes. Isso os torna mais propensos a fazerem pedidos e recompras, o que ajuda a blindar a sua operação contra a ação da concorrência.  → Para saber mais, conheça estes 9 segredos para aumentar as vendas no atacado distribuidor 

2. Não fazer ofertas especiais e personalizadas

Quem não gosta de uma oferta? E de se sentir especial por receber uma oferta personalizada?  Seus clientes apreciam quando podem economizar, e você pode usar esse conhecimento a seu favor dos resultados comerciais para oferecer certos tipos de propostas que sejam atraentes para os varejistas e que aumentem as vendas no atacado distribuidor.  A primeira coisa que você deve entender é que os clientes têm mais probabilidade de clicar e conferir anúncios que oferecem promoções ou descontos especiais.  Isso os incentiva a darem o primeiro passo e, pelo menos, a considerarem a sua oferta. Assim que os clientes acessarem o seu canal digital, você pode personalizar as ofertas para atender às necessidades específicas deles.  Por exemplo, se você tem um cliente atual que comprou um produto específico de você várias vezes, pode oferecer a ele um negócio melhor para comprar o mesmo produto a granel na próxima vez.  Tenha em mente que os clientes respondem melhor a ofertas personalizadas, e isso pode aumentar a fidelidade à marca e estimular a recompra frequente.  Ainda, lembre-se de que as suas ofertas podem ser sazonais, mensais ou, mesmo, semanais. No entanto, você pode dar autonomia aos seus vendedores para que eles possam analisar os dados de cada cliente e fazer ofertas no local, aproveitando o senso de urgência para fechar negócios.  Para fazer isso, será importante ter um sistema de gestão de vendas integrado ao ERP da empresa, para que os dados estejam sempre atualizados e as ofertas possam ser feitas a partir de dados históricos resgatados rapidamente nesse sistema.  → Se você tem dúvidas sobre como criar sua política de promoções e utilizar o apoio da tecnologia para isso, veja dicas importantes neste guia completo sobre descontos no atacado distribuidor 

3. Apresentar impossibilidade de trabalhar offline

Se o vendedor de atacado deseja ter uma boa performance, é essencial que ele chegue no cliente já sabendo o que precisa vender, a quantidade necessária ou se o comprador já adquiriu aquele produto antes.  Entretanto, em decorrência da quantidade de clientes atendidos, não é muito simples guardar essas informações na memória. Por isso, muitos profissionais de vendas no atacado distribuidor investem em sistemas para auxiliar durante as etapas de abordagem e negociação.  Contudo, de nada vale ter um programa especializado se ele não possui a opção de funcionar offline. Imagine, por exemplo, que você ou um colaborador esteja atendendo um cliente em um local onde não há internet, ou a rede do seu celular resolva não funcionar. Complicado, não é?  Esse tipo de situação gera mal-estar para ambas as partes e pode prejudicar as vendas no atacado distribuidor. Portanto, considere esse um critério prioritário na escolha do seu sistema. 

4. Fornecer um péssimo atendimento ao cliente

Seus clientes podem ter necessidades, demandas e prioridades exclusivas – e você não pode atendê-los da melhor maneira até saber quais são essas necessidades.  Já com esse entendimento prévio, você pode oferecer a eles promoções específicas e evitar produtos que não interessem ou atendam aos seus requisitos.   Ademais, para não perder vendas no atacado distribuidor, é vital também prestar assistência a seus clientes quando e onde precisarem. O atendimento é um dos pontos-chave nas relações comerciais de sucesso.  Portanto, incentive sua equipe de vendas e atendimento a se comunicar de maneira agradável e profissional com seus clientes, enquanto motiva a equipe a tomar decisões de uma forma que os coloque em primeiro lugar.  Seja online ou offline, certifique-se de que seus clientes estão obtendo assistência quando e onde precisam.  Para isso, se seus produtos são de natureza técnica, você pode fornecer treinamento na loja para suas principais contas, para que seu time de vendedor de atacado possa comercializar seus produtos com eficácia.  Vale lembrar que as vendas omnichannel, agora, são esperadas de comerciantes e atacadistas B2B. Dessa forma, seus representantes de vendas, plataforma de comércio eletrônico, aplicativo móvel e outros pontos de contato com o cliente precisam fornecer uma experiência perfeita.  → Para estruturar da melhor maneira o atendimento nos diferentes canais online e offline, não deixe de ver as dicas deste vídeo:
 

5. Não olhar para os números

O sucesso do negócio, geralmente, é medido em indicadores-chave de desempenho (KPI — Key Process Indicators). Tratam-se de evidências quantificáveis ​​usadas para determinar o quão bem as metas de vendas no atacado distribuidor estão sendo atingidas – ou se o serão no futuro.  Por isso, a seleção do conjunto certo de indicadores-chave de desempenho é fundamental, sobretudo quando se busca um crescimento futuro das vendas.  No entanto, comumente, dois riscos principais surgem na avaliação do desempenho de uma equipe de vendas no atacado distribuidor.  Primeiro, as organizações de vendas nesse mercado tendem a sobrecarregar suas equipes com muitos KPIs, painéis e dados não acionáveis. Isso é um risco porque medir um excesso de indicadores de desempenho reduz o impacto de cada um, leva à confusão e à falta de foco.  Além disso, os líderes de vendas enfrentam um segundo risco, embora, às vezes, menos grave: saber como medir os números e acompanhar o desempenho do time de vendas.  Nesse contexto, encontrar o equilíbrio certo entre um amplo conjunto de métricas de vendas no atacado distribuidor acionáveis ​​e a mobilidade dos vendedores pode representar um desafio.  Afinal, é preciso considerar que cada situação de negócios pode exigir um conjunto diferente de indicadores de desempenho, dependendo da estratégia, avaliação, região de vendas ou gerente de conta principal.  É por isso que os líderes de vendas de sucesso equipam seus times com as ferramentas integradas necessárias para consultar e avaliar os números. 

6. Não apostar no marketing de referência

Nos negócios, tudo gira em torno da sua rede. Quanto mais pessoas você conhece, maiores poderão ser as chances de aumentar suas vendas no atacado distribuidor.  Mas não ignore o fato de que seus clientes também possuem suas próprias redes. Então, por que você não oferece a eles que tragam amigos para sua empresa? É possível utilizar essa estratégia em seu marketing para atacadista para elevar as vendas.   No mercado B2C, a eficácia de um sistema de referência já foi comprovada. O Dropbox aumentou as inscrições graças ao seu sistema de referência. O programa de indicação de amigos do PayPal também é um bom exemplo.  As empresas de atacado também podem usar essa estratégia para aumentar suas vendas no atacado distribuidor. Para isso, a recompensa que você oferece aos seus clientes deve ser adaptada aos seus produtos.  Outra forma de aumentar as vendas no atacado distribuidor é permitir que outros varejistas online façam dropshipping. A ideia com isso é que o cliente final possa comprar seus produtos no site do varejista e você os envie direto para o cliente.  Ao utilizar essa abordagem, você pode aumentar suas vendas no atacado distribuidor por meio de oportunidades de marketing conjunto.  Pode ser um sistema complicado de implementar na estrutura do setor atacadista, mas vale a pena investir tempo em uma planilha para descobrir se essa é uma decisão de negócios lucrativa para a sua organização.  Lembre-se nessa hora de que, se você conta com um programa de dropshipping, pode ter a oportunidade de conhecer muitos proprietários de lojas online que venderão seus produtos com prazer. 

7. Ter um catálogo desatualizado

O catálogo é uma parte crucial dos esforços de marketing para atacadista. Ele ajuda a mostrar todos os produtos que você oferece atualmente, enquanto permite que seus clientes acessem um catálogo lindamente projetado à sua disposição.  Ter sempre o seu mix de produtos e preços em mãos é inegavelmente um negócio importante também, mas o custo de impressão de uma publicação em papel está cada vez mais alto. É aqui que entram os catálogos digitais. Os catálogos digitais cuidam de ambos os problemas. Eles são muito mais baratos, pois não envolvem altos custos de impressão e distribuição, e são mais convenientes porque os clientes podem acessá-los facilmente em qualquer lugar e a qualquer hora, por meio de seus telefones, tablets ou computadores.  Há muito mais benefícios em se tornar digital: 
  • Catálogo mais fácil de atualizar, retirando produtos que não são mais comercializados e adicionando de forma ágil novos itens;
  • Rápido de confeccionar e compartilhar com os clientes;
  • Catálogo nas mãos do vendedor na hora da venda;
  • Imagens dos produtos em alta resolução.
→ O catálogo digital é uma tendência que veio para ficar para otimizar as vendas no atacado distribuidor. Que tal conhecer outras? Confira tudo neste vídeo:
 

8. Não oferecer treinamento para a equipe de vendas

→ Se você está reestruturando a sua equipe, confira nossas dicas para ajudá-lo a identificar se Vendedor CLT ou Representante Comercial Autônomo (RCA) é a melhor alternativa para a sua força de vendas  Outro fator que atrapalha as vendas no atacado distribuidor é não realizar treinamentos para o seu time de forma constante.  Mesmo que você invista em estratégias de sucesso de marketing para atacadista e em tecnologias de ponta para aprimorar seus processos comerciais, se a sua equipe não estiver capacitada, todos esses esforços e investimentos dificilmente trarão resultados.  Tenha em mente que o capital humano é um dos maiores ativos de qualquer negócio. E, para gerar os resultados esperados, esses ativos também precisam ser gerenciados. Isso inclui desde treinamentos técnicos (hard skills) até os comportamentais (soft skills).  Assim, além de capacitar seu vendedor de atacado e representante de vendas quanto aos produtos e catálogo digital, também será importante oferecer treinamentos para desenvolvimento de habilidades como as de comunicação, negociação, gestão do tempo, orientação a resultados e outras.  → Quer saber mais sobre como orientar seu time ao sucesso? Então, leia nosso artigo sobre como diferenciar a força de vendas no atacado distribuidor 

9. Utilizar processos manuais

Se parece que falta tempo ou recursos para cumprir o roteiro de visitas ou realizar as tarefas previstas, provavelmente, você ainda utiliza muitos processos manuais e isso deve estar prejudicando as vendas no atacado distribuidor.  A digitalização já não é apenas uma tendência. É uma necessidade, inclusive para a estrutura do setor atacadista. Afinal, esses negócios atuam em um mercado de hiper competição, que precisa fazer mais e com menos recursos. E a digitalização é uma aliada para esse e outros desafios.  Isso porque, ao migrar dos processos manuais para os digitais, se ganha em eficiência e agilidade. Sua equipe não perderá tempo procurando uma informação importante em uma pilha de papéis. Nem passará a impressão de que é mal organizada na frente do seu cliente e que não valoriza o seu tempo, sob o risco de perder vendas. 

Como elaborar um plano de ação para solucionar os problemas que prejudicam as vendas no atacado distribuidor?

Como visto, há uma série de fatores que podem atrapalhar as vendas no atacado distribuidor. E, igualmente, diversas ações que podem ser colocadas em prática para minimizar ou neutralizar esses fatores. Mas, como organizar tudo isso? A melhor maneira é por meio de um plano de ação que associe claramente a identificação do problema e as iniciativas acionáveis, com prazo, recursos e responsáveis para executá-las.  A seguir, conheça alguns dos passos importantes para fazer esse planejamento e começar a implementar as mudanças.  

1. Liste detalhes concretos para cada ação

O plano de ação normalmente é apresentado como uma espécie de lista com as iniciativas projetadas.  As ações podem ser projetos pontuais simples (por exemplo, contratar um novo vendedor de atacado), ações repetíveis (como iniciar revisões mensais dos custos reais versus custos estimados do seu setor) ou um projeto maior (por exemplo, converter os processos manuais em digitais).   Para cada ação, é importante relacionar: 
  • Indicador-chave de desempenho;
  • Nomes dos responsáveis ​​ou envolvidos na iniciativa;
  • Cronograma de execução;
  • Prioridade para a iniciativa (baixa, média ou alta).
Lembre-se de que o plano de ação deve ser fácil de ler e compreender. Por isso, ele serve como um documento de referência rápida, que permite acompanhar o que precisa ser feito e o progresso das iniciativas.  

2. Tenha recursos e responsabilidades com clareza

Muitos planos de ação não são bem-sucedidos porque não alocam recursos humanos e financeiros adequados para concluir as iniciativas.  Portanto, certifique-se de dedicar tempo, suporte, treinamento e orçamento suficientes para que o seu não apenas traga os resultados esperados, como impacte de maneira positiva no longo prazo em termos de elevar as vendas no atacado distribuidor.  Uma forma prática de fazer isso é enfatizar e ter clareza quanto às responsabilidades associadas a cada ação. Isso pode assumir a forma de uma Matriz RACI: 
  • R (Responsible – Executor): quem realizará a ação (como o vendedor de atacado);
  • A (Accountable – Responsável/Autoridade): quem assumirá a responsabilidade pelo resultado das ações que serão executadas (como o gestor comercial);
  • C (Consultant – Consultado): quem deve ser consultado durante a execução de uma ação. Por exemplo, o gestor financeiro pode precisar fornecer informações quanto ao orçamento ou disponibilidade de recursos para investimento;
  • I (Informed – Informado): quem deve ser informado sobre o progresso ou decisões, como o diretor do atacado distribuidor.  

3. Estabeleça um processo de acompanhamento e mensuração

O plano de ação para as vendas no atacado distribuidor deve especificar medidas para acompanhar a implementação.  Podem ser marcos (como a conclusão de uma tarefa) ou medidas quantificáveis ​​(como receita, margem, etc.).  Além disso, é preciso definir como você acompanhará o plano de ação para garantir que as etapas sejam executadas. Isso pode incluir relatórios internos e reuniões regulares para discutir o progresso com a equipe.  

4. Comunique o plano

Certifique-se de que todos os colaboradores estejam cientes do plano de ação e de seu papel na implementação. Explique seus benefícios aos funcionários e busque motivá-los e engajá-los com o plano.  É importante que sua equipe saiba que o plano de ação é o componente tático de sua estratégia geral de aumentar as vendas no atacado distribuidor, que visa melhorar o desempenho da empresa e da própria equipe. 

5. Reveja e faça melhorias

Um bom plano de ação não está escrito em pedra. Ele deve ser flexível e responsivo a questões que surgem na implementação e mudanças nos cenários externo e interno do atacado distribuidor.  Com isso, você pode precisar rever ações, prioridades ou, até mesmo, seus objetivos maiores. Peça regularmente feedback de sua equipe para obter insights de quem está mais ativamente em contato com o cliente.

Conclusão

As vendas no atacado distribuidor podem ser prejudicadas por diversos fatores. No entanto, é possível identificar muitos deles para agir preventivamente e não deixar que eles afetem com maior impacto os seus resultados comerciais.  Entre esses, a falta de recursos necessários, muitas vezes, impede o profissional de vendas de concluir uma negociação com sucesso.  Neste caso, a tecnologia é uma forte aliada de quem quer impulsionar as vendas no atacado distribuidor e ter um bom desempenho perante os clientes.  A automatização dos processos é uma solução para quem deseja ter todas as informações em mãos, como poder consultar o estoque, fazer a análise do crédito do cliente e ter acesso ao histórico de venda, e não passar aperto na hora de negociar com os clientes e bater suas metas.  A partir de dados precisos, é possível tomar decisões rápidas gerando valor ao negócio, reduzindo custos e otimizando tempo.  E, quando tudo isso é estruturado em um plano de ações, tendo definidos prazos, prioridades, recursos e responsáveis, eleva-se ainda mais a chance de sucesso das iniciativas e de se obter impactos maiores no incremento de vendas no atacado distribuidor.   E você, está pronto para eliminar os fatores que atrapalham as vendas no atacado distribuidor? Aproveite e veja também os 7 passos para criar uma campanha de vendas de sucesso e gerar mais receita!

Em vez de ler, que tal ouvir?

O monitoramento de entrega é um processo essencial quando se trata de otimizar rotas e ter uma logística de distribuição eficiente. Ele garante que a empresa consiga localizar rapidamente onde as mercadorias estão e possa, por exemplo, dar mais previsibilidade aos seus clientes.

Sem essa estratégia, conforme aumenta o volume de vendas, as chances de haver desencontros de informações é grande. E isso se transforma em atrasos, extravios e insatisfação do cliente, o que impacta diretamente na lucratividade do negócio.

Há outras razões para adotar um bom monitoramento de entrega no mercado atacadista distribuidor, e é sobre elas que vamos conversar ao longo deste artigo. Acompanhe!

O monitoramento de entrega e os desafios da otimização de rotas

A pergunta: “como posso realizar o monitoramento de entrega e otimizar as rotas para ser mais rentável?” é constante no setor atacadista distribuidor.

Assim que os caminhões saem com os pedidos do centro de distribuição, a preocupação é sempre a mesma: que os motoristas consigam realizar todas as entregas, sem devoluções ou avarias, e em um menor tempo possível para garantir a satisfação dos clientes.

Problemas no caminho

Se houver alguma falha no caminho, por exemplo um furo no pneu, que atrase o cronograma ou um cliente que queira devolver produtos, o motorista precisa ligar para a empresa para receber instruções. Muitas vezes, ele vai ter que reprogramar as entregas previstas ou aguardar o deslocamento de um novo veículo para completar o percurso planejado.

Além dos problemas nas estradas do país, os grandes centros enfrentam engarrafamentos, entre outros empecilhos que podem desafiar o melhor planejamento de rotas.

Devoluções

Quando o assunto é devolução de mercadoria, geralmente, é preciso entender os motivos e seguir um protocolo para concluir a solicitação. No entanto, se acontece algum problema no caminho que não é reportado, o distribuidor deve aguardar o motorista retornar à empresa e passar a informação.

Isso pode acontecer no mesmo dia, ou depois de dois dias, e até mesmo não acontecer. Nesse caso, informações valiosas se perdem, não é mesmo? Então, imagine a situação de uma devolução de pedido.

→ No vídeo a seguir, confira algumas dicas para reduzir prejuízos com devoluções:

Recusas do cliente

O cliente se recusa a receber e o motorista liga para o armazém para saber se pode ou não voltar com os volumes. Do outro lado, o gestor precisa buscar informações internas para descobrir o que deve ter acontecido.

Será que foi falha do vendedor que pediu errado? Foi um erro na separação ou o cliente mudou de ideia? Para resolver esse problema, o tempo que se perde gera um atraso enorme em todas as outras entregas do dia.

→ Um dos erros cruciais da logística é não garantir o cumprimento de promessas feitas pelos vendedores aos clientes. Há outros, como você vai ver no vídeo a seguir:

A roteirização como base da eficiência das entregas

Agora, não dá para falar em monitoramento de entrega e otimização de rotas sem estruturar a roteirização das viagens da mercadoria, do centro de distribuição até o cliente. Isso porque fica muito mais difícil monitorar entregas que são realizadas por rotas diferentes, sem nenhuma programação prévia.

A roteirização de entrega nada mais é do que a definição de um itinerário ou roteiro para as entregas. Seus objetivos são: reduzir o tempo, a distância e os custos das operações logísticas.  Como consequência, o processo garante padronização nos tempos de entrega, previsibilidade de gastos e garantia de cumprir com o que foi prometido ao cliente.

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Em outras palavras, a roteirização das entregas otimiza a programação, pois leva em consideração uma série de informações relevantes para o negócio, como os locais de destino e a distância entre cada um.

Para garantir que uma rota seja ainda mais rentável, por exemplo, a definição de um roteiro é feita considerando informações como quantidade e capacidade dos veículos, quantidade de pedidos, clientes mais rentáveis etc.

Obviamente, a roteirização é mais bem realizada quando se usa um sistema especializado. Isso porque, conforme cresce o número de rotas de entregas, as chances de perda de controle aumentam quando o processo é realizado de maneira manual.

→ Ouça, noMáximaCast a seguir, como um sistema de roteirização pode tornar as entregas mais eficientes:

A importância do monitoramento de entrega

O ponto central do mercado atacadista é coordenar os pedidos e realizar o monitoramento de entrega, fazendo com que o negócio ande sem atrasos. Neste setor, o provérbio “tempo é dinheiro” parece ser bem mais imperativo que em outros!

Produtividade e controle de custos

Por isso, a busca por aumento de produtividade e redução dos custos logísticos, sem perder a eficiência e a qualidade do serviço prestado, é um dos principais desafios enfrentados pelos gestores de distribuição.

Logo, a automação dos processos é o melhor caminho. Quanto mais sistematizados e seguindo fluxos coordenados de atividades estiverem os processos logísticos, melhor é o resultado obtido. 

Também, a mensuração de resultados se torna mais eficiente com um sistema tecnológico, que recebe e processa dados fidedignos do dia a dia da operação.

Previsibilidade e dimensionamento dos esforços

Acompanhar o processo de entrega em tempo real permite ao gestor comercial saber onde está cada pedido, sem ter que passar rádio ou telefonar para o motorista quando um cliente (ou vendedor) precisa dessa informação.

No mesmo sistema, é possível obter todos os detalhes das ordens de serviço que estão na rua, e rastreá-las caso haja qualquer imprevisto – como no caso da devolução. Além disso, a automação do monitoramento de entrega permite saber o tempo gasto em cada etapa para traçar ações e, assim, otimizar as rotas.

Comunicação e inovação

O monitoramento de entrega realizado com a ajuda de uma aplicação tecnológica também potencializa a comunicação corporativa.

Em tempo real, todos os envolvidos na operação conseguem ter dados precisos e, assim, tomar decisões embasadas no que realmente está acontecendo. Dessa forma, a resolução de problemas, o atendimento ao cliente e até as atividades do cotidiano do negócio se tornam mais objetivos e coordenados.

Como sabemos, a inovação pode fluir melhor quando tudo é sistematizado e bem-informado. Com os processos operacionais fluindo, tendo acesso a informações em tempo real e um dia a dia mais funcional, os colaboradores têm mais tempo para colocar ideias disruptivas em prática. Eles não estão mais 100% ocupados em “apagar incêndios”.

Lucratividade

Todas essas frentes impactam diretamente no lucro do negócio! Um software de gestão, especializado no segmento atacadista distribuidor, permite o gerenciamento das entregas, ordenadas e priorizadas, notificando o resultado das atividades em tempo real.

Com isso, possibilita o controle online de todas as etapas logísticas, por meio da geração de relatórios, do monitoramento das equipes e da visualização das rotas de trabalho.

→ Confira, a seguir, algumas dicas relacionadas ao monitoramento de entrega: 

Segurança

Em um país onde o roubo de cargas é um problema de segurança pública, a segurança deve sempre estar em pauta. 

Para se ter uma ideia, essa realidade aflige 62,5% dos transportadores rodoviários de cargas entrevistados pela Confederação Nacional de Transporte (CNT). E em 2021 mais de R$ 389 milhões foram perdidos somente no estado do Rio de Janeiro com esse tipo de crime, segundo levantamento da Firjan.

O monitoramento de entrega, se não pode evitar totalmente as ocorrências, facilita a rápida localização dos veículos para ajudar na atuação da polícia. Além disso, essa estratégia dificulta que condutores, da empresa ou terceirizados, sejam cooptados por criminosos para facilitar esse tipo de crime. 

Fluidez da cadeia logística

Por fim, tudo o que apontamos até aqui aumenta potencialmente a fluidez da cadeia logística. De ganhos na produtividade à segurança das cargas, tudo se torna mais sistematizado, seguindo um fluxo de atividades previamente pensado.

Em suma, a visão 360 trazida por uma boa estratégia de monitoramento de entrega fornece mais inteligência tanto para quem pensa a logística, que toma decisões mais embasadas em dados, quanto para quem a opera.

Tecnologia para um melhor monitoramento de entrega no atacado distribuidor

Entrando mais profundamente no tema da tecnologia, vemos que ela é um divisor de águas para os atacadistas distribuidores que querem monitorar entregas, otimizar rotas e ter uma logística produtiva e lucrativa.

Quando pensamos em um sistema logístico que contempla o monitoramento de entrega, estamos falando de uma solução que integra processos; disponibiliza uma sequência lógica de atividades, o que reduz a margem para improvisos e o famoso “jeitinho brasileiro”.

Um bom sistema de logística também proporciona indicadores para que os gestores dimensionem o desempenho da operação, e também avaliem o trabalho de seus liderados. Ou seja, entrega inteligência para uma gestão mais orientada por dados.

Ao realizar a gestão de ocorrências, por exemplo, a equipe mune as lideranças de informações sobre a operação — informa em tempo hábil tudo que está acontecendo dentro de um processo, ou de uma sequência deles. Assim, é possível gerar relatórios e verificar gargalos operacionais para realizar as melhorias.

E há mais estratégias que podem ser colocadas em prática para um monitoramento ativo das entregas, combinando com outros processos da gestão logística.

Por fim, um ponto que merece destaque: é fundamental que o sistema logístico escolhido seja mobile (possa ser acessado em qualquer dispositivo), 100% seguro (sem vulnerabilidades que facilitem as ações de hackers, por exemplo), livre de fraudes virtuais, panes ou perda de informações.

As vantagens de utilizar um sistema de monitoramento de entrega

Entre os principais objetivos de uma aplicação de monitoramento de entrega, destacam-se os seguintes:

Controle e redução de custos 

Um bom sistema de monitoramento de entrega evita que os condutores procrastinem ou mesmo façam escolhas de rotas mais distantes ou problemáticas, entre outras frentes que podem gerar mais gastos.

Outro ponto interessante é que estruturar rotas com base nos dados de monitoramento também ajuda a melhorar os custos com combustíveis, entre outros. 

Inteligência de dados

Também é fonte de inteligência administrativa guiada por dados. Por exemplo, em poucos cliques os gestores conseguem localizar exatamente onde estão as cargas, o que os ajuda a tomar decisões logísticas em tempo hábil.

Além disso, conseguem informações sobre a qualidade e o tempo das entregas, o que os ajuda a pensar futuras rotas, premiar condutores com excelentes resultados e assim por diante.

Aprendizado contínuo

O aprendizado constante também é uma vantagem conseguida com o sistema de monitoramento de entrega. 

Com ele é possível, por exemplo, aprender com o histórico de distribuição, corrigindo gargalos e obtendo insights para decisões futuras.

Agilidade e satisfação do cliente

Muito mais que fiscalizar, o monitoramento de entrega torna os processos mais transparentes e ágeis, o que tende a reverberar na satisfação do cliente lá na ponta.

Imagine um cliente que faz contato via telefone ou por chamado virtual, pois quer ter certeza que seu pedido chegará no horário combinado. Ele ficará bem impressionado se o suporte puder dizer exatamente onde está a carga, e até enviar um print do recurso de geolocalização do sistema.

Produtividade e conformidade com a lei

Esse tipo de solução também facilita táticas de aumento da performance produtiva dos condutores, uma vez que dá ao gestor o poder de visualizar a localização.

Além disso, contar com uma aplicação de monitoramento de entrega também facilita o cumprimento da legislação trabalhista do setor — vale a pena ler sobre como a Lei do Motorista impacta os negócios de distribuição.  

→ Leia também:

As funcionalidades essenciais de um sistema de monitoramento de entrega

Agora, quais são os recursos que não podem faltar em um bom sistema de monitoramento de entrega? Os mais importantes são os seguintes: 

  • acompanhamento em tempo real, por geolocalização ou outro método; 
  • comparativo entre rota planejada e rota executada; 
  • informações sobre check-in e check out; 
  • diário de bordo do caminhão de forma digital; 
  • controle do acordo de nível de serviço (SLA) da entrega; 
  • análise do tempo de espera e a produtividade dos motoristas; 
  • controle sobre a jornada de trabalho dos motoristas e ajudantes; 
  • otimização da parte financeira com maior acompanhamento dos gastos em cada viagem; 
  • reenvio de NFe pelo aplicativo do motorista; 
  • digitalização de canhotos de entregas; 
  • registro fotográfico de avarias; 
  • sincronização automática do APP; 
  • dashboard com visão geral dos pedidos pendentes, organizados por situação do pedido; 
  • dashboard com informações da qualidade e do tempo das entregas. 

Vale acrescentar que o sistema deve ter usabilidade, ou seja, ser intuitivo para os usuários. Isso evita a necessidade de uma curva de aprendizado tão grande que acabe prejudicando a operação durante os treinamentos. 

E também é interessante que a solução seja mobile (esteja na nuvem para ser usada via internet pelas pessoas autorizadas) e conte com tecnologia responsiva, adequando-se a diferentes telas (desktop, tablets, laptops, smartphones etc).

Obviamente, há diversas ofertas desse tipo de aplicação hoje no mercado. Logo, é preciso separar o joio do trigo, indo além do discurso comercial das empresas fornecedoras. Uma boa maneira de fazer isso é conhecendo os cases de sucesso da empresa desenvolvedora, conversando com atuais clientes e fazendo uso de simulações e versões trial. 

→ Leia também: O que faz um sistema de gestão de entregas e que vantagens oferece ao atacado distribuidor

Conclusão

Como vimos, rastrear e monitorar entregas é um processo importante na gestão logística de um atacado distribuidor. Quando o processo é realizado com ajuda da tecnologia, toda a operação ganha em inteligência e eficácia.

Se há desafios de infraestrutura, se a dinâmica do mercado exige cada vez mais rapidez e boas experiências aos clientes, fazer o monitoramento de entrega é, também, um meio de se diferenciar.

Não importa o tipo de mercadoria que o atacadista distribuidor entregue ao seu público-alvo; ele precisa ter rastreabilidade, dar respostas rápidas ao mercado e, sobretudo, avaliar indicadores para seguir avançando em sua gestão.

Tecnologia de monitoramento de entrega não falta; cada negócio só precisa traçar uma estratégia e localizar o sistema que mais se adeque a sua realidade. E, é claro, também precisa treinar sua equipe para extrair o melhor das ferramentas e potencializar produtividade e lucratividade.

Como está o monitoramento de entrega no seu empreendimento? Gostou das dicas que trouxemos neste artigo? Entre em contato conosco e veja como podemos ajudá-lo a superar esse desafio com as nossas soluções de gestão de entregas!

Em vez de ler que tal ouvir este artigo?

Até 2026, cerca de 65% do PIB global será impactado pela digitalização; além disso, 30% do faturamento das empresas virá de serviços, produtos e/ou experiências digitais, segundo a consultoria IDC –  e nesse cenário, portanto, existem tendências tecnológicas a serem exploradas.

Esse movimento é interessante de se prestar atenção, pois mostra que os desdobramentos digitais da tecnologia da informação seguem em franco crescimento. E isso apesar dos abalos econômicos em nível mundial, trazidos pela pandemia de COVID-19. 

Neste sentido, empresas que querem seguir driblando os desafios surgidos a partir da segunda década do Século XXI, e avançando, precisam se voltar para investimentos no digital. Com especial atenção para a gestão orientada por dados, entre outras tendências sobre as quais vamos conversar ao longo deste artigo.  

Aqui, reunimos algumas das previsões de especialistas e organismos de pesquisa para o atacado distribuidor especificamente. Continue lendo para ver o que vem por aí e se mantenha atualizado para evitar que a concorrência saia na frente! 

A tecnologia no atacado distribuidor

O atacado distribuidor vem se destacando pelos fortes investimentos em tecnologia e inovação. Com soluções dos mais variados tipos, empresários desse segmento estão ampliando seus esforços para aprimorar processos, reduzir custos, elevar a produtividade e atender seus públicos de interesse com mais rapidez e eficiência. 

Estamos falando de um mercado que, de acordo com o último levantamento realizado pela Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD), faturou 287 bilhões de reais em 2020 (último levantamento disponível). E as previsões são de crescimento contínuo nos próximos anos.  

A partir da pandemia de COVID-19 percebeu-se um incremento nos esforços de vendas online (e-commerce), até então visto como uma área confortável apenas para os varejistas. Da mesma forma, os investimentos em automação de processos e gestão orientada por dados passaram a fazer parte do dia a dia das organizações do segmento com maior intensidade.  

Em suma, o movimento tecnológico merece destaque, uma vez que se trata de um setor conhecido no senso comum como “conservador”, ou pouco afeito a experimentações. É comum, por exemplo, a comparação com o varejo, que é sempre retratado como mais vanguardista quando se trata da adoção de tendências tecnológicas.

→ Baixe agora: Visões inéditas sobre o segmento atacadista distribuidor: análise sobre o Ranking ABAD/Nielsen 2021

A importância de utilizar a tecnologia no atacado distribuidor

Conforme sempre pontuamos aqui no blog, o emprego da tecnologia nas operações e estratégias do mercado atacadista distribuidor é cada vez mais fundamental. É por meio de aparatos tecnológicos mais complexos e inteligentes que as empresas do setor têm ganhado destaque frente a uma concorrência que não para de crescer. 

Ao mesmo tempo, os próprios anseios dos compradores agora são diferentes daqueles vistos há cinco ou dez anos. Eles agora querem ter a certeza que estão lidando com fornecedores tecnologicamente arrojados, que facilitem suas compras, agilizem entregas e tenham tudo a poucos cliques na hora de atendê-los. 

Isso é bem visível quando olhamos para a adesão dos comitês de compras B2B às plataformas digitais de negociação (e-commerce, marketplaces etc.). O dado curioso é que mais de 1% das transações B2B brasileiras atualmente já são feitas online, o que pode parecer pouco, mas movimenta a impressionante cifra de 24 bilhões de reais anualmente, segundo destaca a Infracommerce.  

Como se manter atualizado sobre as tendências tecnológicas

Agora, é bem verdade que as novidades em termos de tendências tecnológicas úteis no atacado distribuidor surgem em um ritmo acelerado. Neste movimento, fica difícil para os gestores do setor se manterem atualizados. E mais: a sensação de que sempre se está atrasado pode ser bastante palpável. 

Diante disso, alguns conselhos que vêm a calhar: 

  • acompanhe portais do setor: de sites de entidades de classe como a ABAD e a FecomercioSP a sites jornalísticos (Exame, New Trade etc.); vale a pena passar periodicamente os olhos nas notícias e artigos de opinião sobre o setor, pois eles trazem sempre destaques para a tecnologia. 
  • ouça podcasts: em crescimento, os programas distribuídos por plataformas de áudio como Spotify também são fonte de informações contínuas — um exemplo é o MáximaCast, produzido pela MáximaTech, no qual especialistas da empresa e convidados debatem o tema. 
  • siga blogs: blogs como este aqui da MáximaTech também voltados para a tecnologia no mercado atacadista costumam sempre listar as tendências tecnológicas; e, o mais importante, esse tipo de publicação normalmente articula o dia a dia das empresas do setor com práticas e soluções de tecnologia.  
  • siga os líderes de opinião do setor: por fim, acompanhar articuladores do mercado atacadista principalmente no LinkedIn também é uma maneira de se manter em constante atualização.   

7 tendências tecnológicas para o atacado distribuidor

Confira, a seguir, o que os especialistas apontam como tendências tecnológicas para o segmento atacadista e de distribuição, no Brasil e no mundo. 

1. Soluções para transparência de inventário e gerenciamento de pedidos tornam-se imprescindíveis

Os atacadistas estão implementando, cada vez mais, novas tecnologias de gerenciamento de inventário que lhes permitem tomar decisões de negócios baseadas em dados e lidar com as operações de negócios de maneira centralizada. 

Para manter uma vantagem competitiva, as empresas atacadistas e de distribuição devem se concentrar em investir tempo e dinheiro em sistemas de gerenciamento de inventário amigáveis ​​à integração, alterando a cadeia de suprimentos e casando a venda B2B com a experiência do cliente. 

Assim, soluções em cloud computing, que dão mobilidade às operações, seguirão como uma forte tendência nos próximos anos. Da mesma forma, estratégias de e-commerce devem ter um crescimento exponencial no Brasil, algo que já vem acontecendo com bastante frequência nos últimos anos. 

2. Gestão orientada a dados chega ao seu ápice

Com ainda mais força, o foco do setor está mudando para a implementação de softwares integrados, que unem as diferentes facetas do negócio. 

As empresas que se movem nessa direção experimentam uma infinidade de benefícios. Por exemplo, estar equipado com um sistema que fornece informações em tempo real entre os departamentos em tempo hábil para facilitar a tomada de decisões eficazes. 

Um vendedor em trânsito, geralmente, requer acesso remoto a preços atualizados, disponibilidade de produtos e informações de clientes, entre outras informações. Isso destaca a importância de um sistema que fornece dados e facilita as decisões estratégicas — tanto da direção quanto dos profissionais que atuam no dia a dia operacional. 

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3. Automação de processos de ponta a ponta torna-se uma necessidade

A inovação em automação e rastreamento também segue entre as principais tendências tecnológicas para o atacado distribuidor. Ela permite que os atacadistas gerenciem operações com mais eficiência e tomem decisões informadas sobre transporte, provimento de pessoal, armazenamento etc. 

Graças à tecnologia, o envio de mercadorias e os demais esforços de logística estão mais eficientes do que nunca. 

Diversos especialistas apontam que os próximos passos evolutivos estarão alicerçados na adoção de soluções em Inteligência Artificial e aprendizado de máquina. Essas combinações de aplicações e hardwares vão proporcionar aos atacadistas a capacidade de gerenciar e analisar dados com ainda mais facilidade. 

Isso permitirá um melhor planejamento e custos operacionais, por exemplo. Olhando para o futuro, mais empresas começarão a utilizar aplicativos móveis e outros dispositivos conectados para tornar suas operações fáceis de supervisionar. 

4. Internet das Coisas deixa de ser algo “futurista” no atacado distribuidor

Entre as tendências tecnológicas que trouxeram a chamada “transformação digital” à tona, a Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) motiva os distribuidores a mudar seus modelos de negócios. Dos executivos entrevistados em um estudo da Macola, 73% afirmaram que inovações tecnológicas e de TI emergentes os provocaram a mudar seus esforços de gestão nos últimos tempos. 

A Internet das Coisas foi a inovação mais relatada que os entrevistados adotaram. Também conhecidos como máquinas conectadas, os equipamentos habilitados para IoT incluem sensores que relatam dados de uso do produto a uma placa central, o que ajuda as empresas a prever e evitar falhas. 

Os tablets com reconhecimento de voz para colocação de pedidos ficaram em segundo lugar (55%) e a realidade virtual chegou em último (48%). Outras tendências tecnológicas a serem usadas são impressão 3D, drones, wearables e reconhecimento facial, tanto nos processos internos quanto no atendimento e relacionamento com clientes. 

5. Business Intelligence (BI) e cruzamento de dados entram na rotina dos atacadistas

Para lidar com grandes volumes de dados internos e externos, processando-os e cruzando-os em busca de insights acionáveis, cada vez mais os bords executivos do atacado distribuidor estão investindo em aplicações de Business Intelligence.  

Se o ERP e as demais plataformas organizam fluxos, registram e tratam informações, o BI dá um passo além: ele eleva a inteligência de dados dos tomadores de decisão.  

Não é em vão que essa é uma das tendências tecnológicas mais quentes do momento — já representa mais de 20 bilhões de dólares anualmente, no atacado e em outros setores do mercado, de acordo com levantamento global da Statista.  

Isso porque esse tipo de plataforma extrai dados do data warehouse disponível (seja ele organizado ou “desorganizado”, ou seja, resultado de vários “sistemas satélites”) e permite cruzá-los e analisá-los. Com destaque para a facilitação da visualização gráfica de estatísticas, resultados etc.  

Em síntese, com soluções de BI, os gestores conseguem transformar seus ativos de dados (e também os externos, vindos da concorrência, por exemplo) em insights acionáveis. Com isso, podem entender a complexidade de seus negócios, ter mais previsibilidade em suas ações e tomar decisões acertadas e em tempo hábil. 

→ Leia também: Inteligência de dados a favor do atacado distribuidor

6. Plataformas de e-commerce e marketplaces agora mediam negociações e transações

Outra das tendências tecnológicas que o setor atacadista distribuidor não pode ignorar diz respeito às negociações online. Conforme já pontuamos, elas não param de crescer — e movimentam mais de 24 bilhões de dólares anualmente neste segmento no Brasil.  

Da criação das próprias lojas virtuais à participação em marketplaces, cada vez mais empresas do atacado distribuidor têm comercializado via web. Se até pouco tempo havia o receio de “abandonar” os compradores, agora eles próprios esperam ter um canal digital para fazer seus pedidos. Especialmente aqueles que já foram conquistados e, portanto, não dependem tanto de um representante visitando-os presencialmente. 

É uma realidade que se impôs ainda mais durante os longos períodos de isolamento social realizados durante o auge da pandemia (2020, sobretudo). Para se ter uma ideia desse movimento, cerca de 40% dos compradores B2B já fazem pelo menos 50% das compras de sua empresa em marketplaces, segundo um estudo internacional coordenado pela Digital Commerce 360.  

→ Leia também:

7. Aplicações móveis se consolidam e apontam para um futuro onde a localização física já não importará mais

Por fim, é impossível fazer uma lista de tendências tecnológicas sem passar pela ascensão das aplicações móveis. Ela é palpável no setor atacadista distribuidor, impondo-se desde o atendimento ao cliente em campo até a logística de entrega (acompanhamento de frotas, por exemplo), passando pela gestão operacional e estratégica.  

Para vencer as limitações físicas, gestores do atacado distribuidor têm disponibilizado aplicações móveis a suas equipes; algumas delas tão sofisticadas que exploram até a geolocalização, tudo de maneira bem simplificada para os usuários.   

A expectativa dos especialistas é que o uso da computação em nuvem em conjunto com a Inteligência Artificial, entre outras tendências tecnológicas arrojadas, tornará o setor cada vez mais aderente à mobilidade. Isso porque essa tendência proporciona agilidade operacional, produtividade, inteligência administrativa e redução significativa dos custos.

→ Leia também: Grupo Nascimento alcança resultados significativos com soluções móveis da MáximaTech

Neste vídeo, confira algumas das soluções de mobilidade da MáximaTech para o atacado distribuidor:

Resumindo

Conhecer as tendências tecnológicas mais quentes para o mercado atacadista distribuidor é fundamental para os gestores da área. Elas não param de surgir, uma vez que este setor tem se curvado à digitalização e se mostrado bastante adaptável às novas necessidades do pós-pandemia.

Conforme apontamos neste artigo, elas giram em torno de: 

  • soluções para transparência de inventário e gerenciamento de pedidos; 
  • gestão orientada a dados (insights acionáveis); 
  • automação de processos de ponta a ponta; 
  • Internet das Coisas; 
  • Business Intelligence (BI) e cruzamento de dados; 
  • plataformas de e-commerce e marketplaces; 
  • e aplicações móveis. 

É bem verdade que manter-se atualizado e, sobretudo, entender quais tendências tecnológicas podem ser úteis em um negócio específico não é tarefa fácil. Por isso, acompanhar publicações como essa que você está lendo faz toda a diferença.

Aqui na MáximaTech damos atenção especial para a Inteligência Artificial, com a LifeApps sendo pioneira dentro das soluções do grupo. E pretendemos aplicar essa e outras tendências tecnológicas também nas nossas demais áreas de atuação — acompanhando as necessidades do setor e fornecendo cada vez mais possibilidades de inovação em gestão guiada por dados. Por isso, estamos sempre trabalhando o tema em nossos canais de comunicação.  

Você tem acompanhado as tendências tecnológicas para o atacado distribuidor? O que achou das informações que trouxemos neste artigo? Deixe seu comentário e até a próxima!

Em vez de ler, que tal ouvir?

O processo logístico, se não unido a uma programação de rotas robusta, ao invés de ser uma força da operação, torna-se um perigo para o sucesso do negócio. Afinal, o atacado distribuidor depende fortemente da qualidade nos processos de entrega e organização de seu mix de produtos. Portanto, a otimização de rotas é um ponto primordial de ser bem estruturado e constantemente otimizado na rotina desse tipo de negócio. 

Dessa maneira, com uma organização ideal da rota, você deixa de ficar sem ação ou margem de negociação caso precise reajustar o seu planejamento. E, da mesma forma, a sua equipe poderá atuar de modo mais preparado para garantir rentabilidade, fidelizar os seus clientes e manter uma boa tração de visitas diárias.

Para saber como atingir as suas metas e conduzir os seus times de representantes comerciais ao sucesso a partir de uma base de roteirização eficiente, continue a leitura. A seguir, abordaremos sobre como é possível chegar ao potencial máximo com a otimização de rotas em sua gestão de processos logísticos. Leia mais

Em vez de ler, que tal ouvir?

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